Ano de eleição, ano de escolhas: o que a agenda de pessoas revela sobre a maturidade das organizações

Empresas que tratam sucessão como evento, e não como processo, vivem em campanha eleitoral permanente: discursos inflados, pouca estrutura e dependência de salvadores. Em 2026, sua organização vai escolher maturidade ou improviso?
O desafio das PMEs em 2026: Reforma tributária, juros altos e o preço da sobrevivência

Com a reforma tributária e um cenário econômico mais rigoroso, 2026 será um divisor de águas para PMEs: decisões de preço deixam de ser operacionais e passam a definir a sobrevivência do negócio.
Design como estratégia nacional: O que o iF Awards revela sobre o desenvolvimento das nações

Da Coreia à Inglaterra, da China ao Brasil. Como políticas públicas de design moldam competitividade, inovação e identidade econômica.
Estuarine Mapping: Conduzindo mudanças realísticas em contextos complexos e dinâmicos

Em ambientes complexos, planos lineares não bastam. O Estuarine Mapping propõe uma abordagem adaptativa para avaliar a viabilidade de mudanças, substituindo o “wishful thinking” por estratégias ancoradas em energia, tempo e contexto.
A consolidação da Black Friday no calendário promocional brasileiro

De um caos no trânsito na Filadélfia à consolidação como código cultural no Brasil, a Black Friday evoluiu de liquidação para estratégia, transformando descontos em inteligência de precificação e redefinindo a relação entre consumo, margem e reputação
Quando o design estrutura a organização: o caso da Araujo

Com mais de um século de história, a Drogaria Araujo mostra que longevidade empresarial se constrói com visão estratégica, cultura forte e design como motor de inovação.
Transformando complexidade em terreno navegável com o framework AIMS

Em tempos de alta complexidade, líderes precisam de mais do que planos lineares – precisam de mapas adaptativos. Conheça o framework AIMS, ferramenta prática para navegar ambientes incertos e promover mudanças sustentáveis sem sufocar a emergência dos sistemas humanos.
Como o fetiche geracional domina a agenda dos relatórios de tendência

Relatórios de tendências ajudam, mas não explicam tudo. Por exemplo, quando o assunto é comportamento jovem, não dá pra confiar só em categorias genéricas – como “Geração Z”. Por isso, vale refletir sobre como o fetiche geracional pode distorcer decisões estratégicas – e por que entender contextos reais é o que realmente gera valor.
Negligenciar a saúde mental não é mais uma opção

Lideranças que ainda tratam o tema como secundário estão perdendo talentos, produtividade e reputação.
A era da arquitetura de talento

O novo desenho do trabalho para organizações que buscam sustentabilidade, agilidade e inclusão geracional