Uncategorized

Inovação para fidelizar clientes e crescer muito

Cofundador do Beblue e responsável pelo desenvolvimento de estratégias e novos negócios. O Beblue é uma plataforma de captação e retenção de clientes para o comércio com cashback.

Compartilhar:

Vivemos em uma era em que a retenção do cliente está virando uma métrica fundamental das empresas. Nós do Beblue nos propusemos a trabalhar duro nisso, construindo um ecossistema que conecte consumidor e varejo por meio da recompensa em dinheiro, o chamado “cashback”.

Aprendemos que a devolução de parte do dinheiro investido em um serviço ou produto é um benefício incomparável para o cliente. Em tempos de consumo consciente, o cashback se consolida como uma nova forma de fidelização, porque oferece maior poder de escolha e compra ao consumidor. Pesquisas mostram que a percepção de valor do cashback é cerca de sete vezes maior do que a percepção de valor de um simples desconto. Ganhar dinheiro com o cashback tem um significado e um apelo maior do que economizar dinheiro com o desconto. O dinheiro também tem mais apelo e valor para o consumidor que os pontos de programas de fidelidade convencionais.

**FATOS E NÚMEROS DO BEBLUE**

• Fundado em 2016.

• Presente em mais de 100 DAS PRINCIPAIS CIDADES das regiões Sul, Centro-Oeste e Sudeste do Brasil.

• Mais de 3 milhões de downloads, somando 300 MIL NOVOS CONSUMIDORES por mês.

• Mais de 10 MIL estabelecimentos credenciados.

• Mais de R$ 1 BILHÃO transacionados.

• Mais de R$ 50 MILHÕES de cashback (recompensas) gerados.

Porém, atender às necessidades tanto de quem compra quanto de quem está vendendo é desafiador. Quando introduzimos o conceito de cashback no mercado de varejo físico brasileiro, por exemplo, tivemos de nos esforçar para fazer os comerciantes entenderem qual era o benefício de divulgar seu estabelecimento em uma plataforma que devolve um percentual do valor da compra para o consumidor. Por que uma empresa haveria de querer utilizar nossa ferramenta em vez de, por exemplo, simplesmente oferecer 10% de desconto, como é de praxe?

O tradicional desconto em determinado produto ou serviço é tido como um evento único que deprecia o faturamento da empresa, uma vez que o comerciante deixa de faturar o preço cheio, mas também sua marca, produto ou serviço. Quando o comerciante participante da plataforma Beblue devolve o dinheiro, as coisas são diferentes: o consumidor cria conexão emocional, fica com uma boa imagem da marca que lhe devolveu dinheiro e ganha um crédito em sua conta – crédito esse que pode usar no ecossistema de parceiros credenciados, desenvolvendo um consumo cíclico.

O uso de tecnologia e ciência de dados permite à plataforma ajudar o comerciante a vender mais e melhor no futuro, por meio de ações personalizadas de produtos e serviços. Isso porque a plataforma reúne dados que possibilitam conhecer mais a fundo os diversos segmentos da base de clientes, segmentando-os por frequência, ticket médio, perfil de consumo e hábitos de compra.

Compartilhar:

Artigos relacionados

Menos chat, mais gente

Entre respostas perfeitas e textos polidos demais, corre o risco de desaparecer aquilo que nos torna únicos: nossa capacidade de errar, sentir, duvidar – e pensar por conta própria

A revolução que a tecnologia não consegue fazer por você

Em meio à aceleração da inteligência artificial e à emergência da era agentica, este artigo propõe uma reflexão pouco usual: as transformações mais complexas da IA não são tecnológicas, mas humanas. A partir de uma perspectiva pessoal e prática, o texto explora como auto conhecimento, percepção, medo, intenção, hábitos, ritmo, desapego e adaptação tornam-se variáveis centrais em um mundo de agentes e automação cognitiva. Mais do que discutir ferramentas, a narrativa investiga as tensões invisíveis que moldam decisões, identidades e modelos mentais, defendendo que a verdadeira revolução em curso acontece na consciência humana e não apenas na tecnologia.

Tecnologia & inteligencia artificial, Inovação & estratégia
5 de março de 2026
Entre respostas perfeitas e textos polidos demais, corre o risco de desaparecer aquilo que nos torna únicos: nossa capacidade de errar, sentir, duvidar - e pensar por conta própria

Bruna Lopes de Barros

2 minutos min de leitura
Liderança, Cultura organizacional
4 de março de 2026 12h00
Com todos acessando as mesmas ferramentas para polir narrativas, o que os diferencia? Segundo pesquisa feita com gestores brasileiros, autoconhecimento, expressão e autoria

Patricia Gibin - Consultora e coach

19 minutos min de leitura
Liderança, Tecnologia & inteligencia artificial
4 de março de 2026 06H00
As agendas do ATD26 e SHRM26 deixam claro: o ano começou exigindo líderes capazes de decidir com IA, sustentar cultura e entregar performance em sistemas cada vez mais complexos. Liderança virou infraestrutura de execução - e está em ritmo acelerado.

Allessandra Canuto - Especialista em Inteligência Emocional e Saúde Mental

5 minutos min de leitura
Tecnologia & inteligencia artificial
3 de março de 2026 15h00
O verdadeiro poder está em aprender a editar o que a tecnologia ousa criar. Em outras palavras, a era da IA generativa derruba o mito da máquina infalível e te convida para dialogar com artistas imprevisíveis.

Sylvio Leal - Head de Marketing Latam da Sinch

4 minutos min de leitura
Inovação & estratégia
3 de março de 2026 08h00
Quando o ego negocia no seu lugar, até decisões inteligentes produzem resultados medíocres. Este artigo aborda a negociação sob a ótica da teoria dos jogos, identidade decisória e arquitetura de incentivos - não apenas como técnica, mas como variável estrutural na construção de valor organizacional.

Angelina Bejgrowicz - Fundadora e CEO da AB – Global Connections

6 minutos min de leitura
Tecnologia & inteligencia artificial, Cultura organizacional, Liderança
2 de março de 2026
Em meio à aceleração da inteligência artificial e à emergência da era agentica, este artigo propõe uma reflexão pouco usual: as transformações mais complexas da IA não são tecnológicas, mas humanas. A partir de uma perspectiva pessoal e prática, o texto explora como auto conhecimento, percepção, medo, intenção, hábitos, ritmo, desapego e adaptação tornam-se variáveis centrais em um mundo de agentes e automação cognitiva. Mais do que discutir ferramentas, a narrativa investiga as tensões invisíveis que moldam decisões, identidades e modelos mentais, defendendo que a verdadeira revolução em curso acontece na consciência humana e não apenas na tecnologia.

Ale Fu - Executiva de Tecnologia, Professora, Palestrante, além de coordenadora da Comissão de Estratégia e Inovação do IBGC e membro do Grupo de Trabalho de Inteligência Artificial da ABES

12 minutos min de leitura
Bem-estar & saúde
1º de março de 2026
A crise não está apenas no excesso de trabalho, mas no peso emocional que distorce decisões e fragiliza equipes.

Valéria Siqueira - Fundadora da Let’s Level

5 minutos min de leitura
Tecnologia & inteligencia artificial
28 de fevereiro de 2026
Em 2026 o diferencial no uso da IA não será de quem criar mais agentes ou automatizar mais tarefas, mas em quem souber construir sistemas capazes de pensar, aprender e decidir melhor no seu contexto organizacional.

Eduardo Ibrahim - Fundador e CEO da Humana AI, Faculty Global da Singularity University e autor do best-seller Economia Exponencial

5 minutos min de leitura
Inovação & estratégia
27 de fevereiro de 2026
Sem modelo operativo claro, sua IA é só enfeite - e suas reuniões, só barulho.

Manoel Pimentel - Chief Scientific Officer na The Cynefin Co. Brazil

7 minutos min de leitura
Inovação & estratégia
26 de fevereiro de 2026
Diante dos desafios crescentes da mobilidade, conectar corporações, startups, parceiros e especialistas em um ambiente colaborativo pode ser o caminho para acelerar soluções, transformar ideias em projetos concretos e impulsionar a inovação nesse setor.

Juliana Burza - Gerente de Novos Negócios & Produtos de Inovação no Learning Village

4 minutos min de leitura