Uncategorized

Crescer sem perder a doçura

Em 1996, duas jovens empreendedoras incluem uma nova palavra no dicionário gastronômico: cupcake. Dez anos depois, Steve Abrams compra a marca Magnolia e dá novo impulso ao negócio, tornando a marca famosa mundialmente, sem investir um único centavo em marketing. Nesta entrevista exclusiva, ele conta um pouco de sua receita de sucesso
A reportagem é de Carolina Suárez, colaboradora de HSM Management.

Compartilhar:

> **Saiba mais sobre Steve Abrams**
>
> **Quem é:** CEO e controlador da Magnolia Bakery. 
>
> **Trajetória:** era amigo das fundadoras, tornou-se franqueado em 2006 e, em um mês, adquiriu o negócio. 
>
> **Característica-chave:** é “empreendedor em série”; além da Magnolia, tem um bar, um restaurante e uma construtora.

Steve Abrams tem 55 anos, é magro e, confessa, não come cupcakes; ele quer manter a forma. Tampouco faz cupcakes com as próprias mãos. No entanto, é ele quem cuida do negócio que é sinônimo de cupcake no mundo, a Magnolia Bakery. Em sete anos sob seu comando, a marca disseminou-se de modo impressionante e hoje conta com sete lojas nos Estados Unidos e cinco no Oriente Médio. Quem fundou a Magnolia Bakery, em 1996, foram Allysa Torey e Jennifer Appel, cujo livro de receitas, The Magnolia Bakery Cookbook, virou um best-seller. Abrams era amigo pessoal delas e adquiriu a empresa, em 2006, dando-lhe outra escala e visibilidade. E os planos de expansão daqui para frente são ainda mais ambiciosos: contemplam a abertura de mais 120 pontos de venda nos próximos cinco anos. HSM Management entrevistou Abrams com exclusividade em Nova York, para conhecer os bastidores da produção e da venda desses doces que estão na boca de todo mundo 

> **O Brasil está nos planos**
>
> Os cupcakes começaram a fazer sucesso no Brasil, principalmente no eixo São Paulo-Rio de Janeiro, em 2006. Apareceram primeiro em festas e eventos, como sobremesas ou lembranças. Logo passaram a ser vendidos por encomenda e não demorou para surgirem as primeiras lojas, tornando-se um negócio promissor, inclusive para pequenos empreendedores. Não há estimativas precisas do potencial desse mercado no Brasil, mas tudo indica que os cupcakes não são apenas um modismo e vieram para ficar. A própria Magnolia Bakery já mostrou interesse no mercado brasileiro. Há cerca de dois anos, Steve Abrams anunciava em entrevistas à imprensa que buscava investidores para abrir loja nas capitais do País. “Somos uma marca que lida com estilo de vida. Amamos São Paulo e Rio, que são apropriadas para a abertura de lojas”, chegou a dizer. Muitos brasileiros visitam as lojas da Magnolia quando viajam a Nova York –e ele o percebe.

**Você comprou a Magnolia com sua poupança, não é isso? Para expandir a marca, precisou recorrer a empréstimos ou buscar sócios?** Quando estava para abrir a terceira loja, precisei de capital e vendi 25% da empresa a uma família. Mais para frente, para continuar crescendo, optamos pelo modelo de franquias –se buscasse mais investidores, correria o risco de perder o controle do negócio. 

**Quais são as vantagens competitivas da Magnolia?** Competimos em um setor de atividade comoditizado, mas no nicho de mercado “doceria com estilo da época de nossas avós”. Produzimos e assamos tudo o que vendemos no mesmo dia, em cada uma de nossas lojas. Além de bolos frescos, somos sinônimo de bolos sem conservantes, e o que sobra vai para a caridade. Essa é nossa força e nossa fraqueza, pois não nos permite aumentar o negócio de forma exponencial –não podemos abrir muitas lojas em diferentes cidades e deixar a produção totalmente nas mãos de terceiros. 

**Quais os maiores desafios que você enfrentou?** O primeiro foi levar o conceito original da primeira loja para um novo ponto de venda. Tivemos de analisar quais eram os elementos diferenciais da loja da Bleecker Street para manter o mesmo espírito –cozinha aberta, forno à vista dos clientes, decoração romântica, ambiente aconchegante– e repetir tudo isso com eficiência. O desafio seguinte foi conseguir sócios investidores. Tivemos muita sorte, porque encontramos sócios leais e compreensivos. Então, chegou o momento de conquistar novos mercados: Los Angeles e Chicago. E agora estamos concentrados nas franquias, uma tarefa que implica conhecer potenciais interessados, avaliar o histórico deles e escolher os mais apropriados. 

**Qual foi a lição mais dura que aprendeu?** Aprendo e faço prova todos os dias. Cometemos muitos erros: na localização e no tamanho de lojas, na contratação de funcionários que não se adequaram ao perfil da Magnolia etc. Empreender é tomar decisões e, ao colocá-las à prova, aprender lições. Pode não haver segunda chance: as lições devem ser aprendidas “de primeira”. 

> **Saiba mais sobre a Magnolia Bakery**
>
> **Ano de fundação:** 1996 
>
> **Ano em que Steve Abrams comprou a marca:** 2006 
>
> **Total de funcionários:** 1.200 
>
> **Funcionários nos Estados Unidos:** 400 
>
> **Faturamento anual (2012):** US$ 23,6 milhões 
>
> **Produção mensal de cupcakes em Nova York:** 4 milhões 
>
> **Produção de outros doces por hora:** 65 em quatro fornos 
>
> **Lojas nos Estados Unidos:** cinco em Nova York (Bleecker Street, Grand Central Terminal, Bloomingdale’s, Upper West Side, Rockefeller Center), uma em Los Angeles, uma em Chicago 
>
> **Lojas no Oriente Médio:** duas nos Emirados Árabes Unidos (Dubai, Abu Dhabi), uma em Doha (Catar), uma na Cidade do Kuwait (Kuwait) e uma em Beirute (Líbano) 
>
> **Próximas lojas previstas:** Tóquio, Moscou e Cidade do México

**Os cupcakes tiveram seu apogeu há 12 anos. Como se manter em alta na gastronomia?** 

As tendências gastronômicas são parecidas com as da indústria da moda; os críticos sempre querem impor sua agenda. Por isso, o fundamental é manter-se relevante. Os cupcakes tiveram seu apogeu há 12 anos, mas ainda são um fenômeno internacional. Para manter nossa liderança, precisamos renovar o cardápio a cada seis meses e lançar novos produtos. Temos mais de 160 receitas e geralmente oferecemos entre 50 e 60 no cardápio. Contamos sempre com sete variedades de cupcakes, seis de brownies, seis opções de bolos, sete sabores de cookies e sete cheesecakes diferentes, além de outras especialidades. E todas as temporadas lançamos novos produtos. Ao mesmo tempo, analisamos periodicamente nossa oferta para melhorar a proposta de valor. Há alguns meses, por exemplo, fizemos uma parceria com a Peet Coffee, famosa marca da Califórnia, que conquistou o primeiro selo Leed [Leadership in Energy and Environmental Design] dos Estados Unidos, na categoria ouro, por seu processo de torra de grãos de café. Agora a Magnolia oferece o café da marca em suas sete lojas no país. Dia após dia buscamos melhorar a experiência de nossos clientes. 

**Como equilibrar crescimento por franquias com doceria da vovó?**

Comprei a Magnolia porque compartilhava seus valores, que são os dos produtos artesanais em um mundo que quer industrializar tudo. Então, continuo fiel a esses valores, e os anos de sucesso comprovam que minha decisão foi correta. É provável que a Magnolia pudesse ser cinco vezes maior do que é atualmente se abrisse mão desses princípios, mas seria uma empresa diferente, com produtos também diferentes. Crescer sem perder a qualidade implica escolhas. Por exemplo, quando produzimos um sabor novo já em uma escala grande –3 mil cupcakes–, a probabilidade de cometermos erros é alta. Se há erros, o que fazemos é descartar o produto e absorver os custos. Em geral, a melhor decisão de negócio é ganhar menos dinheiro, mas manter os valores da marca. Quando você é dono da empresa, está disposto a sacrificar os lucros em nome da qualidade e, nesse sentido, crescer com franqueados é o segredo, porque eles também são donos. Mas é preciso encontrar pessoas que estejam alinhadas com essa nossa premissa para que sejam franqueadas e também é necessário conquistar-lhes a confiança.

**Vocês conseguem controlar a qualidade dos franqueados? É nisso que muitos tropeçam…**

Sim, fazemos acompanhamento regular das franquias. E, no Oriente Médio, além de nosso profissional fazer o controle periódico, ele também as ajuda a resolver problemas em suas visitas. 

> **FOCO EM RELAÇÕES PÚBLICAS**
>
> Carrie e Miranda estão sentadas no banco do lado de fora da Magnolia na Bleecker Street, perto da casa da personagem de Sarah Jessica Parker na série norte- -americana Sex and the City. Antes de a câmera fechar nas duas, lê-se facilmente o nome da marca no toldo da porta da frente. Em seguida, Carrie fala de uma nova “paixonite”, entre uma mordida e outra no cupcake. Inserções de TV como essa ajudaram a difundir a Magnolia –nos Estados Unidos e no mundo. 
>
> [**Veja no YouTube**](http://www.youtube.com/ watch?v=CYSsHEdWhi4)

**Como se preservam valores e cultura com mais funcionários?**

Contratando pessoas dispostas a servir e a ser treinadas. Não é possível ensinar alguém a ser agradável, por exemplo; já o resto se pode aprender. Desde o presidente da empresa até o caixa, todos devem compartilhar a paixão por servir. 

**Como é –e deve ser– o marketing em um negócio artesanal?** 

Não investimos um único centavo em marketing. Nosso foco está em assessoria de imprensa. Contamos com um departamento interno para isso; em Nova York, não delegamos a tarefa a nenhuma agência. Até contamos com o apoio de agências de relações públicas terceirizadas –em Los Angeles, em Chicago e nas cidades do Oriente Médio em que estamos presentes por meio de franquias–, mas coordenamos a mensagem a ser passada em nosso departamento central. Foi desse modo que conseguimos que a Magnolia se tornasse uma marca reconhecida em nível mundial, com mais de 3 mil artigos publicados na imprensa em 2013, além da presença na TV e em filmes. 

**Seus clientes são as mulheres independentes de Manhattan?**

A Magnolia é para todos. Não há parâmetros de idade, sexo, raça ou religião para comprar nossos produtos. Todos gostam de se gratificar com um doce de vez em quando. A Magnolia faz parte da vida das pessoas, seja no primeiro aniversário, na formatura, no bar mitzvah, no casamento ou quando alguém quer festejar seus 80 anos. É sinônimo de celebração. 

> **Os dois começos da magnolia**
>
> _O espírito empreendedor não é só de quem funda uma empresa_
>
> **1996.** Duas amigas, Allysa Torey e Jennifer Appel, abrem uma padaria de bolos e pães em West Village, Nova York, com apenas três funcionários. A demanda aumenta e, para o espaço pequeno render melhor, passam a fazer pequenos bolos durante a noite aproveitando as sobras de massa dos grandes. Surgem os cupcakes, que provocam furor entre os clientes; formamse filas enormes só para comprá-los. 
>
> **2006.** Steve Abrams é amigo de Allysa e Jennifer, empreendedor –começou a trabalhar aos 12 anos e aos 19 fundou sua primeira empresa– e gosta de riscos e de diversão, pois também pilota carros de corrida e toca bateria. Certo dia, durante um bate-papo informal, propõe a elas abrir uma franquia da Magnolia. Um mês depois, as duas lhe fazem uma contraproposta irresistível: que ele compre a marca. Abrams gasta toda a sua poupança e adquire a padaria de menos de 190 metros quadrados por US$ 1 milhão. 
>
>
>
> **TAKEAWAYS**
>
> 1. Analisar periodicamente a oferta, para melhorar o valor proposto aos clientes. 
>
> 2. Aprender “de primeira” com os erros; pode não haver segunda chance. 
>
> 3. Vender participação minoritária a um investidor –leal– para crescer. 
>
> 4. Seguir crescendo com franquias, para não perder o controle e porque franqueados também são donos e fazem sacrifícios, se for preciso fazê-los. 
>
> 5. Crescer com qualidade e coerência implica fazer escolhas.

**Como será a Magnolia de 2020?** 

Com centenas de lojas, mas nunca milhares, e firme em relação a nossos valores, nossas metodologias e nossa qualidade.

Compartilhar:

Artigos relacionados

Isolamento nas empresas não é só físico: é cultural

Nem sempre a queda de engajamento está relacionada à falta de motivação individual. Muitas vezes, ela surge em ambientes onde as pessoas deixam de se sentir ouvidas, evitam discordar e aprendem que é mais seguro permanecer em silêncio.

O maior prejuízo de um ataque cibernético raramente está onde as empresas costumam procurar

A maioria das organizações sabe exatamente quanto faturou ontem. Poucas sabem quanto perderiam se amanhã não conseguissem operar. Ao discutir os impactos financeiros da indisponibilidade de sistemas, o artigo propõe uma mudança de perspectiva: cibersegurança não deve ser vista apenas como um investimento em tecnologia, mas como uma estratégia de proteção da receita, da continuidade operacional e da capacidade do negócio de seguir funcionando diante de incidentes cada vez mais frequentes.

Quando a IA assume as tarefas, a liderança ganha espaço para cuidar das pessoas

À medida que a inteligência artificial assume atividades repetitivas e amplia a capacidade analítica das organizações, surge uma oportunidade para redefinir a gestão de pessoas. O artigo mostra como tecnologias aplicadas a remuneração, benefícios e bem-estar podem fortalecer decisões mais inteligentes e personalizadas, sem substituir aquilo que continua sendo exclusivamente humano: empatia, julgamento e liderança.

A comunicação é um teto de vidro que pode afastar as mulheres da liderança

A busca por equidade de gênero não se encerra quando as mulheres conquistam um assento nas mesas de decisão. Ela continua na forma como suas ideias são recebidas, valorizadas e transformadas em influência. Ao discutir comunicação, liderança e protagonismo, o artigo mostra por que fortalecer a voz feminina é também uma estratégia para ampliar diversidade, inovação e resultados nas organizações.

Direito, Regulação & Compliance, Finanças
29 de agosto de 2026 14H00
A implementação do Split Payment inaugura uma nova lógica para o recolhimento de tributos no Brasil e altera uma dinâmica financeira que acompanha as empresas há décadas. Ao retirar do fluxo de caixa os valores destinados a impostos, o novo modelo exigirá mais planejamento, integração entre áreas e maturidade na gestão financeira e tributária.

Ulisses Brondi - CEO da ASIS Tax Tech

4 minutos min de leitura
Cultura organizacional
29 de agosto de 2026 07H00
Em um ambiente descrito por pesquisadores como polarizado, líquido, tenso e hiperconectado, liderar deixou de significar apenas definir direções. O desafio agora é criar culturas capazes de transformar complexidade em diálogo, ambiguidade em aprendizagem e mudanças constantes em capacidade de adaptação. O artigo discute por que essa pode ser uma das competências mais estratégicas da liderança contemporânea.

Ísis P. Fontenele - Consultora organizacional, professora da FGV, mestre em Gestão de Pessoas pela FGV EAESP

8 minutos min de leitura
Tecnologia & inteligencia artificial
28 de agosto de 2026 17H00
O artigo propõe uma reflexão sobre o papel da curadoria, da divergência e do discernimento humano em uma era marcada pela abundância de inteligências e pela escassez de julgamento.

Ulisses Pimentel - Executivo, advisor e especialista em vendas consultivas B2B

7 minutos min de leitura
ESG, Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
28 de agosto de 2026 12H00
Durante anos, a baixa presença de pessoas com deficiência em posições de liderança e crescimento foi atribuída à suposta falta de qualificação. Os dados, porém, mostram outra realidade. O artigo discute como barreiras estruturais, vieses organizacionais e a ausência de oportunidades de desenvolvimento ajudam a explicar por que profissionais qualificados continuam encontrando obstáculos para avançar em suas carreiras, mesmo após a contratação.

Carolina Ignarra - CEO da Talento Incluir

4 minutos min de leitura
Cultura organizacional, ESG
28 de agosto de 2026 07H00
O voluntariado corporativo emerge como uma ferramenta capaz de aproximar propósito, liderança e transformação social. No Dia Nacional do Voluntariado, o artigo convida empresas e profissionais a refletirem sobre o papel que podem desempenhar na construção de oportunidades, no desenvolvimento de pessoas e no fortalecimento de uma sociedade mais justa.

Ana Carolina Viana - Vice-Presidente de Operações Industriais da Braskem no Brasil

3 minutos min de leitura
Vendas, Tecnologia & inteligencia artificial
27 de agosto de 2026 18H00
A IA já é capaz de automatizar uma parte significativa das atividades comerciais, da prospecção à geração de propostas. Mas isso não torna o vendedor menos relevante. Pelo contrário. Ao retirar tarefas operacionais da rotina, a tecnologia eleva a exigência sobre aquilo que continua sendo exclusivamente humano: interpretar contextos, construir confiança, fazer perguntas melhores e ajudar clientes a tomar decisões.

Carol Manciola - CEO da Conectas

6 minutos min de leitura
Liderança, Inovação & estratégia
27 de agosto de 2026 15H00
Se os algoritmos passam a apoiar decisões, automatizar processos e influenciar estratégias, qual passa a ser o verdadeiro papel do CEO? O artigo explora o surgimento do Chief AI Officer e mostra por que o papel do CEO deixa de ser apenas gerir pessoas e negócios para incluir decisões sobre os limites, responsabilidades e impactos da IA dentro das organizações.

Bruno Padredi - Fundador e CEO da B2B Match

3 minutos min de leitura
Cultura organizacional, Liderança
27 de agosto de 2026 08H00
O mercado de M&A tem demonstrado que empresas com bom potencial nem sempre conseguem converter interesse em transação. Muitas vezes, a diferença está na qualidade da governança. Ao discutir sucessão, gestão, acordos societários e profissionalização da tomada de decisão, o artigo explica por que a governança se tornou um dos principais fatores de geração de valor para o middle market brasileiro.

Jefferson Nesello - Cofundador & Managing Partner na Zaxo M&A Partners e Conselheiro de Empresas

4 minutos min de leitura
Bem-estar & saúde
26 de agosto de 2026 14H00
A norma exige que as empresas avaliem fatores como jornada, ritmo, metas, autonomia e organização do trabalho. Em nenhum momento a NR-1 fala sobre diagnósticos individuais. Ainda assim, grande parte das organizações respondeu com pesquisas de saúde mental e mapeamentos de sintomas. Agora, com a suspensão temporária das multas pelo STF até setembro, surge uma oportunidade rara: abandonar as respostas equivocadas e voltar à pergunta original que a norma sempre fez sobre o trabalho, e não sobre as pessoas.

Claudia Cavallini - Psicóloga, psicanalista e professora convidada da HSM

8 minutos min de leitura
Marketing & growth, Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
26 de agosto de 2026 08H00
Freelancers, consultores, creators e pequenas agências estão redesenhando a lógica de crescimento no marketing digital. Em vez de ampliar estruturas, apostam em tecnologia para expandir capacidade, ganhar eficiência e aumentar resultados. O desafio agora não é apenas fazer mais em menos tempo, mas construir operações capazes de escalar com inteligência, previsibilidade e qualidade.

Renan Caixeiro - Cofundador e CMO do Reportei

4 minutos min de leitura

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #173

A Geoeconomia entra no mundo corporativo

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #173

A Geoeconomia entra no mundo corporativo