Uncategorized

Empresas que se posicionam como sistemas abertos atuam com mais efetividade no desenvolvimento da humanidade

Dinâmica da Espiral Integral aplicada às organizações tem impacto positivo no desenvolvimento dos colaboradores, empresa e planeta
Instituição de Desenvolvimento Humano Global e Organizacional

Compartilhar:

A Dinâmica da Espiral Integral é um valioso estudo sobre como a evolução da humanidade acontece, com grande aplicabilidade em diferentes meios e situações, especialmente para a resolução de conflitos. 

Este estudo iniciou-se com o professor Clare W. Graves, que identificou, a partir de pesquisa com mais de mil adultos, oito níveis de existência psicológicas e culturais com oito sistemas de valores. 

Em continuidade, Dr. Don Beck e Dr. Chris Cowan aprofundaram os estudos e publicaram o livro “Dinâmica da Espiral – Dominar Valores, Liderança e Mudança”. 

Beck foi além ao comprovar a utilidade e aplicação deste estudo em um conflito de grande proporção: as tensões pelo fim do regime de segregação racial (apartheid) na África do Sul. Este foi um dos mais importantes cases da aplicação dos conceitos da Dinâmica da Espiral Integral. 

Nelson Mandela conseguiu negociar a transição pacífica do apartheid para uma democracia multirracial, tendo como base os conhecimentos sobre Dinâmica da Espiral Integral apresentados por Don Beck, que o assessorou neste processo, evitando que ocorresse uma guerra civil no país no início dos anos 1990. 

### Dinâmica da Espiral Integral e o mundo corporativo

A Dinâmica da Espiral Integral também tem sido utilizada com sucesso no mundo corporativo. A Nortus tem difundido este conhecimento por meio de cursos com o Ph.D Darrell Gooden, o sucessor de Don Beck nos estudos sobre a Dinâmica da Espiral Integral. 

Nesta entrevista exclusiva, Dr. Gooden explica por que líderes, gestores, empresários com os conhecimentos sobre a Dinâmica da Espiral Integral podem conduzir as organizações pelo caminho do desenvolvimento sem conflitos.

**Nortus:**

O quanto o desenho da estrutura de uma empresa – a forma como ela se organiza na realização das tarefas, como organiza as pessoas internamente, o seu desenho organizacional – impacta em melhores resultados?

**Darrell Gooden:**

Vamos considerar que quem desenha a organização está ciente da Espiral. Alguém que possua conhecimentos sobre a Dinâmica da Espiral olharia para a organização a partir de 3 planos: X, para o desenho das tarefas, Y para o desenho dos sistemas que irão coordenar essas tarefas, e Z, que seria o nível executivo que enxerga X e Y e os integra. 

Um desenho organizacional em espiral, ao olhar para o plano X, o desenho das tarefas, primeiro pergunta: Em que este profissional é bom? Qual é a sua força? 

Por meio de perguntas, você desenha o seu trabalho para ele. É o oposto de pegá-lo e colocá-lo em uma função. Você desenha a organização com as pessoas na cabeça. Esta é uma abordagem muito inusitada. 

Em seguida, ao projetar o plano Y, que se refere aos sistemas, sejam eles quais forem (ERP, sistemas de atendimento, operação, todos estes), independentemente da tecnologia ou metodologia, é necessário ajustar esses sistemas para que o que foi projetado no plano X tenha uma conexão natural com Y. 

A inteligência corporativa deve olhar para isso e pensar nisso como o plano Z – independentemente de serem hierárquicos, distribuídos, centralizados, independentemente de quais sejam essas construções, se você projeta o trabalho para que a pessoa se esforce, você projeta os sistemas para que os sistemas apoiem as pessoas que estão no campo da tomada de decisões, que são os executivos com conhecimento da Espiral. 

Resumidamente, a Dinâmica da Espiral percebe para o modo como as empresas normalmente tratam a estrutura da organização como algo ultrapassado, em que a função é desenhada independente do ser humano e independentemente do que determinada pessoa poderia fazer aqui e agora.

### Se a Dinâmica da Espiral falasse, o que ela diria aos líderes dentro das organizações?

**Darrell Gooden:**

Se a Dinâmica em Espiral falasse, parafraseando o professor Clare Graves, ela diria: “As pessoas têm o direito de ser o que são neste momento”. Existe o que chamo de uma validação intrínseca – que significa você ter o direito de ser quem você é e estar onde você está. 

É por isso que, se a Dinâmica da Espiral falasse, ela diria: permita aos líderes conhecer estas pessoas. Elas têm o direito de ser quem são neste momento de suas vidas, e a sua responsabilidade como líder é assegurar que o sistema esteja aberto. 

Se o sistema está aberto, a pessoa pode emergir para a próxima fase de desenvolvimento dela. Naturalmente, isso vai acontecer. É o oposto de ter um sistema fechado.  

### Onde a Dinâmica da Espiral Integral pode dar a maior contribuição aos executivos que estão conduzindo uma organização?

**Darrell Gooden:**

Quaisquer que sejam os valores da organização, é importante que o líder executivo esteja a dois níveis acima. Assim, ele poderá conduzi-la naturalmente ao próximo nível evolutivo que faça sentido ao conjunto. 

Por exemplo, se a empresa como um todo tem seus valores no nível Azul* (tendo a ordem e a estabilidade um elevado grau de importância para todos), então os líderes executivos deveriam estar pensando como um Laranja* ou como um Verde*. 

Este seria, naturalmente, o próximo nível para o qual evoluiria o todo da organização. Então, a Dinâmica ajuda a entender melhor o que está acontecendo na organização.

_*A Dinâmica em Espiral Integral utiliza a imagem de uma espiral ilustrada pela imagem abaixo. Cada fase é representada por uma cor. Assim, em sua jornada evolutiva, à medida que vai ascendendo, o ser humano incorpora novos sistemas de valores._

Clique na imagem para visualizar melhor.

[![](https://revista-hsm-public.s3.amazonaws.com/uploads/cefba55d-790b-4826-9778-43cf225e07e4.png)](https://drive.google.com/file/d/1Mo76enaqMfi3Xb76-rJfWKmjaOj4INMw/view?usp=sharing)

_Fonte da ilustração: What is enlightenment._ _Magazine reprint series,_ _The Never-Ending Upward Quest,_ _by Jessica Roemischer_

### Em que sentido a Espiral pode se mostrar interessante quando há um problema a ser resolvido?

**Darrell Gooden:**

Muito frequentemente, organizações e líderes focam em pequenas soluções. Fazem um pouco aqui, um pouco ali. E o problema persiste. É como se um médico estivesse com apendicite. Ele operaria em si mesmo? N

Quando temos o que chamo de um problema traiçoeiro ou uma desordem social, e você está analisando resultados potenciais, é importante que a liderança reconheça [o problema] e dê um passo para além de si mesma; busque conselheiros esclarecidos para lidar com a situação. 

Fazendo isso, é necessário um método para identificar como realizá-lo e o caminho a ser percorrido. É problemático quando você está em meio ao problema e não amplia a sua visão. 

Ampliando a sua visão, você ganha tempo para desacelerar e procurar as pessoas certas e os tomadores de decisão certos. 

Quanto maior a organização é mais complicado o problema, eu uso uma combinação do método de indagação apreciativa e da Dinâmica da Espiral. 

Quando temos um problema de natureza complicada, é útil relembrar a todos quem eles são. Por que estão aqui no planeta. Quais foram as contribuições que fizeram até agora. 

Precisamos voltar ao passado e nos recordarmos de quem somos para, de fato, darmos início à conversa propriamente. A partir daí, podemos falar sobre ideias, desafios, oportunidades, lacunas e mudanças de linguagem. U

m dos motivos pelos quais a Dinâmica em Espiral é tão poderosa é o trabalho feito na África do Sul, com Dr Beck e Nelson Mandela. Foi um problema muito complicado. [A África do Sul] é um microcosmo do mundo, com tensões raciais e econômicas. S

er capaz de modificar a linguagem para que não seja mais [dividido em] negros e brancos, que não seja “eles”, “os afrikaans”, e sim trazer o diálogo para quais são os valores sendo reproduzidos, e quais são os valores que precisamos construir para acharmos uma solução e tornar a situação mais saudável.

 Você muda o diálogo, e garante que as pessoas que podem lhe ajudar a resolver o problema estão na sala com você. É necessário começar em algum lugar. 

### Como deveríamos iniciar o processo que permita às pessoas desenvolverem uma mentalidade mais complexa e mais abrangente?

**Darrell Gooden:**

Hoje, a grande maioria das pessoas no mundo reside em um nível de complexidade em que tem que descobrir como viver, como ser e como ter uma plenitude naquele nível [em que se encontram]. 

Primeiro, é preciso ter certeza de que o nível de existência é saudável. De um líder, espera-se que a sua condição de vida seja mais especializada em coisas complexas, porque, à medida que você se move pela Espiral, por definição, a sua habilidade para lidar com mais complexidade é autônoma. 

Ou seja, acontece porque tem que acontecer. O que o líder pode fazer é tornar esta consciência evidente; ser o líder que informa em Espiral. Isso significa ser capaz de olhar para a organização e dizer: “Esta organização é realmente Azul, e eu sei que o Azul é saudável. 

E eu acabei de entrar no Laranja, mas também tenho um pouco de Verde, então estou um pouco à frente”. Este seria o ideal. Agora, em tese, a Dinâmica da Espiral Integral diz: “Se a organização é Azul, a próxima coisa natural é o Laranja.” 

Então, o líder irá desenhar corredores de oportunidades para conduzir todos na organização ao próximo nível saudável, para que todos estejam mais alinhados ao sucesso. 

### Ao implantar a Dinâmica da Espiral Integral, o que a empresa pode esperar de benefícios e resultados?

**Darrell Gooden:**

Pessoas, planeta, propósito, lucro. Tudo isso. Se você está implementando a Dinâmica da Espiral, o seu objetivo para existir é a sua capacidade de honrar o planeta de maneira saudável. 

Você atende às necessidades das pessoas, não apenas os seus funcionários, mas os seus clientes, quem quer que sejam eles no mercado. É tudo isso; pessoas, planeta, propósito e lucro. 

Todos esses pontos devem apresentar um resultado melhor. A empresa é lucrativa, os seus colaboradores são felizes, os seus clientes estão felizes, o planeta é saudável, e a empresa reconhece todas essas dimensões. Então, a maneira pela qual o seu objetivo é cumprido é honrada. 

### Há um momento ideal para fazer a inclusão da Espiral em uma organização?

**Darrell Gooden:**

Onde quer que uma empresa possa se encontrar, a qualquer momento no tempo. Não é necessário que se esteja em um espaço particular e não há um tempo [apropriado para a inclusão da Espiral]. 

Creio que a teoria da Espiral é uma abordagem evolucionária, metapsicossocial, bioespiritual e holística, e isso sugere que, independente do momento atual da organização, se houver uma pessoa que descubra a Dinâmica da Espiral e tenha algum grau de influência, é um bom momento [para incluí-la]. 

Acho que a resposta é: a qualquer momento, porque a Espiral é algo que já existe, e cabe a nós apenas descobri-la. É como se entrássemos em um quarto e ligássemos a luz. 

Por causa da sua natureza e da maneira natural em que a Dinâmica da Espiral esboça o mundo, não é importante onde a empresa se encontra no momento. Não há necessariamente um momento oportuno.

### Conseguimos ver, no mundo, organizações vivendo neste sistema saudável?

**Darrell Gooden:**

Tudo o que vi na Nortus tem uma iluminação. O que vocês relataram sobre a equipe da Nortus, a forma como se organizam, é um exemplo do que podemos chamar de consciência de Segunda Camada. 

Poderia mencionar, também, a South American Airlines, com quem Dr. Beck trabalhou. Eles definiram o design da organização desde o início e, na época, atingiram uma das melhores rentabilidades e foram considerados um dos melhores lugares do mundo para se trabalhar. 

O problema é que você pode levar uma organização por um período até onde ela precisa estar, mas, depois de uma intervenção ou uma reformulação, ela retrocede. 

Manter-se em desenvolvimento é um ato de equilíbrio. Considerando os contextos políticos, culturais, e os sistemas muito fechados que temos, é necessário que empresas saudáveis existam para mudar esses sistemas de modo pacífico, natural, e que elas se desenvolvam sem conflitos. 

Que essas empresas tenham consciência de poder agir nesses sistemas. É necessário agir de forma consciente para mudá-los.

Se você tiver interesse em entender mais sobre a Dinâmica da Espiral ou aprender como aplicá-la em termos práticos, Darrell Gooden ministrará [cursos sobre a Espiral organizados pela Nortus](https://www.nortus.com.br/eventointernacional2020) entre os dias 10 e 14 de agosto em Campinas (SP).

Compartilhar:

Artigos relacionados

Se o estagiário lidera a reunião, quem é o líder?

Em um cenário onde conhecimento, repertório e fluência tecnológica estão distribuídos entre diferentes gerações, a liderança deixa de ser uma posição fixa e passa a circular conforme o contexto. O artigo explora como a IA está redefinindo autoridade, colaboração e tomada de decisão, tornando a capacidade de aprender, adaptar-se e reconhecer quem deve liderar em cada momento uma das competências mais importantes do futuro.

A natureza da liderança: o que os patos, as formigas e as árvores podem nos ensinar?

A liderança é uma invenção humana ou um princípio presente na própria natureza?

Longe das salas de reunião e dos modelos de gestão, a natureza oferece pistas valiosas sobre uma das capacidades mais humanas das organizações: a liderança. A partir de observações do cotidiano no campo, o autor propõe uma reflexão sobre as origens da condução, da cooperação e da construção de instituições, sugerindo que liderar talvez seja menos uma técnica aprendida e mais a expressão consciente de uma lógica que acompanha a vida há milhões de anos.

RoT ou HoT: a métrica que vai separar os projetos de IA que geram valor dos que apenas consomem orçamento

Empresas estão investindo bilhões em inteligência artificial, mas poucas conseguem responder uma pergunta simples: quanto valor real cada interação com IA está gerando para o negócio? O artigo propõe uma nova forma de avaliar projetos de IA generativa, baseada no conceito de retorno sobre tokens, e mostra por que medir apenas adoção, volume de uso ou número de licenças já não é suficiente para justificar investimentos, escalar soluções e transformar tecnologia em resultado.

As empresas não estão tendo resultados com IA. E a culpa é toda delas! 

Enquanto líderes cobram ganhos de produtividade e redução de custos, muitas empresas ignoram um fato básico: inteligência artificial não gera transformação por osmose. Sem redesenho de processos, desenvolvimento de competências e participação das pessoas, a tecnologia corre o risco de se transformar apenas em mais uma ferramenta cara dentro da organização.

Liderança
12 de agosto de 2026 14H00
Em um cenário onde conhecimento, repertório e fluência tecnológica estão distribuídos entre diferentes gerações, a liderança deixa de ser uma posição fixa e passa a circular conforme o contexto. O artigo explora como a IA está redefinindo autoridade, colaboração e tomada de decisão, tornando a capacidade de aprender, adaptar-se e reconhecer quem deve liderar em cada momento uma das competências mais importantes do futuro.

Eduardo Ibrahim - Fundador e CEO da Humana AI, Faculty Global da Singularity University e autor do best-seller Economia Exponencial

7 minutos min de leitura
Inovação & estratégia
12 de agosto de 2026 08H00
O artigo defende que o verdadeiro valor surge quando a IA deixa de operar de forma isolada e passa a integrar toda a jornada de negócio, conectando pessoas, processos, dados e governança em um único sistema de performance.

Guilherme Stefanini - CMO do Grupo Stefanini, CEO da Stefanini Marketing e sócio da W3haus e Gauge.

4 minutos min de leitura
Liderança
11 de agosto de 2026 18H00
A liderança é uma invenção humana ou um princípio presente na própria natureza? Longe das salas de reunião e dos modelos de gestão, a natureza oferece pistas valiosas sobre uma das capacidades mais humanas das organizações: a liderança. A partir de observações do cotidiano no campo, o autor propõe uma reflexão sobre as origens da condução, da cooperação e da construção de instituições, sugerindo que liderar talvez seja menos uma técnica aprendida e mais a expressão consciente de uma lógica que acompanha a vida há milhões de anos.

Carlos Eduardo de Barros - Fundador e CEO da Cogntion & Business Consultoria, conselheiro de empresas e consultor em estratégia, governança e liderança

16 minutos min de leitura
Tecnologia & inteligencia artificial
11 de agosto de 2026 14H00
Empresas estão investindo bilhões em inteligência artificial, mas poucas conseguem responder uma pergunta simples: quanto valor real cada interação com IA está gerando para o negócio? O artigo propõe uma nova forma de avaliar projetos de IA generativa, baseada no conceito de retorno sobre tokens, e mostra por que medir apenas adoção, volume de uso ou número de licenças já não é suficiente para justificar investimentos, escalar soluções e transformar tecnologia em resultado.

Leonardo Tristão - CEO da Performa_IT

22 minutos min de leitura
Inovação & estratégia, Tecnologia & inteligencia artificial
11 de agosto de 2026 08H00
Enquanto líderes cobram ganhos de produtividade e redução de custos, muitas empresas ignoram um fato básico: inteligência artificial não gera transformação por osmose. Sem redesenho de processos, desenvolvimento de competências e participação das pessoas, a tecnologia corre o risco de se transformar apenas em mais uma ferramenta cara dentro da organização.

Marcel Nobre - CEO da BetaLab, Professor, Pesquisador e Keynote Speaker de inovação e novas tecnologias

14 minutos min de leitura
Inovação & estratégia, Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
10 de agosto de 2026 08H00
Este artigo explora por que empatia, hospitalidade, escuta e construção de vínculos podem se tornar os ativos mais valiosos da próxima década.

Dr. Henrique Moura - Chefe da Fonoaudiologia do BP Paulista e BP Mirante. Além de atuar como Professor da Pós Graduação e do Mestrado do Hospital Israelita Albert Einstein

5 minutos min de leitura
Inovação & estratégia, Tecnologia & inteligencia artificial
10 de agosto de 2026 08H00
A pressão para adotar inteligência artificial cresce em praticamente todos os setores, mas muitas iniciativas continuam fracassando pelo mesmo motivo: começam pela tecnologia e não pelo problema. Com exemplos da indústria e reflexões sobre governança, processos e tomada de decisão, o artigo mostra por que a maturidade digital de uma organização não deve ser medida pela quantidade de projetos de IA que ela anuncia, mas pela sua capacidade de transformar desafios reais em resultados concretos.

Marcelo Paiva - Diretor de Operações da Formel D

7 minutos min de leitura
Marketing & growth
9 de agosto de 2026 14h00
Com milhares de publicações nas redes sociais, a villain era tornou-se uma forma de nomear um movimento cada vez mais presente entre mulheres: abandonar a obrigação de agradar constantemente e sustentar escolhas, opiniões e limites sem culpa. O artigo discute o que esse fenômeno revela sobre expectativas sociais, relações de trabalho e construção de autonomia.

Estela Brunhara - Sócia e Diretora de Consumer Behavior & Estratégia da FutureBrand São Paulo

3 minutos min de leitura
Tecnologia & inteligencia artificial, Liderança
9 de agosto de 2026 08H00
Ao recorrer a pensadores como Foucault, Hannah Arendt e Kant, o artigo mostra por que cultura, ética, reflexão crítica e capacidade de julgamento continuam sendo ativos indispensáveis para líderes e organizações que desejam tomar melhores decisões em um mundo cada vez mais automatizado.

Denilson Shikako - CEO e fundador da Fábrica de Criatividade

3 minutos min de leitura
Direito, Regulação & Compliance, Inovação & estratégia
8 de agosto de 2026 14H00
Depois de testemunhar a digitalização dos processos judiciais e a transformação tecnológica da profissão jurídica, o autor reflete sobre a próxima grande mudança da advocacia. O artigo argumenta que a inteligência artificial deve ser vista como uma ferramenta de ampliação das capacidades humanas, e não como substituta das competências que tornam o trabalho jurídico verdadeiramente valioso.

Flávio Pinheiro Neto - Sócio-fundador do escritório Flávio Pinheiro Neto Advogados

4 minutos min de leitura

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #173

A Geoeconomia entra no mundo corporativo

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #173

A Geoeconomia entra no mundo corporativo