Dossiê HSM

Expo 2020 Dubai mostra o espírito do tempo na prática

Um olhar com distanciamento sobre a Expo 2020 Dubai demonstra que as projeções de um futuro próspero são possíveis. Inclusive no presente

Compartilhar:

Durante a __Expo Dubai 2020__ (que, vale lembrar, foi adiada para outubro de 2021 por conta da pandemia), a Al Wasl Plaza se tornou um portal para um outro tempo. Um tempo que, para muitos, é uma utopia de futuro desejável. Os quatro quilômetros quadrados da exposição reuniram um mix de tecnologia, cultura e sustentabilidade que são marca do lifestyle do século 21. Iniciativas de todos os cantos do mundo congregaram vida urbana segura, sociedade diversa, tecnologia massiva e abundante e, ao mesmo tempo, ordinária e imperceptível, orientadas por um modelo de gestão ambientalmente sustentável e de lideranças conscientes.

Ao longo dos últimos meses, a programação extensiva (e intensiva) da Expo possibilitou uma leitura sutil, porém muito presente, de cenários, principalmente sobre a inovação tecnológica como base das diversas tendências (e de mais esperança) para vencer os desafios climáticos. Em nossa visita a Dubai, no início de 2022, verificamos como o mundo está reunindo todos esses elementos em torno de quatro tendências em sintonia com o espírito do nosso tempo.

## Tendência 1: Equilíbrio entre negócios e planeta
Na Expo, o visitante fica consciente, a todo instante, sobre como tudo está conectado. A pergunta: “Porque você se importaria”, no pavilhão da sustentabilidade, questiona o papel das marcas no estímulo ao consumo que impactam drasticamente os ecossistemas. A experiência apresenta dados de que metade das tartarugas marinhas e um quarto dos peixes que consumimos têm plástico em seu organismo. O pavilhão da Alemanha trouxe um olhar para a gestão de recursos com inúmeras ideias criativas para fazer diferente e no pavilhão da Holanda, a tecnologia ajuda a cultivar alimentos e até fazer chover no deserto. Dubai reúne uma diversidade de soluções sustentáveis surgidas no ecossistema de inovação que tanto ajudam tanto no combate às causas quanto às consequências da crise climática.

__Por que isso é relevante?__ A agenda ESG e o capitalismo de stakeholders estão cada vez mais fortes, o que significa que impactar e gerar valor a todas as partes interessadas é muito mais do que um modismo. De acordo com a pesquisa *Perfil do Investidor em Startups 2021*, conduzida pela CapTable, o impacto social da iniciativa é o quarto item avaliado como fator de decisão para 41% dos investidores, ficando atrás somente da avaliação de critérios como: eficácia do modelo de negócio, escalabilidade e eficiência do time de empreendedores.

No Brasil, as startups do setor ESG também começam a atrair mais investimentos: já receberam juntas um total de US$ 991 milhões ao longo da última década, sendo aproximadamente 90% de todo volume investido nos últimos três anos, segundo dados do hub de inovação Distrito. As startups que atuam no segmento de meio ambiente e categoria social são a grande maioria, representando 70% das startups mapeadas no estudo. A inovação pode ser sim um motor para os objetivos e práticas de ESG. E as empresas devem seguir se transformando e se conectando cada vez mais a este ecossistema emergente para atingir esses objetivos.

Viu como é possível? Para a magia acontecer, a tolerância, a coexistência, a esperança, a coragem e o otimismo devem guiar líderes e organizações para que possam verdadeiramente apreciar o passado, compreender o presente e idealizar o futuro, juntos.

## Tendência 2: Lideranças conscientes
A ampliação da consciência dos líderes das organizações é o primeiro passo para transformar sonhos e aspirações em realidade. E também os líderes das nações representadas nos pavilhões dão o tom para a visão de futuro do mundo, numa trajetória intensa e consistente para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pela ONU na Agenda 2030. Na Expo, presenciamos a semana de Objetivos Globais – que aconteceu pela primeira vez fora da sede das Nações Unidas, em Nova York – reforçando a importância do evento em demonstrar a grande ambição de se buscar soluções e iniciativas inovadoras para desafios como desigualdade social, mudanças climáticas e desigualdade de gênero.

E não há escassez de desafios.

Nas últimas três décadas, apesar da pobreza global ter se reduzido em 75%, as mulheres ainda têm maior probabilidade de viver em pobreza extrema do que homens. Só em 2021 foram registradas 47 milhões de mulheres em situação de extrema pobreza (fonte: ONU).

A Expo reforçou de forma prática e inspiradora o quanto as marcas podem ser lideranças na redução desse desequilíbrio, como ocorreu com a Cartier, por exemplo. [Ao patrocinar o Pavilhão das Mulheres do evento, a emblemática joalheria buscou estabelecer um padrão necessário para as empresas repensarem sua abordagem de defesa de gênero](https://en.worldtempus.com/article/events/arts-and-culture/cartier-the-womens-pavilion-28443.html). Com isso, trouxe à tona o quanto o setor privado pode colaborar na transformação da realidade, se houver uma atuação conjunta com sociedade civil e lideranças políticas. E também atuações individuais na gestão das empresas, principalmente estratégicas. Afinal, estudos já comprovaram que mulheres em conselhos de administração levam as organizações a terem 28% mais chances de prosperar.

Além da equidade de gênero, as novas tecnologias também são um importante habilitador para se fazer mais com menos. Mas quais são, de fato, os problemas que elas estão resolvendo hoje? Seriam elas as soluções para salvar o mundo, ou nós precisamos nos transformar para sobrevivermos neste mundo?

Este caminho exige um despertar de líderes conscientes, sustentáveis. O futurista e autor [Stefan Hyttfors](https://www.hyttfors.com/) declarou:

> “Temos que compreender e pensar sobre o fato puro e simples de que estamos entrando em uma era onde nossa experiência e conhecimento terão proporções mínimas quando comparados à inteligência total disponível.”

O início deste despertar é o reconhecimento pela liderança de que é necessário valorizar cada vez mais o aprendizado contínuo e a nutrição de uma cultura na qual as pessoas sejam ousadas o suficiente para desafiar a experiência.

__Por que isso é importante?__ Mais do que nunca, mudar o jogo e fazer o que até então parecia impossível passa pelo papel da liderança e pela importância de criar conexões. A conexão de mentes diversas é uma premissa em um mundo no qual as fronteiras do físico e digital se fundem, e no qual a tecnologia e os dados habilitam a mente para pensar um futuro que não apenas possa gerar grandes oportunidades, mas também que seja mais sustentável e mais humano.

Mas, como os líderes dos negócios podem destravar a potência da mente humana, em si mesmos e em suas equipes? A consolidação de mentes diversas em seu máximo potencial cria um salto de oportunidade, onde a cooperação está acima de qualquer complexidade.

Quanto mais conexões, mais ideias. Quanto mais ideias, mais tecnologias. O futuro coletivo começa a ser formado. Assim, as organizações que fomentam a cooperação ao invés da competição são aquelas que irão capturar o maior número de oportunidades

## Tendência 3: Visão de futuro para inovação e transformação digital
A Expo 2020 nos mostrou que as inovações necessárias para que as cidades sejam mais inteligentes e sustentáveis já existem. A grande maioria, inclusive, deriva da transformação digital da “Agricultura 5.0” combinada com as inovações da “Indústria 4.0”.

Analisando isoladamente as soluções, por um momento podemos pensar que não há nada de novo, mas tudo isso junto na administração centralizada dentro de uma cidade é impactante e inovador. Vimos que é possível ter estações meteorológicas inteligentes que, inclusive, já são utilizadas há anos no campo, mas é algo novo usar a mesma técnica para determinar quando regar os jardins da cidade. A energia fotovoltaica já é explorada há algumas décadas; porém a gestão balanceada do consumo entre mais de 130 prédios é algo inovador. E se é comum para quem frequenta as feiras e eventos de inovação ver alguns robôs circulando, é impactante ter 150 deles envolvidos no entretenimento das crianças, na recepção dos visitantes e até mesmo gerenciando a segurança das pessoas (no caso, uma bronca para colocar a máscara em um tempo de controle sanitário bastante rígido). Sim, isso é algo novo.

Imagine uma cidade onde é possível mensurar a emissão de carbono de cada prédio. Sim, é possível, sem falar nas centenas de soluções IoT espalhadas pela cidade – lixeiras inteligentes que avisam quando estão cheias, câmeras que detectam lixo no chão, sensores de movimento que disparam alertas de segurança, dispositivos sonoros que medem os decibéis e notificam os responsáveis caso o som esteja fora da margem permitida. Tudo isso junto é algo inovador! Ao se colocar como um experimento de cidade do futuro, a Expo reforça a confiança de que é possível transformar diversas questões dentro do espectro ESG a partir dos avanços da transformação digital.

__Por que isso é importante?__ Em 2100, 85% da população viverá em áreas urbanas e, portanto, vamos precisar ressignificar a cidade como um motor de inovação e sustentabilidade. Metrópoles sempre foram o ponto de desenvolvimento humano e nesse novo momento é preciso trazer soluções mais inteligentes e eficientes para a mobilidade, a produção de alimentos e o abastecimento limpo de energia. A questão energética é premente, inclusive pela escassez das fontes fósseis, somadas à questão climática. Segundo pesquisa apresentada pela BP (British Petroleum), uma das maiores empresas mundiais de extração de petróleo, que avaliou o consumo versus as reservas globais em 2019, restam apenas 47 anos de exploração de combustíveis fósseis. Tempo que talvez não seja suficiente para todas as mudanças que precisam ser feitas.

Claro, se todas as cidades pudessem ser construídas do zero seria mais simples. Mas a realidade é outra: a grande maioria precisa lidar com um passado tecnológico grande, pesado e custoso, percorrendo a dupla jornada de sempre buscar acompanhar a oferta existente de facilidades ao cidadão. A criatividade, o desapego e a ousadia passam a ser chaves para guiar um novo cenário possível.

## Tendência 4: Tecnologias a serviço de experiências imersivas
E imagine nessa cidade do futuro como as interações seriam? Entre marcas, entre negócios, entre pessoas? Entre diversos momentos “wow”, que não somente impactam pela beleza, pela música, pela projeção, pudemos sentir a real reflexão sobre empatia e colaboração.

É possível, por exemplo, contar com um device para que as pessoas rastreiem, entendam e assumam a responsabilidade de sua pegada ambiental por meio de ferramentas digitais. Essa foi parte da experiência imersiva trazida pela Mastercard, entre tantas experiências multissensoriais conectadas ao “fazer o bem”, demonstrando através da tecnologia como podemos nos conectar às coisas mais importantes.

Outra que explorou as possibilidades da realidade virtual foi – novamente – a Cartier. Sua experiência permitiu que os participantes sentissem na pele os desafios da equidade de gênero na sociedade, escancarando com dados e fatos as diferenças que ainda sofremos.

__Por que isso é importante?__ É esse tipo de emoção que precisamos promover como executivos, como empreendedores, como marcas. Afinal, se tem uma coisa que a pandemia transformou de vez foi a nossa percepção de valor entre “coisas” versus “experiências memoráveis”.

Esse desejo é respaldado por pesquisa com quase 2 mil profissionais de negócios elaborada pela SuperOffice. Segundo o estudo, a experiência do cliente é uma das principais prioridades para os próximos anos para 46% dos entrevistados. E 86% dos compradores pagariam mais para ter uma boa experiência.

Estamos na economia da experiência.

Queremos experiências que nos tornem pessoas melhores, mais fortes, mais felizes, mais conscientes… E passa a ser papel das marcas nesse novo cenário provocar a mudança, impulsionar o ecossistema com discursos menos egocentrados e mais verdadeiros com as necessidades da nossa sociedade.

A compra em vários dispositivos por meio de uma ampla variedade de canais, as novas gerações totalmente imersas nos seus mundos digitais, com o metaverso e redes sociais, tornou difícil para as empresas manter a consistência e a relevância. Sem dúvida, o maior facilitador da experiência é a tecnologia, que habilita a personalização, a inovação e a conexão, mas o que estamos acompanhando é que somente investir em tecnologia não garante uma boa experiência. O fator humano é o que muitas vezes garante a diferenciação.

Então, se basta ter as melhores ferramentas tecnológicas, a empatia, a criatividade, a gestão de dados, a habilidade de fazer a gestão integrada entre todos os canais, entram também como fatores-chaves para essa tal “cultura da experiência”. Isso impacta em como pensamos e fazemos o produto, em como investimos nos dados e na jornada do cliente, em como valorizamos nossa cultura e nossa gente como parte fundamental desse processo.

Falando em empatia, a Expo nos fez um convite para a cooperação, para criarmos nosso futuro comum. Se estivermos a “[seis graus de separação](https://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_dos_seis_graus_de_separa%C3%A7%C3%A3o)” de qualquer pessoa, com o avanço da tecnologia e das redes sociais, estaremos definitivamente capazes de estarmos todos conectados.

E o que faremos com essa conexão que está em nossas mãos? Convidamos você a refletir sobre os significados da frase abaixo, que fez parte do pavilhão da Rússia – e que, paradoxalmente ao momento atual de conflito, destruição e luta por poder, nos fala sobre a força da colaboração.

*O cérebro nos ensina uma lição importante: bilhões de células nervosas, por mais peculiares que sejam, se unem para construir a mente, que é sustentável, móvel e nos apresenta infinitas oportunidades. Se a natureza pode fazer isso, nós também podemos. Usando a cooperação humana em prol do nosso futuro comum.*

__Leia mais: [O objetivo de escalar globalmente](https://www.revistahsm.com.br/post/o-objetivo-de-escalar-globalmente)__

Compartilhar:

Artigos relacionados

Quando um legado familiar redefine um pedaço da cidade

Construído sobre a área que durante décadas abrigou a fábrica e a recreativa da Tigre, o Cidade das Águas nasceu de uma pergunta pouco comum ao mercado imobiliário: antes de erguer torres, que tipo de bairro vale a pena construir?

A energia invisível da liderança – revelando a verdadeira natureza do “Ki” irradiado por Masao Ogura, da Yamato Transport

Da criação do Takkyubin à reinvenção da logística japonesa, a história de Masao Ogura, responsável por transformar a Yamato Transport em um dos maiores cases de inovação logística do Japão. Este artigo revela como os princípios das artes marciais podem oferecer novas perspectivas sobre cultura organizacional, inovação, tomada de decisão e liderança em tempos de transformação.

Ageivism: o que acontece quando as organizações envelhecem, mas suas ideias não?

Enquanto a longevidade transforma a composição da sociedade e do mercado de trabalho, muitas organizações continuam operando com modelos de gestão construídos para uma realidade demográfica que já não existe. Este artigo discute o conceito que desafia o jovem-centrismo corporativo e convida líderes a repensarem o valor da experiência, da diversidade geracional e da longevidade nas empresas.

Empreendedorismo
15 de julho de 2026 15H00
Construído sobre a área que durante décadas abrigou a fábrica e a recreativa da Tigre, o Cidade das Águas nasceu de uma pergunta pouco comum ao mercado imobiliário: antes de erguer torres, que tipo de bairro vale a pena construir?

Sandra Regina da Silva - Jornalista especializada em gestão, inovação e negócios

12 minutos min de leitura
Inovação & estratégia, Marketing & growth, User Experience, UX
15 de julho de 2026 08H00
Enquanto a IA assume processos, diagnósticos e tarefas repetitivas, cresce a importância de competências exclusivamente humanas. O desafio das lideranças não é automatizar mais, mas decidir onde a presença humana gera valor que nenhuma tecnologia consegue reproduzir plenamente.

Ana Flavia Martins - CMO da Algar

3 minutos min de leitura
Liderança, Cultura organizacional, Inovação & estratégia
14 de julho de 2026 18H00
Da criação do Takkyubin à reinvenção da logística japonesa, a história de Masao Ogura, responsável por transformar a Yamato Transport em um dos maiores cases de inovação logística do Japão. Este artigo revela como os princípios das artes marciais podem oferecer novas perspectivas sobre cultura organizacional, inovação, tomada de decisão e liderança em tempos de transformação.

Kei Izawa - 7º Dan de Aikikai e ex-presidente da Federação Internacional de Aikido

16 minutos min de leitura
Lifelong learning, Estratégia, Marketing & growth
14 de julho de 2026 14H00
Este artigo mostra como os eventos corporativos se tornaram ambientes estratégicos de inteligência coletiva, capazes de ampliar repertório, antecipar tendências e reduzir incertezas para líderes e organizações.

Sidnei Metzner - Gestor nacional de vendas da WK

3 minutos min de leitura
Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho, ESG
14 de julho de 2026 08H00
Enquanto a longevidade transforma a composição da sociedade e do mercado de trabalho, muitas organizações continuam operando com modelos de gestão construídos para uma realidade demográfica que já não existe. Este artigo discute o conceito que desafia o jovem-centrismo corporativo e convida líderes a repensarem o valor da experiência, da diversidade geracional e da longevidade nas empresas.

Fran Winandy - CEO da Acalântis Services, Consultora, Palestrante e Professora nas áreas de Diversidade Geracional, Etarismo e Longevidade

3 minutos min de leitura
Bem-estar & saúde, Cultura organizacional
13 de julho de 2026 14H00
Dados mostram o avanço da solidão no ambiente de trabalho, especialmente entre profissionais remotos. O texto propõe uma reflexão sobre como relações de confiança, segurança psicológica e capacidade de convivência se tornaram ativos estratégicos para a saúde organizacional.

Daniela Cais - Designer de Relações Profissionais, TEDx Speaker, Mentora de Comunicação para Carreiras e Negócios

7 minutos min de leitura
Inovação & estratégia
13 de julho de 2026 08H00
Durante décadas, empresas competiram por telas, cliques e atenção. Agora, à medida que agentes inteligentes passam a interpretar intenções e executar tarefas, o valor começa a migrar para outro lugar: dados, contexto e capacidade de decisão.

Ale Fu - Executiva de Tecnologia, Professora, Palestrante, além de coordenadora da Comissão de Estratégia e Inovação do IBGC e membro do Grupo de Trabalho de Inteligência Artificial da ABES

7 minutos min de leitura
Cultura organizacional, Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho, User Experience, UX
12 de julho de 2026 13H00
Durante décadas, o mercado tratou a satisfação do cliente como prioridade absoluta. Este artigo questiona os limites dessa lógica e mostra como a normalização de abusos, agressões e desgastes emocionais está afetando a saúde mental dos trabalhadores e comprometendo a própria cultura das organizações.

Rennan Vilar - Diretor de Pessoas e Cultura do Grupo TODOS Internacional

5 minutos min de leitura
User Experience, UX, Inovação & estratégia
12 de julho de 2026 08H00
Em um mundo onde quase tudo pode ser comprado, o verdadeiro luxo deixou de ser exclusividade e passou a ser simplicidade. Este artigo mostra por que as empresas mais valiosas da próxima década serão aquelas capazes de eliminar complexidade, reduzir decisões e transformar experiência em significado.

Bruno Mazanek - CEO da Zanek

5 minutos min de leitura
Inovação & estratégia, Finanças
11 de julho de 2026 14H00
O mercado aprendeu a medir estoques, fábricas e patrimônio físico. Mas como medir inteligência, dados e conhecimento? O desafio das empresas hoje não é apenas criar valor, mas desenvolver métricas capazes de reconhecê-lo.

Carolina Almeida Cruz - Cofundadora e CEO da C-MORE

6 minutos min de leitura

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #173

A Geoeconomia entra no mundo corporativo

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #173

A Geoeconomia entra no mundo corporativo