Ano de eleição, ano de escolhas: o que a agenda de pessoas revela sobre a maturidade das organizações

Empresas que tratam sucessão como evento, e não como processo, vivem em campanha eleitoral permanente: discursos inflados, pouca estrutura e dependência de salvadores. Em 2026, sua organização vai escolher maturidade ou improviso?
A armadilha da performance contínua: por que ninguém consegue estar no auge o tempo todo

Alta performance contínua é uma ilusão corporativa que custa caro: transforma excelência em exaustão e engajamento em sobrecarga. Está na hora de parar de romantizar quem nunca para.
O jogo de Rouba-Monte, a “diversity washing” e a diversidade corporativa: como empresas que abraçam a diversidade e a inclusão crescem mais, e melhor

Diversidade não é jogo de aparências nem disputa por cargos. Empresas que transformam discurso em prática – com inclusão real e estruturas consistentes – não apenas crescem mais, crescem melhor
5 minutos em 2026: o papel estratégico da humanização e do feminino nas organizações na era da IA

Em 2026, não será a IA nem a velocidade que definirão as empresas líderes – será a inteligência coletiva. Marcas que ignorarem o poder das comunidades femininas e colaborativas ficarão para trás em um mundo que exige empatia, propósito e inovação humanizada
Como a employee experience (ou a falta dela) aparece no DRE da empresa

Marcela Zaidem, especialista em cultura nas empresas, aponta cinco dicas para empreendedores que querem reduzir turnover e garantir equipes mais qualificadas
Excesso de “donos do negócio” está esvaziando a responsabilidade real nas empresas

Discurso de ownership transfere o peso do sucesso e do fracasso ao colaborador, sem oferecer as condições adequadas de estrutura, escuta e suporte emocional.
Inclusão precisa deixar de ser discurso e entrar no centro da estratégia de valor das empresas

Inclusão não é pauta social, é estratégia: entender a neurodiversidade como valor competitivo transforma culturas, impulsiona inovação e constrói empresas mais humanas e sustentáveis.
Liderar além do “script”: dos tribunais de “Suits” para o mundo corporativo

Por trás das negociações brilhantes e decisões estratégicas, Suits revela algo essencial: liderança é feita de pessoas – com virtudes, vulnerabilidades e escolhas que moldam não só organizações, mas relações de confiança.
3 mitos do RH: o que o CEO precisa entender sobre cultura, engajamento e estratégia

O RH deixou de ser apenas operacional e se tornou estratégico – desmistificar ideias sobre cultura, engajamento e processos é essencial para transformar gestão de pessoas em vantagem competitiva.
O risco de copiar modelos de gestão: por que cada empresa precisa criar sua própria cultura

Construir uma cultura organizacional autêntica é papel estratégico do RH, que deve traduzir propósito em práticas reais, alinhadas à estratégia e vividas no dia a dia por líderes e equipes.