Uncategorized

Inteligência Analítica, Revolução e o Agile AX

“The readiness is all (A prontidão é tudo)” - Hamlet

SAS

A SAS é líder em software e serviços de análise de negócios e o maior fornecedor independente no mercado de business intelligence. Por meio de soluções inovadoras, a SAS ajuda seus clientes em mais de 70.000 sites a melhorar o desempenho e a agregar valor tomando decisões melhores com mais rapidez.

Compartilhar:

É inegável que vivemos uma tempestade perfeita. Estamos em um momento do mundo dos negócios marcado por mudanças profundas e desafiadoras, que afetam, ao mesmo tempo, diversos campos da experiência humana. 

Quando observamos a aceleração das mudanças nos sistemas econômicos locais e globais, no comportamento do consumidor, na esfera política e no próprio campo das tecnologias, é fácil entender por que o tema da transformação digital está nas prioridades de quase todas as empresas relevantes no mercado. Ocorre, contudo, que essa transformação digital é apenas uma das facetas de um movimento maior de mudanças, que muitos chamam de “4ª Revolução Industrial”. 

Se o elemento catalisador da 1ª Revolução foi o motor a vapor, que funciona com a queima de carvão, o da 2ª Revolução foi a eletricidade e a computação constituiu a marca da 3ª Revolução. Já a 4ª Revolução é conduzida pelos algoritmos. 

Quase todas as tecnologias ligadas ao presente momento de mudança fazem uso de um enorme volume de dados para gerar uma inteligência, e esta alimenta os algoritmos de tomada de decisão. Assim, a capacidade de decidir com base em inteligência analítica está deixando de ser algo acessório, ou até um luxo, para se tornar um imperativo da competitividade do negócio. Prova disso é a proliferação de demandas de casos de uso que utilizam analytics, demanda essa que emerge de diversas áreas das organizações. 

Quando estudamos a história das três revoluções industriais anteriores, aprendemos uma lição: as empresas que melhor aproveitaram as oportunidades trazidas pelas transformações de cada revolução foram as que conseguiram industrializar seus processos obtendo ganho de escala. E, na atual revolução industrial que, como vimos, tem na inteligência analítica seu grande catalisador, a fórmula para ter sucesso permanece a mesma: industrialização para obter ganho de escala. 

Como fazer isso agora? O SAS propõe uma nova abordagem intitulada “Agile AX”, que trata ao mesmo tempo das camadas de infraestrutura, software e de serviços profissionais, orquestrando todos esses elementos de forma a industrializar e acelerar a geração de inteligência analítica.Seu conceito e suas aplicações ficam mais fáceis de compreenderpor meio de dois estudos de caso. 

**1) Caso 1: Banco**

O primeiro caso é de um grande banco, que conta com centenas de modelos preditivos para escoragem de risco de crédito. Seu desafio é industrializar o processo de modelagem e escoragem, a fim de garantir continuamente a geração de valor através da inteligência. Questões regulatórias, aumento da competição – especialmente das “fintechs” –, crises econômicas e diversos outros fatores desafiam continuamente o banco a buscar melhoria na performance global do seu portfólio de modelos de risco. 

A resposta a seus desafios, presentes e futuros, está na industrialização dos processos de produção, gerenciamento e publicação dos modelos, o que significa dotar a plataforma de risco de crédito de todas as capacidades necessárias para a automação e governança dos processos analíticos, garantindo continuamente a utilização dos modelos com melhor desempenho. 

Nesse caso, Agile Ax significa identificar quais são as capacidades analíticas que esse banco necessitará para permitir a execução de casos de uso com uma diversidade, um tempo de execução e um custo adequados à 4ª Revolução Industrial. Uma vez identificadas tais capacidades, o SAS apoiará esse banco em tudo que for necessário para a transformação que produza Agile Analytics.

**2) Caso 2: Telecom**

Uma grande telecom depende cada vez mais de analytics para tomar decisões em tempo real durante a jornada do cliente. Essas decisões dependem do compartilhamento de dados e insights entre as diversas áreas envolvidas na jornada do cliente, como marketing, cobrança, fraude, desempenho de rede etc. Para que isso aconteça,a telecom não pode utilizar apenas os “dados em repouso” (armazenados), mas necessita analisar também os “dados em movimento” (streaming). 

Nesse caso, Agile Ax entregará à telecom tudo que for necessário em termos de software e serviços de consultoria para viabilizar uma visão única de cliente entre as áreas e a capacidade de tomar decisão e interagir com o cliente final nos diversos momentos de seu contato com a empresa.

**PRONTIDÃO**

O resultado final esperado com a abordagem Agile Ax é a prontidão permanente para a execução de casos de uso no tempo requerido e com o menor custo possível. Algumas empresas já nasceram Agile Ax, tais como Amazon, Facebook e Alphabet (Google), e elas constituem provas vivas de que esse é o fator crítico de sucesso nesta nova revolução industrial. Outras precisam se tornar Agile Ax. Com a proposição SAS Agile AX, qualquer empresa pode subir o patamar de sua inteligência analítica, implementando para valer a industrialização dos processos analíticos por meio da automação e do uso sob medida do que há de melhor em estatística avançada, com governança. 

Agile Ax é a proposição ideal para que empresas de todos os segmentos deem conta dos desafios da 4ª Revolução Industrial e se sintam permanentemente prontas para “surfar” com muito sucesso suas ondas. 

Afinal, como Shakespeare escreveu 500 anos atrás, “a prontidão é tudo”.

Compartilhar:

Artigos relacionados

Onde a inteligência artificial realmente gera dinheiro no varejo alimentar

Sistemas desconectados, estoques imprecisos e perdas recorrentes tornam o hortifrúti uma das operações mais complexas do varejo alimentar. Ao contrário das promessas de transformação total, a inteligência artificial vem demonstrando valor justamente onde consegue reconstruir informações, prever demanda e apoiar decisões com impacto direto sobre vendas e desperdício.

Ou você constrói um ecossistema de parceiros ou será engolido por um

Embora a maioria das empresas reconheça o potencial dos ecossistemas de parceiros para gerar receita e ampliar mercados, poucas conseguem transformar essa ambição em resultados consistentes. O artigo explora por que a construção de um ecossistema eficaz vai muito além da criação de um canal comercial, exigindo arquitetura, governança, ativação e uma estratégia capaz de conectar parceiros aos objetivos de crescimento do negócio.

Mudar para continuar o mesmo

Ao visitar um dos vinhedos mais renomados de Bordeaux, o autor encontrou uma reflexão que ultrapassa o universo do vinho e alcança empresas, famílias e instituições. A decisão do Château Lafleur de abandonar uma denominação de origem histórica revela um dilema cada vez mais presente nas organizações: como preservar princípios e identidade em um mundo que exige adaptação constante?

SOMPO Holdings: da crise provocada por si mesma a uma transformação guiada por propósito

Após mergulhar em uma crise provocada por escândalos que abalaram sua credibilidade, a SOMPO Holdings encontrou na liderança de Mikio Okumura o impulso para redefinir sua identidade. Inspirado por aprendizados adquiridos no Brasil, o executivo promoveu uma transformação que combinou propósito, tecnologia e foco no cliente para reconstruir a confiança e conduzir a seguradora a resultados recordes.

Por que lavar as mãos ainda é uma das maiores armas da medicina?

Mais de 150 anos após os estudos pioneiros de Ignaz Semmelweis e Florence Nightingale, a higiene das mãos permanece como uma das intervenções mais importantes para a segurança do paciente. O desafio atual não está na falta de evidências, mas na capacidade das instituições de transformar conhecimento em hábito e protocolo em cultura.

Vamos falar sobre vendas?

Vendas estão entre as atividades mais antigas, estratégicas e decisivas de qualquer organização, mas continuam sendo tratadas por muitas empresas como uma responsabilidade exclusiva da área comercial. Nesta coluna de estreia, a autora propõe uma reflexão sobre por que receita é resultado de um sistema que envolve liderança, cultura, processos, tecnologia, experiência do cliente e estratégia, e por que a pergunta mais importante talvez não seja por que os vendedores não vendem, mas o que a própria organização está fazendo para dificultar a venda.

Tecnologia & inteligencia artificial
15 de agosto de 2026 14H00
Sistemas desconectados, estoques imprecisos e perdas recorrentes tornam o hortifrúti uma das operações mais complexas do varejo alimentar. Ao contrário das promessas de transformação total, a inteligência artificial vem demonstrando valor justamente onde consegue reconstruir informações, prever demanda e apoiar decisões com impacto direto sobre vendas e desperdício.

Marco Perlman - CEO da Aravita

3 minutos min de leitura
Estratégia, Ecossistema
15 de agosto de 2026 08H00
Embora a maioria das empresas reconheça o potencial dos ecossistemas de parceiros para gerar receita e ampliar mercados, poucas conseguem transformar essa ambição em resultados consistentes. O artigo explora por que a construção de um ecossistema eficaz vai muito além da criação de um canal comercial, exigindo arquitetura, governança, ativação e uma estratégia capaz de conectar parceiros aos objetivos de crescimento do negócio.

Juliana Tubino e Nara Vaz Guimarães - Cofundadoras do Ecossistema Octo e coautoras do best-seller Ecossistema de Parceiros: Método Octo.

3 minutos min de leitura
Inovação & estratégia, Marketing
14 de agosto de 2026 13H00
Ao visitar um dos vinhedos mais renomados de Bordeaux, o autor encontrou uma reflexão que ultrapassa o universo do vinho e alcança empresas, famílias e instituições. A decisão do Château Lafleur de abandonar uma denominação de origem histórica revela um dilema cada vez mais presente nas organizações: como preservar princípios e identidade em um mundo que exige adaptação constante?

Antonio Carlos Matos da Silva - Conselheiro independente associado ao IBGC

5 minutos min de leitura
Liderança
14 de agosto de 2026 08H00
Após mergulhar em uma crise provocada por escândalos que abalaram sua credibilidade, a SOMPO Holdings encontrou na liderança de Mikio Okumura o impulso para redefinir sua identidade. Inspirado por aprendizados adquiridos no Brasil, o executivo promoveu uma transformação que combinou propósito, tecnologia e foco no cliente para reconstruir a confiança e conduzir a seguradora a resultados recordes.

Kei Izawa - 7º Dan de Aikikai e ex-presidente da Federação Internacional de Aikido

13 minutos min de leitura
Bem-estar & saúde, Cultura organizacional
13 de agosto de 2026 14H00
Mais de 150 anos após os estudos pioneiros de Ignaz Semmelweis e Florence Nightingale, a higiene das mãos permanece como uma das intervenções mais importantes para a segurança do paciente. O desafio atual não está na falta de evidências, mas na capacidade das instituições de transformar conhecimento em hábito e protocolo em cultura.

Marcos Gurgel - Diretor Comercial na divisão Avitum da B. Braun Brasil

4 minutos min de leitura
Marketing & growth, Estratégia, Vendas
13 de agosto de 2026 08H00
Vendas estão entre as atividades mais antigas, estratégicas e decisivas de qualquer organização, mas continuam sendo tratadas por muitas empresas como uma responsabilidade exclusiva da área comercial. Nesta coluna de estreia, a autora propõe uma reflexão sobre por que receita é resultado de um sistema que envolve liderança, cultura, processos, tecnologia, experiência do cliente e estratégia, e por que a pergunta mais importante talvez não seja por que os vendedores não vendem, mas o que a própria organização está fazendo para dificultar a venda.

Carol Manciola - CEO da Conectas

6 minutos min de leitura
Liderança
12 de agosto de 2026 14H00
Em um cenário onde conhecimento, repertório e fluência tecnológica estão distribuídos entre diferentes gerações, a liderança deixa de ser uma posição fixa e passa a circular conforme o contexto. O artigo explora como a IA está redefinindo autoridade, colaboração e tomada de decisão, tornando a capacidade de aprender, adaptar-se e reconhecer quem deve liderar em cada momento uma das competências mais importantes do futuro.

Eduardo Ibrahim - Fundador e CEO da Humana AI, Faculty Global da Singularity University e autor do best-seller Economia Exponencial

7 minutos min de leitura
Inovação & estratégia
12 de agosto de 2026 08H00
O artigo defende que o verdadeiro valor surge quando a IA deixa de operar de forma isolada e passa a integrar toda a jornada de negócio, conectando pessoas, processos, dados e governança em um único sistema de performance.

Guilherme Stefanini - CMO do Grupo Stefanini, CEO da Stefanini Marketing e sócio da W3haus e Gauge.

4 minutos min de leitura
Liderança
11 de agosto de 2026 18H00
A liderança é uma invenção humana ou um princípio presente na própria natureza? Longe das salas de reunião e dos modelos de gestão, a natureza oferece pistas valiosas sobre uma das capacidades mais humanas das organizações: a liderança. A partir de observações do cotidiano no campo, o autor propõe uma reflexão sobre as origens da condução, da cooperação e da construção de instituições, sugerindo que liderar talvez seja menos uma técnica aprendida e mais a expressão consciente de uma lógica que acompanha a vida há milhões de anos.

Carlos Eduardo de Barros - Fundador e CEO da Cogntion & Business Consultoria, conselheiro de empresas e consultor em estratégia, governança e liderança

16 minutos min de leitura
Tecnologia & inteligencia artificial
11 de agosto de 2026 14H00
Empresas estão investindo bilhões em inteligência artificial, mas poucas conseguem responder uma pergunta simples: quanto valor real cada interação com IA está gerando para o negócio? O artigo propõe uma nova forma de avaliar projetos de IA generativa, baseada no conceito de retorno sobre tokens, e mostra por que medir apenas adoção, volume de uso ou número de licenças já não é suficiente para justificar investimentos, escalar soluções e transformar tecnologia em resultado.

Leonardo Tristão - CEO da Performa_IT

22 minutos min de leitura

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #173

A Geoeconomia entra no mundo corporativo

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #173

A Geoeconomia entra no mundo corporativo