Diversidade, Dossiê: Experiência do Colaborador

As empresas estão passando à fase 2 do movimento de diversidade

A compreensão dos resultados superiores gerados por uma força de trabalho diversa e o gatilho emocional da pandemia fizeram as organizações avançarem nessa área; entenda o que está acontecendo
Colaboradora de HSM Management

Compartilhar:

Era uma vez a história que os gestores contavam a si mesmos para justificar a baixa diversidade de mão de obra nas empresas. Com pessoas diferentes, ficaria mais difícil obter alinhamento estratégico e cultural. A curva de aprendizado seria mais demorada e trabalhosa, e demandaria mais energia da liderança. Tais fatores impactariam negativamente a geração de resultados.

Porém, de repente, consultorias e institutos de pesquisa começaram a apresentar dados que indicavam o contrário em termos de resultados. Por exemplo, [em pesquisa de 2014/2015](https://www.mckinsey.com/business-functions/people-and-organizational-performance/our-insights/why-diversity-matters), realizada em vários países incluindo o Brasil, a McKinsey descobriu que a diversidade de gênero em cargos executivos aumentava em 15% a chance de as empresas obterem lucros acima da média setorial. No caso de diversidade étnica, o ganho era ainda mais aparente: 35%.

A McKinsey repetiu a pesquisa [em 2017/2018](https://www.mckinsey.com/business-functions/people-and-organizational-performance/our-insights/delivering-through-diversity), aumentando a amostra, e as probabilidades de desempenho superior melhoravam 21% com diversidade de gênero na liderança e 33% com diversidade étnica (uma variação na margem de erro em relação ao levantamento anterior). Na edição mais recente do estudo, de [2019/2020](https://www.mckinsey.com/featured-insights/diversity-and-inclusion/diversity-wins-how-inclusion-matters), com a amostra novamente ampliada, os percentuais haviam subido de novo, para 25% (gênero) e 36% (etnia). Outros levantamentos apontaram resultados semelhantes, derrubando a história que os gestores contavam a si mesmos.

Tudo isso foi antes do início da pandemia de covid-19. Principalmente antes das mortes de George Floyd, homem negro sufocado por policiais em Minneapolis (EUA), e de João Alberto Silveira Freitas, espancado por seguranças de um supermercado em Porto Alegre (RS), ambas em 2020, o que desencadeou diversas reações na sociedade e chegou ao mundo corporativo – entre outras coisas, fazendo da agenda ESG uma prioridade.

De 2020 para cá, organizações do mundo inteiro se esforçam para aumentar a diversidade étnico-racial em seus colaboradores e, na esteira, também buscam melhorar os indicadores da diversidade de gênero, de pessoas com deficiência e do LGBTQIA+. As pressões da sociedade se somaram aos dados de desempenho revelados pelas pesquisas, e o business case para diversidade e inclusão finalmente ganhou tração.

Aparentemente faltava uma ameaça (de perda de reputação) para dar visibilidade à oportunidade em questão (de ter melhores resultados com diversidade) e as empresas poderem dar um salto evolutivo. Ou talvez, quem sabe, precisasse haver um gatilho emocional antes de a razão prevalecer, como houve em 2020.

O fato é que, entre o lucro e a sociedade, as empresas não deixaram de ver um trade-off; entre o lucro e a sociedade, agora elas querem atender aos dois. Entendem que a diversidade melhora sua imagem perante diferentes consumidores, cria um pipeline ampliado de talentos e gera engajamento.

E que isso alavanca qualquer performance financeira, e também entendem que estão fazendo a coisa certa moralmente. É como se houvesse terminado a fase 1 da diversidade e inclusão e começado a fase 2.

## Grandes empresas lideram
Em grandes mudanças, sempre há um grupo na linha de frente. A internet, por exemplo, foi liderada por pequenas empresas – as startups – e agora as grandes estão ganhando seu lugar ao sol com a transformação digital. Tanto com a primeira como com a segunda fase do movimento de diversidade, acontece o contrário: ao menos no Brasil, são as grandes empresas que lideram, muitas vezes multinacionais.

Uma pesquisa realizada com 76 organizações entre 2020 e 2021 em dez estados brasileiros pela ONG Visão Mundial e o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social mostrou que, quanto maior a empresa, mais evidente é a presença de boas práticas de diversidade. Entre as companhias de grande porte, 73% afirmam desenvolver ações inclusivas. O montante cai para 66,7% nas empresas de médio porte e 63% entre micro e pequenos negócios.

Há muito buzz em torno do tema, mas o que está acontecendo de fato? Ficou especialmente conhecida a iniciativa do [Magazine Luiza](https://sejatrainee.com.br/trainee-magalu-2022-abre-vagas-exclusivas-para-negros/), que abriu dois processos de seleção exclusivamente para trainees negros. Foi pioneira. Mas várias empresas estão fazendo contratações afirmativas voltadas à diversidade racial. Algumas são [iFood](https://trabalheconosco.vagas.com.br/ifood_inclui), [Bayer](https://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2020/09/com-foco-em-inclusao-racial-bayer-lanca-programa-de-trainee-para-profissionais-negros.html), [Ambev](https://exame.com/carreira/ambev-esta-recrutando-mais-de-80-estagiarios-negros-de-todo-o-brasil/) e a construtora [MRV](https://www.mrv.com.br/institucional/pt/relacionamentos/noticias/mrv-lanca-trainee-para-pessoas-negras-inspirado-no-exemplo-do-magalu). Já [Gerdau](https://www2.gerdau.com.br/sobre-nos/noticias/vagas-de-trainee-exclusivas-para-mulheres), [Banco BV](https://sejatrainee.com.br/bv-abre-estagio-elas-por-elas-com-vagas-exclusivas-para-mulheres/) e [Nubank](https://br.noticias.yahoo.com/nubank-abre-vagas-exclusivas-para-mulheres-inscricoes-vao-ate-domingo-070038994.html) estão entre os exemplos que criaram processos seletivos exclusivamente para mulheres – e, em geral, não há diferenciação entre mulheres cis e transgênero.

As ações têm ido além do recrutamento. Para dar um exemplo, o [Mercado Livre](https://tecnoblog.net/noticias/2022/01/25/mercado-livre-paga-ate-r-27-mil-de-cirurgia-de-redesignacao-de-genero-a-funcionarios-trans/) anunciou em janeiro que vai cobrir até 70% do valor das cirurgias de redesignação para os funcionários que o solicitarem, além pagar o seguro fiança para locação de imóvel como residência.

“O preconceito é ainda uma barreira grande para as pessoas trans em vários aspectos, inclusive no momento de firmar um contrato de aluguel, quando há muita desconfiança sobre a finalidade do imóvel”, declarou na ocasião Angela Faria, head de diversidade e inclusão do Mercado Livre para América Latina.

Em comum, essas empresas da vanguarda têm departamentos de recursos humanos bem estruturados e envolvidos nos negócios, mais capacitados do que a média a tratar e executar estratégias. Uma prova disso é que diversidade foi um dos principais temas do especial da __HSM Management__ [“CEOs de empresas, RHs de negócios”](https://revistahsm.com.br/post/quando-ceos-e-rhs-conversam), copatrocinado pela LG lugar de gente, em que executivos de recursos humanos de grandes empresas fazem reflexões sobre pessoas com seus CEOs. Outro ponto comum entre elas é o uso de ferramentas tecnológicas e dados, que reduzem os atritos e facilitam a integração de públicos diversos.

A fase 2 provavelmente só ficará completa quando mais empresas de menor porte tiverem práticas pró-diversidade e forem mais incisivas nelas. Então, talvez veremos uma fase 3, da maturidade.

## Diversidade Data-Driven
A análise de dados é importante para programas afirmativos. O ponto de partida de cada empresa deve estar no levantamento da representatividade dos vários grupos minorizados na força de trabalho da empresa. Estamos falando de estatísticas por gênero, etnia, orientação sexual e deficiência física até classe social, idade e peso – e em suas particularidades. É uma prática comum começar priorizando algum desses grupos, por uma relação especial com o negócio, e os dados também podem ajudar nisso.

Se olharmos para dados do Brasil, quem mais perde são as mulheres e os negros. O levantamento [Estatísticas de gênero: indicadores sociais das mulheres no Brasil](https://www.ibge.gov.br/estatisticas/multidominio/genero/20163-estatisticas-de-genero-indicadores-sociais-das-mulheres-no-brasil.html?=&t=publicacoes), divulgado em 2021 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), apontou que elas ocupam 37,4% dos cargos de liderança em 2019 – embora sejam 52% da população. Como se não bastasse, recebem apenas 77,7% do rendimento dos pares masculinos.

Se a mulher for negra, a situação piora. De acordo com a consultoria [Indique Uma Preta](https://economia.ig.com.br/2020-10-28/apenas-8-das-mulheres-negras-no-brasil-ocupam-cargos-de-lideranca.html), só 8% delas atuam em cargos de liderança. O abismo salarial se repete, independentemente do cargo. Em média, um homem branco com ensino superior ganha mais que o dobro (159%) do que as mulheres negras que cursaram faculdade.

> “Somos esse país feminino, negro, descendente de outras etnias, mas determinados padrões sociais foram estipulados para limitar o lugar de atuação desses grupos”, disse Nina Silva, fundadora do Movimento Black Money, no evento Conexões LG, promovido pela LG lugar de gente, em parceria com a __HSM Management__.

Desconsiderando gênero, somente 4,1% dos trabalhadores brasileiros são negros Em posições de gerência ou diretoria, conforme um [levantamento do site Vagas.com](https://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/2020/09/24/menos-de-5percent-dos-trabalhadores-negros-tem-cargos-de-gerencia-ou-diretoria-aponta-pesquisa.ghtml). Trata-se de uma significativa sub-representatividade em um país em que 56% da população se declara preta ou parda.

Os dados de benchmarking com outras empresas também ajudam a orientar iniciativas de diversidade. A [SAP Brasil](https://news.sap.com/brazil/2019/04/inclusao-de-pessoas-com-transtorno-do-espectro-do-autismo-no-ambiente-profissional-bl0g/), por exemplo, conta com 23 profissionais com transtorno do espectro do autismo (TEA) em seus quadros. Eles estão em áreas técnicas como desenvolvimento de soluções, suporte às áreas de vendas e pré-vendas, e também em RH, atendimento e facilities. A empresa enfatiza a alta capacidade concentração desse profissional, além da atenção aos detalhes – um trabalho de checagem de dados programado para durar três meses levou três semanas nas mãos de um colaborador neurodiverso.

PARECE QUE FOI ONTEM que algumas empresas americanas ousaram levar as iniciativas de diversidade ao próximo nível, começando a financiar, total ou parcialmente, procedimentos de saúde como tratamento hormonal e cirurgias de redesignação de gênero para pessoas trans. Isso, com o objetivo de atrair e reter profissionais da comunidade LGBTQIA+. Mas foi em 2015. Sete anos se passaram, vivemos a fase 2 da diversidade, em que a maioria das organizações ao menos tenta reconhecer os preconceitos, investir para promover diversidade, equidade e inclusão, e correr os eventuais riscos de fazer isso.

CONFIRA TAMBÉM:
– [Diversidade e inclusão no RH: o potencial transformador nas organizações](https://blog.lg.com.br/diversidade-e-inclusao-no-rh/)
– [Diversidade e inclusão nas empresas: pesquisa aponta resultados significativos para o negócio](https://blog.lg.com.br/diversidade-inclusao-empresas-resultados-negocios/)
– [Quando CEOs e RHs conversam](https://revistahsm.com.br/post/quando-ceos-e-rhs-conversam)
– [Cobertura do evento Conexões LG: como humanizar com tecnologia e as demais tendências para 2022](https://page.lg.com.br/lps/ebook-conexoes-lg/), com curadoria HSM Management (e-book para baixar)

Compartilhar:

Artigos relacionados

O mito da falta de qualificação das pessoas com deficiência

Durante anos, a baixa presença de pessoas com deficiência em posições de liderança e crescimento foi atribuída à suposta falta de qualificação. Os dados, porém, mostram outra realidade. O artigo discute como barreiras estruturais, vieses organizacionais e a ausência de oportunidades de desenvolvimento ajudam a explicar por que profissionais qualificados continuam encontrando obstáculos para avançar em suas carreiras, mesmo após a contratação.

O tempo que doamos é o futuro que aceleramos

O voluntariado corporativo emerge como uma ferramenta capaz de aproximar propósito, liderança e transformação social. No Dia Nacional do Voluntariado, o artigo convida empresas e profissionais a refletirem sobre o papel que podem desempenhar na construção de oportunidades, no desenvolvimento de pessoas e no fortalecimento de uma sociedade mais justa.

O cliente ainda precisa de vendedores?

A IA já é capaz de automatizar uma parte significativa das atividades comerciais, da prospecção à geração de propostas. Mas isso não torna o vendedor menos relevante. Pelo contrário. Ao retirar tarefas operacionais da rotina, a tecnologia eleva a exigência sobre aquilo que continua sendo exclusivamente humano: interpretar contextos, construir confiança, fazer perguntas melhores e ajudar clientes a tomar decisões.

76% das organizações já têm um Chief AI Office (CAIO). E agora, qual é o papel do CEO?

Se os algoritmos passam a apoiar decisões, automatizar processos e influenciar estratégias, qual passa a ser o verdadeiro papel do CEO? O artigo explora o surgimento do Chief AI Officer e mostra por que o papel do CEO deixa de ser apenas gerir pessoas e negócios para incluir decisões sobre os limites, responsabilidades e impactos da IA dentro das organizações.

Empresa familiar sem governança é refém do fundador; com governança, vira legado

O mercado de M&A tem demonstrado que empresas com bom potencial nem sempre conseguem converter interesse em transação. Muitas vezes, a diferença está na qualidade da governança. Ao discutir sucessão, gestão, acordos societários e profissionalização da tomada de decisão, o artigo explica por que a governança se tornou um dos principais fatores de geração de valor para o middle market brasileiro.

Tecnologia & inteligencia artificial
28 de agosto de 2026 17H00
O artigo propõe uma reflexão sobre o papel da curadoria, da divergência e do discernimento humano em uma era marcada pela abundância de inteligências e pela escassez de julgamento.

Ulisses Pimentel - Executivo, advisor e especialista em vendas consultivas B2B

7 minutos min de leitura
ESG, Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
28 de agosto de 2026 12H00
Durante anos, a baixa presença de pessoas com deficiência em posições de liderança e crescimento foi atribuída à suposta falta de qualificação. Os dados, porém, mostram outra realidade. O artigo discute como barreiras estruturais, vieses organizacionais e a ausência de oportunidades de desenvolvimento ajudam a explicar por que profissionais qualificados continuam encontrando obstáculos para avançar em suas carreiras, mesmo após a contratação.

Carolina Ignarra - CEO da Talento Incluir

4 minutos min de leitura
Cultura organizacional, ESG
28 de agosto de 2026 07H00
O voluntariado corporativo emerge como uma ferramenta capaz de aproximar propósito, liderança e transformação social. No Dia Nacional do Voluntariado, o artigo convida empresas e profissionais a refletirem sobre o papel que podem desempenhar na construção de oportunidades, no desenvolvimento de pessoas e no fortalecimento de uma sociedade mais justa.

Ana Carolina Viana - Vice-Presidente de Operações Industriais da Braskem no Brasil

3 minutos min de leitura
Vendas, Tecnologia & inteligencia artificial
27 de agosto de 2026 18H00
A IA já é capaz de automatizar uma parte significativa das atividades comerciais, da prospecção à geração de propostas. Mas isso não torna o vendedor menos relevante. Pelo contrário. Ao retirar tarefas operacionais da rotina, a tecnologia eleva a exigência sobre aquilo que continua sendo exclusivamente humano: interpretar contextos, construir confiança, fazer perguntas melhores e ajudar clientes a tomar decisões.

Carol Manciola - CEO da Conectas

6 minutos min de leitura
Liderança, Inovação & estratégia
27 de agosto de 2026 15H00
Se os algoritmos passam a apoiar decisões, automatizar processos e influenciar estratégias, qual passa a ser o verdadeiro papel do CEO? O artigo explora o surgimento do Chief AI Officer e mostra por que o papel do CEO deixa de ser apenas gerir pessoas e negócios para incluir decisões sobre os limites, responsabilidades e impactos da IA dentro das organizações.

Bruno Padredi - Fundador e CEO da B2B Match

3 minutos min de leitura
Cultura organizacional, Liderança
27 de agosto de 2026 08H00
O mercado de M&A tem demonstrado que empresas com bom potencial nem sempre conseguem converter interesse em transação. Muitas vezes, a diferença está na qualidade da governança. Ao discutir sucessão, gestão, acordos societários e profissionalização da tomada de decisão, o artigo explica por que a governança se tornou um dos principais fatores de geração de valor para o middle market brasileiro.

Jefferson Nesello - Cofundador & Managing Partner na Zaxo M&A Partners e Conselheiro de Empresas

4 minutos min de leitura
Bem-estar & saúde
26 de agosto de 2026 14H00
A norma exige que as empresas avaliem fatores como jornada, ritmo, metas, autonomia e organização do trabalho. Em nenhum momento a NR-1 fala sobre diagnósticos individuais. Ainda assim, grande parte das organizações respondeu com pesquisas de saúde mental e mapeamentos de sintomas. Agora, com a suspensão temporária das multas pelo STF até setembro, surge uma oportunidade rara: abandonar as respostas equivocadas e voltar à pergunta original que a norma sempre fez sobre o trabalho, e não sobre as pessoas.

Claudia Cavallini - Psicóloga, psicanalista e professora convidada da HSM

8 minutos min de leitura
Marketing & growth, Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
26 de agosto de 2026 08H00
Freelancers, consultores, creators e pequenas agências estão redesenhando a lógica de crescimento no marketing digital. Em vez de ampliar estruturas, apostam em tecnologia para expandir capacidade, ganhar eficiência e aumentar resultados. O desafio agora não é apenas fazer mais em menos tempo, mas construir operações capazes de escalar com inteligência, previsibilidade e qualidade.

Renan Caixeiro - Cofundador e CMO do Reportei

4 minutos min de leitura
Inovação & estratégia
25 de agosto de 2026 14H00
O artigo mostra que inovação não é um destino nem um grande projeto isolado, mas um processo contínuo de testar hipóteses, aprender com evidências e evoluir com intenção estratégica.

Thomas Rebergue - Chief Business Officer da GINGA

3 minutos min de leitura
Cultura organizacional
25 de agosto de 2026 08H00
O artigo demonstra que a criatividade deixa de ser atributo exclusivo da inovação e passa a ocupar um papel central na capacidade das organizações de compreender problemas complexos e construir soluções que gerem valor no longo prazo.

Dilma Campos - Copresidente da Mark Up, futurista e especialista em sustentabilidade e live marketing.

3 minutos min de leitura

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #173

A Geoeconomia entra no mundo corporativo

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #173

A Geoeconomia entra no mundo corporativo