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3 conselhos de GARYVE

O empreendedor e investidor do Vale do Silício, famoso por investir no início de companhias como Facebook e Uber, compartilha sua receita de sucesso essencial na carreira e nos negócios

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Ter investido como investidor-anjo em startups que hoje es- tão entre as mais valiosas em- presas do mundo, como Facebook, Twitter, Snapchat, Tumblr e Uber, é credencial suficiente. Mas o bielo-russo Gary Vaynerchuk, empreendedor  serial e investidor-anjo dos mais reconhecidos no Vale do Silício, além de  autor de três best-sellers, tem uma história mais diversificada: ele ampliou os negócios de produção de vinhos da família, cofundou uma das mais famosas agências digitais dos EUA, a  VaynerMedia, e é uma webcelebridade, host de um vlog diário no YouTube, o #AskGaryVee Show, em que responde a perguntas sobre negócios,  investimento e marketing.  Recentemente, Joe Famalette, organizador de eventos de empreendedorismo, pediu a GaryVe (pronuncia-se “vi”) que selecionasse as três principais lições de negócios que aprendeu na vida. Eis as respostas:

**1) Descubra quem você é e tire vantagens disso.** Segundo Gary, todas as pessoas têm pontos fracos e fortes, mas frequentemente gastam tempo e energia com os fracos. Ele não faz isso:  sabe que não entende nada de programação e que não é fã da educação formal; então, não desperdiça tempo tentando aprender coisas que não fazem parte de seu conjunto de habilidades, definido como talentos naturais, experiências passadas e o que dá gosto de fazer.  Investindo o tempo apenas em melhorar o que já são suas fortalezas, Gary garante que consegue trabalhar mais e ser mais produtivo do que a maioria das pessoas.

**2) Seja honesto consigo mesmo.** Responder às perguntas difíceis é o que realmente importa, diz Gary, e por isso ele mudou muito desde seus primeiros anos como empreendedor. “Eu tinha uma atitude defensiva em relação a meu negócio. Em qualquer desafio ou desacordo, minha pele parecia descamar e meus medos ficavam expostos. Com o tempo, aprendi a aceitar as críticas”, conta.  A chave é não mentir para si mesmo; segundo ele, essa mentira é o que faz a pessoa não conseguir agir sob pressão. Gary é, de fato, seu maior crítico, mas se orgulha de sua capacidade de aceitar as próprias falhas. Para não enlouquecer com seu perfeccionismo, afirma ter desenvolvido um sistema interno de equilíbrio e escolhido ser autêntico.

**3) Ações valem dez vezes mais do que palavras.** Para Gary, se você não consegue demonstrar o que diz, não deve dizer nada. “É melhor ser quieto, humilde e esforçado do que barulhento e desonesto.” Ele se comporta  assim – construindo grandes negócios, executando estratégias – e, ao  lidar com as outras pessoas, também presta atenção em como agem, mais do que em suas palavras.

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