Desenvolvimento pessoal

Como a Linguagem Corporal Afeta a Credibilidade

Durante uma negociação, uma entrevista de emprego, uma apresentação ao chefe ou uma reunião com pares, é comum o corpo desdizer o que as palavras estão dizendo; aprenda a dominar a linguagem corporal para ser mais confiável

Compartilhar:

Sim, enquanto você se esforça para passar credibilidade e construir uma relação de confiança com seu interlocutor, é bem possível que seu corpo o esteja sabotando. Vale lembrar algumas orientações de especialistas, publicadas por revistas como Inc., para garantir que sua linguagem corporal transmita a mesma mensagem que a oral. 

**1 -** Nunca deixe de estabelecer contato visual, pois a ausência dele pode parecer desinteresse. Enquanto fala, mantenha esse contato em pelo menos 50% do tempo.

**2 -** Cuidado com o movimento da cabeça quando diz “sim” ou “não”. Se forem invertidos, a percepção é que você está querendo dizer o oposto do que está falando em palavras.

**3 -** Cruzar os braços quase sempre demonstra descontentamento e falta de conexão com o interlocutor, interrompendo o canal de comunicação.

**4 -** Inclinar a cabeça para trás e levantar o queixo revela rebeldia ou arrogância. É empinar o nariz literalmente!

**5 -** Colocar as mãos nos bolsos ou atrás das costas pode significar que você está nervoso ou, pior, que tem algo a esconder. O mesmo vale para as mãos em frente aos genitais atitude defensiva, temerosa, a evitar sobretudo em negociações.

**6 -** Manter a palma da mão para baixo ou o punho fechado indica agressividade ou sentimento de superioridade e também que você está fechado para qualquer coisa que a pessoa disser. Não faça isso se estiver tentando construir um relacionamento.

**7 -** Talvez essa opção não seja válida para brasileiros, mas quem não gesticula enquanto conversa demonstra desonestidade. Com medo de serem entregues por suas mãos, os mentirosos costumam deixá-las imóveis. 

**8 -** Quer transmitir a mensagem de desconforto e vontade de ir embora o mais rápido possível? Sente-se na beirada da cadeira. É tiro e queda 

**9 -** Ficar segurando um objeto, como uma caneta ou a bolsa, normalmente denota insegurança em culturas ocidentais. No Oriente, tudo bem: lá tende a demonstrar respeito. 

**10 -** Encolher-se é má ideia de modo geral, pois pode fazer com que você pareça indiferente, desinformado ou infeliz. Encolher só um ombro é pior ainda: normalmente indica que você está mentindo.

**11 -** Sentar-se bem em frente a uma pessoa em uma reunião não é recomendável. Forme um ângulo de 45 graus com o interlocutor, para a conversa ser mais colaborativa que conflituosa e para pavimentar a confiança.

Compartilhar:

Artigos relacionados

Previsibilidade não é sorte: é engenharia comercial

Em um cenário de mercado mais seletivo e volátil, este artigo mostra por que resultados consistentes não dependem de talento individual, mas da capacidade da liderança comercial de estruturar processos, diagnosticar com precisão e transformar vendas em uma operação científica.

Cargo versus competências

O futuro do trabalho não está nos cargos. Este artigo revela por que a competitividade das empresas passa a depender menos do organograma e mais da capacidade de mapear, desenvolver e combinar competências.

Para quem você escreve: pra pessoas ou pros algoritmos?

Em meio à queda de alcance e às mudanças constantes dos algoritmos, este artigo propõe um ajuste de rota: mais do que tentar “jogar o jogo” das plataformas, a verdadeira conexão, e relevância, ainda nasce da capacidade de ser humano, autêntico e presente nas interações.

Cultura organizacional, Bem-estar & saúde
13 de junho de 2026 15H00
Inspirado por um colapso histórico no esporte, este artigo revela um dos riscos mais silenciosos das organizações: equipes talentosas deixam de performar quando a confiança desaparece - e a liderança não cria um ambiente onde as pessoas se sintam seguras para falar, participar e contribuir de verdade.

Dr. Cristiano Nabuco - Reitor da Artmed School of Psychology (APSY)

6 minutos min de leitura
Marketing & growth
13 de junho de 2026 08H00
Em um cenário de mercado mais seletivo e volátil, este artigo mostra por que resultados consistentes não dependem de talento individual, mas da capacidade da liderança comercial de estruturar processos, diagnosticar com precisão e transformar vendas em uma operação científica.

Natalia Coca - Fundadora da FunFlow, estrategista de vendas e palestrante

7 minutos min de leitura
Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho, Liderança
12 de junho de 2026 14H00
Entre piscinas, quadras e salas de conselho, este artigo mostra por que a performance sustentável não nasce do excesso de esforço, mas da capacidade de alinhar foco, descanso, decisão e leitura de contexto na liderança.

Thierry Marcondes

0 min de leitura
Inovação & estratégia, Marketing & growth
12 de junho de 2026 09H00
O preço do aparelho é só o começo - o custo real aparece no uso. Este artigo revela como custos ocultos e recorrentes redefinem a lógica de consumo de smartphones e impulsionam novos modelos de uso.

Stephanie Peart - Head da Leapfone

3 minutos min de leitura
Cultura organizacional, Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
11 de junho de 2026 16H00
O futuro do trabalho não está nos cargos. Este artigo revela por que a competitividade das empresas passa a depender menos do organograma e mais da capacidade de mapear, desenvolver e combinar competências.

Felipe Ribeiro - Cofundador da Evermonte Executive & Board Search

3 minutos min de leitura
Marketing & growth, Inovação & estratégia
11 de junho de 2026 09H00
Em meio à queda de alcance e às mudanças constantes dos algoritmos, este artigo propõe um ajuste de rota: mais do que tentar “jogar o jogo” das plataformas, a verdadeira conexão, e relevância, ainda nasce da capacidade de ser humano, autêntico e presente nas interações.

Viviane Mansi - Conselheira de empresas, mentora e professora

2 minutos min de leitura
Lifelong learning
10 de junho de 2026 17H00
Pior do que não saber é achar que já sabe. Este artigo expõe um risco silencioso nas organizações: não é a falta de conhecimento que mais compromete decisões, mas a combinação perigosa entre entendimento superficial e confiança excessiva.

Jorge Inafuco - Consultor e Palestrante da HSM, Sociólogo, Professor de MBAs, Conselheiro e Mentor

4 minutos min de leitura
Inovação & estratégia, Tecnologia & inteligencia artificial
10 de junho de 2026 08H00
Dentro dos bilhões investidos em IA existe uma única aposta: a de que a inteligência vai deixar de ser escassa. Se ela se confirmar, não vai apenas cortar os seus custos. Vai dissolver os fossos competitivos sobre os quais as partes mais lucrativas da sua empresa foram construídas, muitas vezes sem ninguém perceber.

Átila Persici Filho - COO da Bolder, Professor de MBA e Pós-Tech na FIAP e Conselheiro de Inovação

8 minutos min de leitura
Marketing
9 de junho de 2026 18H00
Em um mundo onde a presença digital se estende para além das redes sociais, este artigo mostra que a reputação de um líder não é construída pelo que ele publica, mas pela coerência entre discurso, comportamento e cada interação do dia a dia.

Bruna Lopes de Barros

4 minutos min de leitura
Inovação & estratégia, Cultura organizacional
9 de junho de 2026 09H00
Nunca tivemos tanto acesso à informação. E, paradoxalmente, nunca foi tão difícil saber o que está realmente acontecendo.

Angelina Bejgrowicz - Fundadora e CEO da AB-Global Connections

4 minutos min de leitura

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #172

Missão China: No ano do cavalo e de fogo

Não basta olhar para a tecnologia chinesa; a grande diferença está em entender sua gestão

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #172

Missão China: No ano do cavalo e de fogo

Não basta olhar para a tecnologia chinesa; a grande diferença está em entender sua gestão