Empreendedorismo, ESG

#CompreDelas: Você sabe o que são compras sensíveis a gênero?

Compras sensíveis ao gênero como ferramenta de transformação e oportunidade de negócio

Compartilhar:

Você já ouviu falar sobre compras sensíveis ao gênero? Este conceito vai além de simples transações comerciais. Trata-se de uma abordagem que reconhece e respeita as distintas necessidades e perspectivas de diferentes grupos, especialmente mulheres e minorias. Ao considerar esses aspectos, podemos promover uma maior equidade na comercialização de produtos e serviços. Ao optarmos por adquirir produtos de mulheres e grupos minorizados, estamos contribuindo para um ambiente econômico mais justo e inclusivo. Essas escolhas não só reconhecem o importante papel das mulheres na economia, mas também promovem mudanças significativas em todo o ecossistema.

No entanto, é crucial reconhecer que, apesar de seu impacto positivo, as mulheres enfrentam desafios únicos ao tentar vender seus próprios produtos ou serviços. A diversidade é muito mais do que apenas uma métrica de inclusão nas empresas. Na verdade, é na diversidade que encontramos a verdadeira fonte de inovação. Empresas que abraçam a pluralidade de experiências, incluindo as diferenças de gênero, estão mais bem posicionadas para encontrar soluções criativas e eficientes para uma ampla gama de desafios. Portanto, ao considerarmos as compras sensíveis ao gênero, estamos não apenas promovendo equidade, mas também impulsionando a inovação.

Apesar dos avanços em direção à equidade de gênero, ainda enfrentamos obstáculos significativos no caminho para uma economia verdadeiramente inclusiva. As mulheres continuam a enfrentar dificuldades ao tentar vender seus produtos ou serviços, muitas vezes devido a preconceitos arraigados e falta de acesso a redes de apoio. No entanto, ao promovermos compras sensíveis ao gênero e valorizarmos a diversidade empresarial, podemos criar oportunidades reais para o crescimento econômico sustentável e a igualdade de oportunidades.

Apoiar a diversidade da cadeia de suprimentos e fomento às práticas de ESG é também uma oportunidade de negócio. Inclusive, na Rede Mulher Empreendedora percebemos que os benefícios são muitos:

Diversidade: Ao ampliar a diversidade de fornecedores, as empresas descobrem soluções inovadoras e personalizadas que atendem às suas necessidades de forma mais eficiente.

Reputação: A adoção de práticas inclusivas e responsáveis fortalece a imagem da empresa no mercado, atraindo clientes e parceiros que valorizam a diversidade e a sustentabilidade.

Aumento da competitividade: Empresas com culturas plurais e inovadoras são mais propensas a se destacar no mercado, atraindo e retendo talentos e impulsionando o crescimento.

Ao optar por compras sensíveis a gênero, você contribui para a construção de um mercado mais justo, inclusivo e inovador.

Compartilhar:

Artigos relacionados

O cargo que vai sumir não é o que você está pensando

A maior vulnerabilidade da era da IA pode não estar nos profissionais juniores, mas nos cargos criados para coordenar fluxos e transmitir informações. O que acontece quando a tecnologia passa a fazer isso melhor, mais rápido e mais barato?

O futuro da liderança passa pelas mulheres

As mulheres brasileiras nunca estudaram tanto nem estiveram tão qualificadas para ocupar posições de decisão. Este artigo discute por que a desigualdade de representação persiste e como educação, networking e visibilidade continuam sendo fundamentais para transformar preparo em oportunidade.

Cultura organizacional, Inovação & estratégia, Liderança
9 de julho de 2026 15H00
O maior risco da sucessão não é a troca de comando. É deixar para depois. Este artigo mostra por que a continuidade dos negócios depende menos dos herdeiros e mais da preparação, da governança e da capacidade de construir o próximo ciclo de crescimento.

Pedro Fenati Bicalho - Sócio da FC Partners

5 minutos min de leitura
Inovação & estratégia, Cultura organizacional, Tecnologia & inteligencia artificial
9 de julho de 2026 08H00
A inteligência artificial já consegue executar boa parte do trabalho operacional. O que ela ainda não faz é dar sentido, construir confiança e imaginar futuros. Este artigo mostra por que o verdadeiro gargalo das empresas deixou de ser tecnológico e passou a ser a forma como lideram, colaboram e tomam decisões.

Eduardo Ibrahim - Fundador e CEO da Humana AI, Faculty Global da Singularity University e autor do best-seller Economia Exponencial

6 minutos min de leitura
Tecnologia & inteligencia artificial, Inovação & estratégia
8 de julho de 2026 15H00
A inteligência artificial deixou de ser um projeto da área de tecnologia e passou a fazer parte da rotina de todas as áreas da empresa. O problema é que, em muitos casos, sua adoção avança mais rápido do que os mecanismos de segurança, compliance e governança capazes de sustentá-la.

Rodrigo Hülsenbeck - CEO da Premiersoft

3 minutos min de leitura
Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
8 de julho de 2026 08H00
A maior vulnerabilidade da era da IA pode não estar nos profissionais juniores, mas nos cargos criados para coordenar fluxos e transmitir informações. O que acontece quando a tecnologia passa a fazer isso melhor, mais rápido e mais barato?

Amanda Graciano - Fundadora da Trama

4 minutos min de leitura
Liderança, Estratégia
7 de julho de 2026 14H00
Entre Polônia e Brasil, teatro e negócios, cultura e estratégia, a autora propõe uma reflexão instigante sobre pertencimento, inteligência cultural e a capacidade, cada vez mais rara, de pensar com independência em um mundo saturado de narrativas.

Angelina Bejgrowicz - Fundadora e CEO da AB-Global Connections

15 minutos min de leitura
Liderança
7 de julho de 2026 08H00
As mulheres brasileiras nunca estudaram tanto nem estiveram tão qualificadas para ocupar posições de decisão. Este artigo discute por que a desigualdade de representação persiste e como educação, networking e visibilidade continuam sendo fundamentais para transformar preparo em oportunidade.

Luiza Helena Trajano - Presidente do Conselho do Magazine Luiza e Presidente do Grupo Mulheres do Brasil

3 minutos min de leitura
Marketing & growth
6 de julho de 2026 16H00
Enquanto o networking superficial busca visibilidade, as conexões que realmente transformam carreiras nascem da credibilidade construída em projetos, desafios e relações pautadas pela confiança.

Ulisses Pimentel - Executivo, advisor e especialista em vendas consultivas B2B

6 minutos min de leitura
Bem-estar & saúde
6 de julho de 2026 09H00
Com a aceleração da inteligência artificial e a explosão de conteúdo, a liderança passa a exigir menos consumo de informação e mais capacidade de interpretar tendências, conectar contextos e tomar decisões em meio à complexidade.

Ale Fu - Executiva de Tecnologia, Professora, Palestrante, além de coordenadora da Comissão de Estratégia e Inovação do IBGC e membro do Grupo de Trabalho de Inteligência Artificial da ABES

6 minutos min de leitura
ESG
5 de julho de 2026 14H00
O maior risco do ESG não está no “E” nem no “S”, mas na fragilidade da governança que deveria sustentar ambos. Este artigo mostra como a NBR ISO 37301 ajuda organizações a transformar ética, compliance e gestão de riscos em evidências concretas de maturidade ESG.

Fernando Palamone - CEO da RT-One

3 minutos min de leitura
Marketing & growth
5 de julho de 2026 09H00
Enquanto as marcas continuam disputando atenção nos feeds, as conversas que realmente influenciam percepções e decisões migraram para espaços mais fechados e menos visíveis. Este artigo mostra por que o futuro da relevância pode estar justamente onde os algoritmos não alcançam.

Dilma Campos - Copresidente da Mark Up

4 minutos min de leitura

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #173

A Geoeconomia entra no mundo corporativo

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #173

A Geoeconomia entra no mundo corporativo