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Em que nível de consciência você opera?

observando seus pensamentos, suas emoções e suas ações é possível identificar sua assinatura vibracional e sua interação com os eventos do mundo
Terapeuta formada pela Barbara Brennan School of Healing, Estados Unidos, e professora certificada pelo HeartMath Institute, centro de pesquisas reconhecido globalmente por sua atuação em fisiologia emocional, resiliência e gestão de estresse. Ex-profissional de TI, ela recebe cada vez mais executivos e empreendedores em seu consultório, o Ateliê da Luz.

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Para falar sobre níveis de consciência, precisamos ampliar a definição convencional de quem somos. Apesar de percebermos uns aos outros como matéria, somos formados por campos eletromagnéticos que vibram e pulsam formando uma sinfonia de vibrações que cria uma resultante, uma espécie de assinatura vibracional.

Essa resultante inclui a vibração do nosso corpo (influen­ciada pelo que comemos e bebemos, e por nosso estilo de vida), das nossas emoções e também dos nossos pensamentos.  

A maneira como vibramos ressoa com eventos externos que passam a fazer parte de nossa experiência do dia a dia; assim, criamos a nossa realidade vibracionalmente. Por exemplo, se vibramos medo e fracasso, vamos experimentar sucessivamente eventos compatíveis com medo e fracasso até que mudemos nossa vibração para alguma frequência mais elevada.

Dr. David Hawkins, médico psiquiatra americano, fez um trabalho maravilhoso e pioneiro de medição e determinação matemática dos níveis de consciência da humanidade.

Ele descobriu que 85% da humanidade vibram em um nível abaixo do crítico em que o autoextermínio dos seres humanos é possível, e que os 15% restantes fazem a compensação gerando uma resultante que torna viável a vida na Terra. 

Segundo Hawkins, vibrações inferiores estão ligadas a emoções inferiores, como vergonha, culpa e medo, enquanto vibrações superiores incluem alegria, coragem e amor.

O estado atual do mundo é o resultado direto da vibração média em que a humanidade opera. Portanto, fome, escassez e violência estão presentes no mundo porque estão presentes dentro de nós, ou pelo menos na maior parte da humanidade. 

Se queremos mudar o que vemos no mundo, precisamos mudar nossos pensamentos, nossas emoções e nossas ações. Essa é a nossa responsabilidade vibratória!

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