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Experiência maker: o impacto da cultura maker no mundo VUCA

Neste post, mostraremos mais sobre o que é a cultura maker no ensino superior, o impacto dela na vida dos alunos e como essa experiência é desenvolvida pela UVA (Universidade Veiga de Almeida).

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A educação precisa sempre se renovar para melhorar o desenvolvimento dos estudantes. Se antes bastava a leitura e a reprodução de conteúdos, hoje existe a compreensão de que as atividades práticas propostas pelas metodologias ativas são fundamentais para a formação. Assim, a [experiência maker](https://www.uva.br/experiencia-maker) é uma excelente maneira de melhorar o aprendizado.

Essa proposta de ensino traz muitos benefícios, como o desenvolvimento de habilidades, o aumento no interesse pelas atividades acadêmicas e a melhor fixação dos conteúdos aprendidos. Isso é muito importante para a construção de uma carreira de sucesso e conquista de destaque no mercado.
Nesse contexto, o aluno deixa a posição passiva para se tornar o protagonista em seu aprendizado, enquanto o professor passa de detentor do saber para um mediador do saber.

## A cultura maker e o impacto no futuro do trabalho

A educação maker é uma proposta pedagógica que convida o aluno a colocar a “mão na massa” e vivenciar um aprendizado mais prático. Assim, surge a [Metodologia Hands On](https://www.uva.br/blog/blog-da-uva/metodologia-hands-veja-como-funciona-na-pratica), em que o estudante cria autonomamente as soluções para problemas reais da sua área de atuação, com um papel ativo em seu aprendizado.

Essa forma de ensino-aprendizagem pode ser explorada a partir de tecnologias modernas ou de recursos artesanais. É preciso que os estudantes dominem as novas ferramentas que enriquecem o seu trabalho, o que não exclui a exploração de outros materiais.

A partir da cultura maker, são desenvolvidos valores fundamentais, como criatividade, colaboração, escalabilidade, proatividade e sustentabilidade. Com isso, os alunos buscam a resposta para questões importantes e têm a oportunidade de desenvolver as [habilidades profissionais essenciais](https://www.uva.br/blog/blog-da-uva/conheca-5-principais-habilidades-profissionais-que-empresas-buscam) para o seu futuro.

Dessa maneira, os impactos que uma metodologia assim representa na preparação para o trabalho são muito significativos. As experiências proporcionadas por tal forma de ensino qualificam os alunos como profissionais mais dinâmicos e capazes de atenderem as demandas da atualidade.

Para se destacar no mercado moderno e no mundo VUCA (abreviatura de Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade), é preciso ter uma boa capacidade de adaptação às mudanças da sociedade, bem como perceber as suas necessidades. Isso pode ser desenvolvido a partir de uma educação voltada para a resolução de problemas por meio de atividades práticas.

A sociedade atual passa por transformações muito rápidas, portanto, um programa de ensino superior, que se alinhe a essas características, precisa estimular os estudantes a assimilarem o fundamento, para que consigam seguir o seu aprendizado mesmo após a conclusão da graduação.

## A cultura maker na prática

A cultura maker pode ser explorada de vários modos, o que pode acontecer em casa, nas instituições de ensino e no meio corporativo. Conheça algumas alternativas interessantes.

### Laboratório maker

É fundamental ter espaços adequados, com recursos suficientes para a exploração de materiais e aprendizagem prática. Assim, é necessário contar com o laboratório maker, pois ele permite que as ideias fluam e as experiências práticas sejam realizadas.

A tecnologia é importante para isso, mas não é o único recurso. Novas ferramentas e produtos também podem ser desenvolvidos com materiais simples e até mesmo reutilizados. Portanto, é preciso oferecer as condições para que as atividades aconteçam, com insumos que sejam apropriados aos objetivos da instituição.

### Tutoriais

A Internet disponibiliza muitos tutoriais que proporcionam facilidade para a rotina e permitem o desenvolvimento de várias ideias de maneira mais simples, com materiais acessíveis. Estimular os estudantes a explorarem esses procedimentos é muito bom.

Os projetos pedagógicos podem contar com atividades de construção a partir de tutoriais, como modo de gerar inspiração e encontrar alternativas simples de executar a cultura maker. Contudo, a criação livre também pode ser explorada.

Apesar de o laboratório maker ser importante, as atividades podem ser feitas em qualquer lugar, como nas salas de aula, no pátio ou mesmo nos escritórios das empresas. É preciso que o mediador avalie as melhores condições para cada objetivo.

### Criação de produtos e soluções

Como vimos, o essencial para a cultura maker é que se desenvolva a habilidade prática de resolver problemas cotidianos, sejam simples, sejam complexos. Nesse sentido, os alunos precisam ser orientados a encontrarem alternativas fáceis, sustentáveis e eficazes de vencer desafios.

Além disso, é interessante criar produtos novos. O ideal é ter em mente que as grandes invenções surgem por meio da tentativa e do erro. Com isso, a persistência e a determinação são características que podem ser desenvolvidas por tais experiências.

### Desenvolvimento de projetos

Um dos benefícios da cultura maker é o estímulo à colaboração e à melhora nas relações internas. Isso pode ser explorado a partir do trabalho com projetos, que são muito recomendados tanto para instituições de ensino quanto para empresas.

Nesse contexto, não se desenvolve um produto específico. O grupo constrói uma solução completa, com mais envolvimento no problema. Isso engloba a preocupação com a sustentabilidade, acessibilidade e praticidade do que for criado.

## Como funciona a Experiência Maker da UVA

A experiência maker é a metodologia adotada pela Universidade Veiga de Almeida (UVA). Ela está alinhada à Agenda 2030, que apresenta os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). Com isso, tem a finalidade de conciliar o aprendizado teórico aprofundado e a vivência na área.

Para conseguir um bom resultado com a proposta de aprender fazendo, o [Projeto UVA Maker 2020](https://www.youtube.com/watch?time_continue=363&v=nKleU8OZpkU&feature=emb_logo) gerou uma reformulação das disciplinas do primeiro semestre de todos os seus 48 cursos de graduação presencial. Os alunos de outros períodos também podem fazer parte dos grupos de matérias que promovem a experiência maker.

O estudante é incentivado a elaborar soluções e desenvolver produtos, planos de negócios e protótipos para tentar responder às questões levantadas pelos ODS. Para isso, eles poderão contar com o apoio de professores, que serão mentores de talentos.

Ao ingressar em um dos cursos de graduação presencial da UVA, o estudante tem cinco disciplinas em sua grade curricular. A mudança faz com que uma dessas matérias siga a proposta maker e as outras quatro ajudem a desenvolver os conhecimentos necessários para encontrar a resposta para as questões elaboradas.

Assim, o professor apresenta um problema baseado na Agenda 2030, e os grupos de alunos se organizam para desenvolverem soluções criativas e sustentáveis. Para isso, são usadas as metodologias de aprendizagem por projetos e de Design Thinking.

Dessa forma, a experiência maker se mostra fundamental para os [profissionais do futuro](https://www.uva.br/blog/blog-da-uva/quais-principais-profissoes-do-futuro-veja-o-guia-completo), pois é capaz de desenvolver as habilidades essenciais para se destacar no mercado e contribuir para a sua área de estudos. Essa inovação na educação traz grandes benefícios para os estudantes e para o desenvolvimento do mercado.

Quer conhecer mais sobre o Projeto Maker 2020 e os cursos de graduação da UVA? [Entre em contato](https://www.uva.br/content/fale-conosco) e tire todas as suas dúvidas.

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