Uncategorized

Como virar uma ORGANIZAÇÃO em REDE

É possível transformar seus funcionários e todos os seus relacionamentos em agentes de mudança, crescimento e sucesso
é fundador e presidente da Context Partners, consultoria de design especializada em ajudar as empresas a escalar relacionamentos, com sede em Portland, Oregon, nos EUA.

Compartilhar:

**Vale a leitura porque…**
… a qualidade dos relacionamentos de uma empresa continua sendo seu melhor indicador do sucesso de longo prazo, sejam eles com consumidores, funcionários ou fornecedores.
…. qualquer organização pode se beneficiar de focar relacionamentos em vez de transações, mas é preciso entender por que uma companhia como a Apple funciona mais em rede do que a Tesla. 

Com o lançamento do Windows 10, a Microsoft fez uso de uma estratégia de rede que aproveitou o enorme poder de sua comunidade, composta por usuários e desenvolvedores externos, além de seus próprios funcionários. 

A gênese se deu no Windows Insider Program (WIP), iniciativa que os engenheiros da Microsoft criaram para resolver problemas de escala com base no feedback de uma ampla comunidade de profissionais que testam versões beta. 

Quando o Windows 10 estava sendo desenvolvido, a empresa redesenhou a estrutura do programa WIP, transformando-o em uma rede fluida de mais de 7 milhões de usuários, desenvolvedores externos e profissionais de marketing, que comunica para além das fronteiras da organização, com base em uma visão compartilhada do que o Windows 10 poderia ser. 

Foi a primeira vez que uma grande empresa de software permitiu que as linhas que separam funcionários e usuários ficassem tão pouco claras. E isso teve um impacto profundo sobre o projeto: além de o Windows 10 ser o melhor sistema operacional que a Microsoft já criou, o lançamento foi precedido de grande expectativa, o que se refletiu no resultado das vendas. 

A abordagem baseada na rede de relacionamentos fez a Microsoft voltar a ser vista como uma organização capaz de pensar à frente e superar as expectativas dos clientes. 

Sua empresa também deve adotar uma estrutura em rede? A resposta depende, em parte, de seus propósitos. Entretanto, é mais provável que sim, por duas razões: 

• As organizações em rede são mais flexíveis diante das mudanças do mercado.
• Elas são mais capazes de preservar seus relacionamentos quando passam por processos de mudança significativos, como o redirecionamento da marca ou o surgimento de uma nova estratégia de negócios. 

As empresas que aprofundaram esse modelo, como Wikipedia, eBay e Airbnb, tornaram mais tênues as linhas que separam clientes e funcionários, de maneira a oferecer uma gama mais ampla de opções de relacionamento, do “estritamente transacional” à “participação entusiasmada”. 

Isso também influencia a organização internamente, aumentando a retenção de talentos, ao criar um ambiente de trabalho em que se estimula, por exemplo, a comunicação aberta. 

**AS CANDIDATAS**

Atuar em rede não é para qualquer um: empresas de mercados altamente comoditizados, em que a qualidade e o preço dos produtos superam tudo o mais (e não há lealdade à marca), não conseguem se beneficiar dos relacionamentos em rede. 

No entanto, mesmo marcas que lidam com grandes volumes e estão focadas nas transações, como o Walmart, já se viram em situações em que tomaram decisões de mercado expressamente com o objetivo de se conectar aos valores dos clientes. Essa é a razão pela qual, atualmente, a rede de supermercados é a maior vendedora do mundo de produtos orgânicos, ainda que isso signifique praticar preços que nem sempre combinam com sua imagem de líder em preços. 

O modelo em rede também não serve a companhias tão dirigidas por sua visão original, ou pelos princípios do fundador, que não têm interesse em responder aos valores de sua rede de relacionamentos. 

A Tesla é um bom exemplo disso, ao contrário da Apple. As duas marcas são diretamente associadas a seus fundadores, mas a Tesla de Elon Musk existe primordialmente para tornar realidade uma visão específica de como o mundo deve funcionar. Trata-se de uma visão poderosa que atrai centenas de milhares de pessoas, mas a empresa faz pouco para estimular as relações entre os clientes ou promover debates com os entusiastas de seus conceitos. 

A Apple, por sua vez, sempre foi uma empresa com profunda capacidade de resposta. Apesar de seu famoso princípio de “não fazer pesquisas de mercado”, a companhia se transformou várias vezes ao atender às necessidades dos usuários de tecnologia no momento certo, o que incluiu criar um sistema operacional mais amigável (Mac OS), integrar plataformas e conteúdos (com o iTunes e o iPod) e lançar o “computador móvel” (iPhone). A Apple consegue fazer isso, em parte, por apoiar ativamente sua rede de usuários, desenvolvedores e funcionários, por meio de suas lojas e das comunidades online. 

**A TRANSIÇÃO**

As relações humanas dentro das organizações e a seu redor são incrivelmente complexas, mas há caminhos eficientes para lidar com elas, em especial três:

**1. Criar incentivos para a formação de relacionamentos.** Quando você se torna um usuário do Airbnb, a primeira coisa que faz é criar um perfil que inclui foto, algumas informações pessoais, seus interesses como viajante e seus links nas redes sociais. O objetivo inicial é verificar sua identidade, parte essencial da confiança que se deve estabelecer nesse sistema de hospedagem. 

No entanto, o perfil dos usuários é só o primeiro passo de uma longa jornada. Visitantes e anfitriões são estimulados a fazer comentários uns sobre os outros, e o Airbnb realiza regularmente encontros entre eles. 

Além disso, quem decide se tornar um anfitrião passa para outro patamar de incentivos, desenhados para fazer com que a pessoa se aproxime cada vez mais da marca: o status de “superanfitrião” no caso de críticas excepcionalmente boas, convites para eventos no país e no exterior, entre outros. 

A abordagem do Airbnb exemplifica três aspectos que devem ser levados em conta quando se trata de incentivos ao relacionamento. A empresa oferece recompensas materiais personalizadas. Também prevê o reconhecimento – por meio de certificados e títulos, por exemplo – e cria experiências que tanto recompensam como dão às pessoas a chance de formar mais relacionamentos. 

As três formas de incentivo, em conjunto, transmitem uma mensagem poderosa: os relacionamentos são valiosos, não importa como você mensure esse valor. Internamente, o Airbnb adota uma abordagem semelhante para estimular a formação de vínculos. Os funcionários aproveitam regalias exclusivas não apenas por seu desempenho, mas por terem ótima interação com viajantes, anfitriões e outros públicos. 

**2. Desenvolver um propósito compartilhado e disseminar esse conceito por toda a organização.** É surpreendente o número de empresas que nunca pararam para definir seu propósito central, algo além de “ser financeiramente bem-sucedida”. Fazer isso deveria ser o primeiro passo, pois é crucial para conseguir que os funcionários estejam alinhados sem que a liderança precise ser excessivamente impositiva. 

Mais do que uma visão definida internamente, um propósito compartilhado é algo que surge de toda a comunidade de profissionais da companhia, dos líderes e dos consumidores e vai além dos objetivos correntes da organização. 

O propósito pode ser o “compromisso com a sustentabilidade ambiental” ou a “crença de que todos merecem um preço em promoção”, não importa. Uma vez definido, ele deve ser claramente enunciado e compreendido amplamente em toda a empresa. 

Quando o propósito é compartilhado, a superação de algumas tarefas complicadas fica mais fácil, uma que vez se passa a lidar com desejos e comportamentos já existentes. Esse caminho também permite que a organização aproveite o que já acontece, em vez de perpetuar sonhos irrealistas. 

Por exemplo, fazer com que o processo de tomada de decisão envolva mais os níveis operacionais torna-se uma possibilidade mais segura quando cada colaborador trabalha com base no mesmo conjunto de motivações. 

O propósito compartilhado também torna os funcionários mais efetivos na comunicação com os clientes sobre novas ofertas ou mudanças nas políticas da empresa, porque todos partem do mesmo objetivo comum. 

A abordagem tradicional de política de relacionamento com os consumidores se baseia em entregar aos colaboradores um roteiro ou um livro de regras. É o caminho certo para a apatia e para um serviço que não atende às necessidades das pessoas. 

Em uma organização em rede, tudo começa por convencer os funcionários da nova abordagem e dar a eles a tarefa de levar a mudança aos clientes, de um modo que faça sentido para todos. É aí que se originam interações genuínas e baseadas na lealdade. 

De todas as ações colocadas em prática nas organizações em rede bem-sucedidas, o propósito compartilhado talvez seja o mais difícil de dar certo, pois requer um nível de coerência que chega aos patamares mais elevados da gestão, com a flexibilidade necessária para não deixar que o princípio se transforme em dogma. 

**3. Confiar nos funcionários.** O e-commerce Zappos é, provavelmente, o exemplo mais conhecido desse tipo de abordagem, com seu já lendário serviço ao cliente, baseado em grande parte na política de contratar apenas profissionais engajados e entusiasmados para, em seguida, dar a eles liberdade para brilhar. 

A Zappos se diferencia por contratar com base na confiança, mais do que em habilidades, partindo do pressuposto de que as habilidades podem ser ensinadas, enquanto a confiança é inata. Esse é um pressuposto correto – profissionais recém-contratados que compartilhem genuinamente seu propósito e queiram trabalhar com base na confiança são os pilares de uma organização em rede. 

**O DESAFIO DE MUDAR**

Táticas como as apresentadas aqui podem parecer intuitivas, até simples, mas, para a maioria das empresas, são surpreendentemente difíceis de implementar. 

Para começar, uma organização em rede demanda uma liderança espalhada, o que significa que todos os funcionários tenham acesso às lideranças executivas e a outras instâncias de tomada de decisão. 

Esse pressuposto, entretanto, vai geralmente contra práticas arraigadas daqueles que, de fato, costumam tomar as decisões. Uma hierarquia corporativa típica, com uma longa cadeia de comando, faz com que o esforço de disseminação dos valores organizacionais se pareça com uma espécie de “telefone sem fio”. 

Mudar as estruturas de liderança, os incentivos comportamentais e os padrões de comportamento também exige muito dos colaboradores e de outros integrantes da rede da organização. Esses elementos não são peças de uma máquina que podem ser trocadas de uma hora para a outra para melhorar o desempenho. São comportamentos aprendidos em centenas ou milhares de horas de trabalho. Também são parte de uma cultua existente que ajuda a reduzir as tensões diárias entre pessoas muito ocupadas. Pedir a todos que mudem isso tudo, de uma vez só, é um pedido e tanto. 

Simplesmente decidir ser mais baseado em rede, valorizando mais os relacionamentos e afastando-se de uma mentalidade transacional, não é suficiente. É preciso montar um projeto para isso, o que exige uma estratégia e um plano de ação, com papéis e etapas claramente definidos para assegurar sua conclusão. Um bom ponto de partida é a autoavaliação sincera; outro, responder a seis perguntas cruciais para constituir uma estratégia de rede _[veja quadro ao lado]._

**UMA TENDÊNCIA**

A mudança na direção de redes formadas por relacionamentos desempenhou papel decisivo na trajetória de sucesso das histórias retratadas aqui, mesmo que, à primeira vista, pareçam ser casos muito especiais, com produtos únicos ou com uma base de consumidores particularmente diferenciada. 

A rede é uma tendência que vai ganhar velocidade nos próximos anos, à medida que as comunicações fiquem mais fluidas e digitais e a conectividade entre as pessoas se torne uma segunda natureza. 

Essa evolução possui consequências significativas para qualquer organização que dependa das relações humanas para alcançar seus objetivos – ou seja, praticamente todas elas. Demanda transformações relevantes nas comunicações e estruturas de poder e incentivo, ao mesmo tempo que abre caminho para oportunidades notáveis. 

Para uma grande empresa de tecnologia, mais interações em rede podem se traduzir em clientes confortáveis desempenhando papéis fluidos – uns só comprariam e usariam o software; outros fariam comentários casuais sobre como melhorá-lo; e alguns, mais motivados, contribuiriam efetivamente para os esforços de pesquisa e desenvolvimento, testando produtos antes de irem ao mercado, fornecendo feedback formal e compartilhando-o com seus pares. 

No caso de uma pequena fabricante especializada, a estrutura de rede talvez signifique um esforço extra, importante, em promover diálogos com fornecedores e parceiros. 

E, para um varejista online, a nova abordagem pode envolver funcionários atuando em pequenas equipes ao redor do mundo, com pouca gestão direta e suficientemente prontos para tomar decisões com autonomia. 

**6 PERGUNTAS-CHAVE**

**1.** Quem são os integrantes da comunidade da organização – não apenas funcionários e clientes, mas todos os públicos necessários para o sucesso da empresa?
**2.** Qual o propósito que os integrantes dessa comunidade compartilham, com ou sem a organização?
**3.** Que papel a empresa desempenha na busca desse propósito? Como pode desempenhar esse papel de maneira mais efetiva?
**4.** Como a organização recompensa a formação de relacionamentos (não apenas transações) entre os integrantes da comunidade?
**5.** Que mudanças estruturais devem ser feitas a fim de impulsionar relacionamentos de longo prazo, sem sacrificar as transações de curto prazo?
**6.** Como estão sendo modelados os tipos de análise e de liderança baseados em relacionamento que se quer que os funcionários tenham? 

**Você aplica quando…**
… faz a transição para o novo modelo, oferecendo incentivos aos relacionamentos, criando e disseminando um propósito compartilhado e promovendo a confiança dentro e fora da organização.
… dispõe-se a fazer as mudanças necessárias nas estruturas de incentivos e de poder e também nas comunicações.

Compartilhar:

Artigos relacionados

O cliente ainda precisa de vendedores?

A IA já é capaz de automatizar uma parte significativa das atividades comerciais, da prospecção à geração de propostas. Mas isso não torna o vendedor menos relevante. Pelo contrário. Ao retirar tarefas operacionais da rotina, a tecnologia eleva a exigência sobre aquilo que continua sendo exclusivamente humano: interpretar contextos, construir confiança, fazer perguntas melhores e ajudar clientes a tomar decisões.

76% das organizações já têm um Chief AI Office (CAIO). E agora, qual é o papel do CEO?

Se os algoritmos passam a apoiar decisões, automatizar processos e influenciar estratégias, qual passa a ser o verdadeiro papel do CEO? O artigo explora o surgimento do Chief AI Officer e mostra por que o papel do CEO deixa de ser apenas gerir pessoas e negócios para incluir decisões sobre os limites, responsabilidades e impactos da IA dentro das organizações.

Empresa familiar sem governança é refém do fundador; com governança, vira legado

O mercado de M&A tem demonstrado que empresas com bom potencial nem sempre conseguem converter interesse em transação. Muitas vezes, a diferença está na qualidade da governança. Ao discutir sucessão, gestão, acordos societários e profissionalização da tomada de decisão, o artigo explica por que a governança se tornou um dos principais fatores de geração de valor para o middle market brasileiro.

A NR-1 perguntou sobre o trabalho. A empresa respondeu sobre as pessoas.

A norma exige que as empresas avaliem fatores como jornada, ritmo, metas, autonomia e organização do trabalho. Em nenhum momento a NR-1 fala sobre diagnósticos individuais. Ainda assim, grande parte das organizações respondeu com pesquisas de saúde mental e mapeamentos de sintomas. Agora, com a suspensão temporária das multas pelo STF até setembro, surge uma oportunidade rara: abandonar as respostas equivocadas e voltar à pergunta original que a norma sempre fez sobre o trabalho, e não sobre as pessoas.

A equipe de marketing do futuro pode caber em uma pessoa

Freelancers, consultores, creators e pequenas agências estão redesenhando a lógica de crescimento no marketing digital. Em vez de ampliar estruturas, apostam em tecnologia para expandir capacidade, ganhar eficiência e aumentar resultados. O desafio agora não é apenas fazer mais em menos tempo, mas construir operações capazes de escalar com inteligência, previsibilidade e qualidade.

Vendas, Tecnologia & inteligencia artificial
27 de agosto de 2026 18H00
A IA já é capaz de automatizar uma parte significativa das atividades comerciais, da prospecção à geração de propostas. Mas isso não torna o vendedor menos relevante. Pelo contrário. Ao retirar tarefas operacionais da rotina, a tecnologia eleva a exigência sobre aquilo que continua sendo exclusivamente humano: interpretar contextos, construir confiança, fazer perguntas melhores e ajudar clientes a tomar decisões.

Carol Manciola - CEO da Conectas

6 minutos min de leitura
Liderança, Inovação & estratégia
27 de agosto de 2026 15H00
Se os algoritmos passam a apoiar decisões, automatizar processos e influenciar estratégias, qual passa a ser o verdadeiro papel do CEO? O artigo explora o surgimento do Chief AI Officer e mostra por que o papel do CEO deixa de ser apenas gerir pessoas e negócios para incluir decisões sobre os limites, responsabilidades e impactos da IA dentro das organizações.

Bruno Padredi - Fundador e CEO da B2B Match

3 minutos min de leitura
Cultura organizacional, Liderança
27 de agosto de 2026 08H00
O mercado de M&A tem demonstrado que empresas com bom potencial nem sempre conseguem converter interesse em transação. Muitas vezes, a diferença está na qualidade da governança. Ao discutir sucessão, gestão, acordos societários e profissionalização da tomada de decisão, o artigo explica por que a governança se tornou um dos principais fatores de geração de valor para o middle market brasileiro.

Jefferson Nesello - Cofundador & Managing Partner na Zaxo M&A Partners e Conselheiro de Empresas

4 minutos min de leitura
Bem-estar & saúde
26 de agosto de 2026 14H00
A norma exige que as empresas avaliem fatores como jornada, ritmo, metas, autonomia e organização do trabalho. Em nenhum momento a NR-1 fala sobre diagnósticos individuais. Ainda assim, grande parte das organizações respondeu com pesquisas de saúde mental e mapeamentos de sintomas. Agora, com a suspensão temporária das multas pelo STF até setembro, surge uma oportunidade rara: abandonar as respostas equivocadas e voltar à pergunta original que a norma sempre fez sobre o trabalho, e não sobre as pessoas.

Claudia Cavallini - Psicóloga, psicanalista e professora convidada da HSM

8 minutos min de leitura
Marketing & growth, Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
26 de agosto de 2026 08H00
Freelancers, consultores, creators e pequenas agências estão redesenhando a lógica de crescimento no marketing digital. Em vez de ampliar estruturas, apostam em tecnologia para expandir capacidade, ganhar eficiência e aumentar resultados. O desafio agora não é apenas fazer mais em menos tempo, mas construir operações capazes de escalar com inteligência, previsibilidade e qualidade.

Renan Caixeiro - Cofundador e CMO do Reportei

4 minutos min de leitura
Inovação & estratégia
25 de agosto de 2026 14H00
O artigo mostra que inovação não é um destino nem um grande projeto isolado, mas um processo contínuo de testar hipóteses, aprender com evidências e evoluir com intenção estratégica.

Thomas Rebergue - Chief Business Officer da GINGA

3 minutos min de leitura
Cultura organizacional
25 de agosto de 2026 08H00
O artigo demonstra que a criatividade deixa de ser atributo exclusivo da inovação e passa a ocupar um papel central na capacidade das organizações de compreender problemas complexos e construir soluções que gerem valor no longo prazo.

Dilma Campos - Copresidente da Mark Up, futurista e especialista em sustentabilidade e live marketing.

3 minutos min de leitura
Marketing & growth, User Experience, UX
24 de agosto de 2026 14H00
A antiga disputa entre e-commerce e lojas físicas perdeu sentido. O consumidor atual transita naturalmente entre ambientes digitais e presenciais, esperando uma experiência única, integrada e sem atritos. O artigo mostra por que o sucesso no varejo já não depende da força de um canal específico, mas da capacidade de conectar dados, tecnologia, atendimento e conveniência para construir jornadas fluidas e relevantes em todos os pontos de contato com a marca.

André Seibel - CEO do Circuito de Compras

3 minutos min de leitura
Liderança, Cultura organizacional
24 de agosto de 2026 08H00
Existe uma crença silenciosa nas empresas de que profissionais experientes precisam ter opinião sobre tudo e discordar de quase todos. O problema é que posicionamento não é sinônimo de oposição. Neste artigo, o autor provoca uma reflexão sobre como a necessidade de marcar território pode comprometer relacionamentos, confiança e crescimento na carreira, e por que profissionais verdadeiramente influentes são aqueles que contribuem para a qualidade das decisões, independentemente de quem trouxe a ideia para a mesa.

Rubens Pimentel - CEO da Trajeto Desenvolvimento Empresarial

3 minutos min de leitura
Marketing & growth, Inovação & estratégia
23 de agosto de 2026 13H00
As grandes ideias raramente surgem da repetição das mesmas referências. Em uma época de acesso democratizado à informação e às tecnologias, o diferencial competitivo passa a ser a qualidade das perguntas que fazemos. Ao refletir sobre arte, cultura e criatividade, o artigo argumenta que as marcas mais inovadoras serão aquelas capazes de formar pessoas que aprendam a observar, conectar e interpretar o mundo de formas que ainda não foram exploradas.

Rui Piranda - Sócio-fundador da ForALL

4 minutos min de leitura

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #173

A Geoeconomia entra no mundo corporativo

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #173

A Geoeconomia entra no mundo corporativo