A maleabilidade mental como nova vantagem competitiva

Neste artigo, a capacidade de discordar surge como um ativo estratégico: ao ativar a neuroplasticidade, líderes e organizações deixam de apenas reagir ao novo e passam a construir transformação real, sustentada por pensamento crítico, consistência e integridade cognitiva.
Autenticidade, confiança, Michael Porter e o medo de fazer escolhas

Quando tecnologia se torna abundante e narrativas perdem credibilidade, a autenticidade emerge como o novo diferencial competitivo – e este artigo explica por quê.
SXSW 2026: por que aprender a conviver pode ser a habilidade mais importante agora?

Quando conversar dá trabalho e a tecnologia não confronta, aprender a conviver se torna um desafio estratégico.
O que 5.670 minutos de conversas com executivos(as) me ensinaram em 2 anos

Entre escuta, repertório e prática, o que conversas com executivos revelam sobre desenvolvimento profissional no novo mercado.
Aprender não é fazer um curso: está mais para descascar uma cebola

Enquanto tratarmos aprendizagem como formato, continuaremos acumulando cursos sem mudar comportamentos. Aprender é processo e não se resume em um evento.
O maior risco de 2026 não é aprender errado. É normalizar ambientes em que continuar aprendendo deixa de fazer sentido

Engajamento não desaparece: ele é desaprendido. Esse ano vai exigir líderes capazes de redesenhar ambientes onde aprender volte a valer a pena.
O trabalho é da empresa, a carreira é sua

O desenvolvimento profissional não acontece por acaso, mas resulta de aprendizado contínuo e da busca intencional por competências que ampliam seu potencial
Reaprender virou a palavra da vez

Reaprender não é um luxo – é sobrevivência. Em um mundo que muda mais rápido do que nossas certezas, quem não reorganiza seus próprios circuitos mentais fica preso ao passado. A neurociência explica por que essa habilidade é a verdadeira vantagem competitiva do futuro.
Você tem repertório para liderar?

Liderar hoje exige mais do que estratégia – exige repertório. É preciso parar e refletir sobre o novo papel das lideranças em um mundo diverso, veloz e hiperconectado. O que você tem feito para acompanhar essa transformação?
A grama do vizinho é mais verde. E é pra lá que eu vou.

“Tudo parecia perfeito… até que deixou de ser.”