Coprodução HSM Management + Zendesk

A importância da jornada digital integrada

Incremento das vendas digitais passa por investimento em omnichannel e autoatendimento
Adriana David é colaboradora da HSM Management

Compartilhar:

Em um mundo em constante evolução e competição acirrada, o varejo precisa acelerar a busca por fórmulas eficazes de se relacionar com os clientes e fidelizá-los, gerando resultados. O webinar “[CX talks: varejo & ecommerce – muito mais vendas com jornadas digitais integradas](https://www.zendesk.com.br/webinars/cx-talks-varejo-ecommerce/?utm_source=events.page&utm_medium=referral&utm_campaign=2022_q3_latam_cxtalks_retail_br)”, promovido pela Zendesk e __HSM Management__, trouxe a importância da jornada digital conectada. Entre as principais lições estão a necessidade de expandir e tornar mais abrangente o omnichannel – o atendimento em todos os canais possíveis, à escolha do cliente – e investir no autoatendimento, que permite o empoderamento do cliente, com redução de custos.

Andrea Dimant, solutions consultant da Zendesk, afirmou que as empresas precisam ter como foco o engajamento do cliente com a marca e sua retenção, pois o cliente é bombardeado frequentemente por mensagens via e-mail, áudio, WhatsApp, entre outros meios. “No cotidiano, é a mãe que quer algo do mercado ou o produto que foi entregue na portaria”, exemplificou.

A jornada de compra envolve muitas etapas e fatores, então é preciso garantir que o consumidor vai finalizá-la satisfeito – ou não. No “não” reside o risco, ao qual é necessário prestar atenção redobrada. Os pontos de contato com a marca ocorrem em momentos muito diferentes, por pessoas com características tão diversas quanto. Assim, assegurar que em todos os momentos possíveis o consumidor será atendido da melhor maneira possível é mais do necessário. É obrigatório.

Convém ter em mente um relevante dado trazido pela Zendesk: 79% dos brasileiros esperam ser atendidos de imediato, ao entrar em contato com a empresa. Esses clientes afirmam que, se forem mal atendidos ou não forem atendidos, optam por mudar para a concorrência, em razão da experiência ruim. Nos projetos que desenvolve, a Zendesk trabalha com o conceito de era conversacional, no qual é utilizada a forma mais natural e fluida de conversar com as pessoas, de uma maneira próxima e humana. Ou seja, a lição é manter a proximidade com o cliente, dedicando o máximo de atenção e disponibilidade.

## Personalização
Uma das conclusões do evento CX talks é que as empresas, sempre que possível, devem aumentar o uso estratégico das mídias sociais, pois o usuário, embora muitas vezes procure a rede como entretenimento, pode ter intenção de compra. “Empresas trabalham, por exemplo, com propaganda no TikTok, que é um modo diferente de fazer um vídeo que para a TV, destinado a outro público, em um momento diferente. Conclusão: é preciso trabalhar de forma personalizada, entendendo o que as pessoas necessitam”, afirmou a consultora.

E para conquistar a fidelidade, buscar o engajamento e garantir o alcance de resultados tangíveis, a Zendesk fornece uma plataforma aberta e flexível para o atendimento ao cliente, em que o agente possui uma visão holística e integrada de todas as interações com o cliente. Isso faz com que o atendimento chegue a um patamar superior de personalização e seja assertivo e eficiente, de maneira que o cliente, tendo seus desejos plenamente atendidos, ainda entenda que a marca é a atração principal. Foi a marca que o conduziu à jornada de compra, em primeiro lugar. Assim, o cliente sai satisfeito e a marca, valorizada. Para que isso ocorra, é preciso sobretudo empoderar os agentes. Uma plataforma de operação simples e direta mantém o agente de atendimento engajado e feliz. A consequência imediata: clientes também mais felizes.

O estudo identificou ainda que o bom atendimento melhora em 64% as chances de crescimento das companhias, melhora a retenção dos clientes e aumenta a capacidade de cross sell ou venda cruzada.

## Satisfação do consumidor
Karina Girardi, head de customer experience da Westwing Brasil, reforçou a percepção de que para entregar uma experiência excepcional ao cliente, uma das prioridades é manter o atendimento em todos os canais possíveis, da loja física ao online, passando por redes sociais. E seguir ofertando marcas sólidas, de olhos e ouvidos atentos, sempre com disposição para mudar estratégias, tão logo seja identificada uma nova demanda.

Para Aline Silvestre, coordenadora de qualidade e customer experience do Víssimo Group, os fatores primordiais que levam ao sucesso nas vendas são a omnicanalidade, o autoatendimento e manter o cliente no centro da percepção. Ela destaca a chamada last mile, etapa final do processo de entrega de uma mercadoria comprada no e-commerce, que pode ser decisiva para a fidelização. “Atualmente, os clientes estão extremamente exigentes e ansiosos. Eles verificam qual empresa consegue entregar primeiro, estão atentos à facilidade de navegação nos sites, entre outros detalhes da jornada de compra. Se houver alguma falha durante o processo no e-commerce, perdemos todo o trabalho realizado anteriormente”, disse Aline.

Dados levantados pela Zendesk mostram que 87% dos consumidores querem comprar de empresas que possuam portal de autoatendimento para resolver suas questões rapidamente. E 99% deles gastariam mais com empresas que fornecem produtos e serviços em canais de atendimento de sua preferência, como WhatsApp, chat, e-mail e telefone. O autoatendimento empodera, engaja, ajuda na independência do usuário e melhora toda a experiência do cliente, segundo Karina Girardi, da Westwing Brasil.

A partir da implantação de soluções tecnológicas da Zendesk na Westwing, processos melhoraram e contribuíram para o alcance de níveis de excelência em atendimento ao cliente, o que levou a companhia a conquistar posição relevante no Prêmio Reclame Aqui.

De acordo com Aline Silvestre, do Víssimo Group, são indispensáveis o telefone, o chat e o e-mail como canais de autoatendimento que garantam satisfação ao consumidor: “quanto mais próximo da palma da mão, melhor para o cliente e para nós”.

A automação realizada em parceria com a Zendesk melhorou a unificação de informações, tornando o atendimento ao cliente mais ágil e facilitando o processo para o agente. Aline explicou que o Víssimo Group, que detém duas marcas varejistas de vinhos, Evino e Grand Cru, trabalha para dois públicos, o cliente final e os atendentes da companhia. “Se a gente não tiver um atendente feliz, a gente não vai atender bem os nossos clientes. Se a gente consegue proporcionar uma ótima experiência para quem está com a gente no dia a dia, é certeza que a gente proporcionará uma boa experiência para o cliente final”, completou.

Clique aqui para conferir na íntegra o evento “[CX talks: varejo & ecommerce – muito mais vendas com jornadas digitais integradas](https://www.zendesk.com.br/webinars/cx-talks-varejo-ecommerce/?utm_source=hsmsocial&utm_medium=referral&utm_campaign=2022_q3_latam_cxtalks_retail_br)”.

Compartilhar:

Artigos relacionados

Se o estagiário lidera a reunião, quem é o líder?

Em um cenário onde conhecimento, repertório e fluência tecnológica estão distribuídos entre diferentes gerações, a liderança deixa de ser uma posição fixa e passa a circular conforme o contexto. O artigo explora como a IA está redefinindo autoridade, colaboração e tomada de decisão, tornando a capacidade de aprender, adaptar-se e reconhecer quem deve liderar em cada momento uma das competências mais importantes do futuro.

A natureza da liderança: o que os patos, as formigas e as árvores podem nos ensinar?

A liderança é uma invenção humana ou um princípio presente na própria natureza?

Longe das salas de reunião e dos modelos de gestão, a natureza oferece pistas valiosas sobre uma das capacidades mais humanas das organizações: a liderança. A partir de observações do cotidiano no campo, o autor propõe uma reflexão sobre as origens da condução, da cooperação e da construção de instituições, sugerindo que liderar talvez seja menos uma técnica aprendida e mais a expressão consciente de uma lógica que acompanha a vida há milhões de anos.

RoT ou HoT: a métrica que vai separar os projetos de IA que geram valor dos que apenas consomem orçamento

Empresas estão investindo bilhões em inteligência artificial, mas poucas conseguem responder uma pergunta simples: quanto valor real cada interação com IA está gerando para o negócio? O artigo propõe uma nova forma de avaliar projetos de IA generativa, baseada no conceito de retorno sobre tokens, e mostra por que medir apenas adoção, volume de uso ou número de licenças já não é suficiente para justificar investimentos, escalar soluções e transformar tecnologia em resultado.

As empresas não estão tendo resultados com IA. E a culpa é toda delas! 

Enquanto líderes cobram ganhos de produtividade e redução de custos, muitas empresas ignoram um fato básico: inteligência artificial não gera transformação por osmose. Sem redesenho de processos, desenvolvimento de competências e participação das pessoas, a tecnologia corre o risco de se transformar apenas em mais uma ferramenta cara dentro da organização.

Liderança
12 de agosto de 2026 14H00
Em um cenário onde conhecimento, repertório e fluência tecnológica estão distribuídos entre diferentes gerações, a liderança deixa de ser uma posição fixa e passa a circular conforme o contexto. O artigo explora como a IA está redefinindo autoridade, colaboração e tomada de decisão, tornando a capacidade de aprender, adaptar-se e reconhecer quem deve liderar em cada momento uma das competências mais importantes do futuro.

Eduardo Ibrahim - Fundador e CEO da Humana AI, Faculty Global da Singularity University e autor do best-seller Economia Exponencial

7 minutos min de leitura
Inovação & estratégia
12 de agosto de 2026 08H00
O artigo defende que o verdadeiro valor surge quando a IA deixa de operar de forma isolada e passa a integrar toda a jornada de negócio, conectando pessoas, processos, dados e governança em um único sistema de performance.

Guilherme Stefanini - CMO do Grupo Stefanini, CEO da Stefanini Marketing e sócio da W3haus e Gauge.

4 minutos min de leitura
Liderança
11 de agosto de 2026 18H00
A liderança é uma invenção humana ou um princípio presente na própria natureza? Longe das salas de reunião e dos modelos de gestão, a natureza oferece pistas valiosas sobre uma das capacidades mais humanas das organizações: a liderança. A partir de observações do cotidiano no campo, o autor propõe uma reflexão sobre as origens da condução, da cooperação e da construção de instituições, sugerindo que liderar talvez seja menos uma técnica aprendida e mais a expressão consciente de uma lógica que acompanha a vida há milhões de anos.

Carlos Eduardo de Barros - Fundador e CEO da Cogntion & Business Consultoria, conselheiro de empresas e consultor em estratégia, governança e liderança

16 minutos min de leitura
Tecnologia & inteligencia artificial
11 de agosto de 2026 14H00
Empresas estão investindo bilhões em inteligência artificial, mas poucas conseguem responder uma pergunta simples: quanto valor real cada interação com IA está gerando para o negócio? O artigo propõe uma nova forma de avaliar projetos de IA generativa, baseada no conceito de retorno sobre tokens, e mostra por que medir apenas adoção, volume de uso ou número de licenças já não é suficiente para justificar investimentos, escalar soluções e transformar tecnologia em resultado.

Leonardo Tristão - CEO da Performa_IT

22 minutos min de leitura
Inovação & estratégia, Tecnologia & inteligencia artificial
11 de agosto de 2026 08H00
Enquanto líderes cobram ganhos de produtividade e redução de custos, muitas empresas ignoram um fato básico: inteligência artificial não gera transformação por osmose. Sem redesenho de processos, desenvolvimento de competências e participação das pessoas, a tecnologia corre o risco de se transformar apenas em mais uma ferramenta cara dentro da organização.

Marcel Nobre - CEO da BetaLab, Professor, Pesquisador e Keynote Speaker de inovação e novas tecnologias

14 minutos min de leitura
Inovação & estratégia, Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
10 de agosto de 2026 08H00
Este artigo explora por que empatia, hospitalidade, escuta e construção de vínculos podem se tornar os ativos mais valiosos da próxima década.

Dr. Henrique Moura - Chefe da Fonoaudiologia do BP Paulista e BP Mirante. Além de atuar como Professor da Pós Graduação e do Mestrado do Hospital Israelita Albert Einstein

5 minutos min de leitura
Inovação & estratégia, Tecnologia & inteligencia artificial
10 de agosto de 2026 08H00
A pressão para adotar inteligência artificial cresce em praticamente todos os setores, mas muitas iniciativas continuam fracassando pelo mesmo motivo: começam pela tecnologia e não pelo problema. Com exemplos da indústria e reflexões sobre governança, processos e tomada de decisão, o artigo mostra por que a maturidade digital de uma organização não deve ser medida pela quantidade de projetos de IA que ela anuncia, mas pela sua capacidade de transformar desafios reais em resultados concretos.

Marcelo Paiva - Diretor de Operações da Formel D

7 minutos min de leitura
Marketing & growth
9 de agosto de 2026 14h00
Com milhares de publicações nas redes sociais, a villain era tornou-se uma forma de nomear um movimento cada vez mais presente entre mulheres: abandonar a obrigação de agradar constantemente e sustentar escolhas, opiniões e limites sem culpa. O artigo discute o que esse fenômeno revela sobre expectativas sociais, relações de trabalho e construção de autonomia.

Estela Brunhara - Sócia e Diretora de Consumer Behavior & Estratégia da FutureBrand São Paulo

3 minutos min de leitura
Tecnologia & inteligencia artificial, Liderança
9 de agosto de 2026 08H00
Ao recorrer a pensadores como Foucault, Hannah Arendt e Kant, o artigo mostra por que cultura, ética, reflexão crítica e capacidade de julgamento continuam sendo ativos indispensáveis para líderes e organizações que desejam tomar melhores decisões em um mundo cada vez mais automatizado.

Denilson Shikako - CEO e fundador da Fábrica de Criatividade

3 minutos min de leitura
Direito, Regulação & Compliance, Inovação & estratégia
8 de agosto de 2026 14H00
Depois de testemunhar a digitalização dos processos judiciais e a transformação tecnológica da profissão jurídica, o autor reflete sobre a próxima grande mudança da advocacia. O artigo argumenta que a inteligência artificial deve ser vista como uma ferramenta de ampliação das capacidades humanas, e não como substituta das competências que tornam o trabalho jurídico verdadeiramente valioso.

Flávio Pinheiro Neto - Sócio-fundador do escritório Flávio Pinheiro Neto Advogados

4 minutos min de leitura

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #173

A Geoeconomia entra no mundo corporativo

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #173

A Geoeconomia entra no mundo corporativo