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Construindo um negócio no longo prazo

Em um mercado em que gerar efeitos de rede vira, cada vez mais, um diferencial competitivo, o software de gestão de redes adquire uma importância renovada

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O dia a dia do empresário moderno parece requerer muito mais do que as 24 horas disponíveis no dia. Além de gerenciar o lado financeiro e administrativo do negócio é necessário ainda organizar o marketing, a comunicação, gestão de pessoas e as estratégias de engajamento e fidelização de clientes, entre outras áreas, para se manter dentro do mercado competitivo que estamos.

Para as empresas que buscam estabelecer seu negócio visando o longo prazo, pode ser muito valioso coletar e gerenciar informações de seus clientes, para depois desenvolver campanhas que atinjam o público-alvo correto com a mensagem adequada. Com isso é possível entender quem é o seu consumidor e o que ele procura, construindo estratégias de fidelização ao redor disso.

Uma pesquisa da Zoho feita no Brasil com mais de 400 donos de empresas revelou que **54% deles acreditam que anúncios nas redes sociais é a abordagem com mais impacto em seus clientes.** Apesar disso, mais de 30% deles não gerenciam suas redes ou captam dados de clientes por elas.

Existem diversas razões para isso, como falta de conhecimento ou dificuldade em entender a tecnologia disponível. Infelizmente pouco se fala sobre os softwares de gestão de redes e criam-se estigmas. Por exemplo, 62% dos que possuem um negócio acreditam que o preço cobrado por softwares é muito alto, sendo que existem diversas opções gratuitas no mercado. Essa ideia de que a tecnologia é cara foi construída e acaba desencorajando quem está começando.

Outro ponto que chama atenção na pesquisa é a quantidade de empresas que estão preocupadas com a segurança de seus usuários. Apesar de 88% dos entrevistados nunca ter perdido nada com invasões, falha de segurança ou hacks, só 9% disseram que não pagariam para oferecer segurança aos clientes em seus sites. Isso demonstra uma conscientização por parte dos proprietários, principalmente com a chegada da nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrará em vigor em agosto do ano que vem.

As empresas precisam **escolher fornecedores que tenham visão de longo prazo** e que valorizem os quatro pilares institucionais empresariais – clientes, produtos, funcionários e cultura. Muitas marcas de tecnologia acabaram se perdendo nisso, focando mais na divulgação de um nome do que no produto em si. Isso precisa mudar, até porque 27% dos empresários levam em conta as funcionalidades antes de comprar um programa enquanto só 12% levam em conta o fabricante/desenvolvedor.

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