O colunista Fábio Fernandes traça um interessante paralelo entre literatura e inovação. Saiba como alguns clássicos ajudaram a povoar o imaginário de gerações e abrir caminhos para inovação por meio da criatividade e da ficção.
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O colunista Fábio Fernandes traça um interessante paralelo entre literatura e inovação. Saiba como alguns clássicos ajudaram a povoar o imaginário de gerações e abrir caminhos para inovação por meio da criatividade e da ficção.

Num setor que insiste em se declarar neutro, este artigo expõe a pergunta incômoda que a tecnologia evita – e revela por que ampliar quem ocupa a mesa de decisões é urgente para que o futuro não repita o passado.

Num mundo em que qualquer máquina produz texto, imagem ou vídeo em segundos, o verdadeiro valor deixa de estar na geração e migra para aquilo que a IA não entrega: julgamento, intenção e a autoria que separa significado de ruído – e conteúdo de mera repetição.

Entre progressos estruturais e desafios persistentes, o Brasil passa por uma transformação profunda e se vê diante da urgência de consolidar conselhos mais plurais, estratégicos e preparados para os dilemas do século 21.

Se a Governança de Dados não engaja a alta liderança, não é por falta de relevância – é porque ninguém mobiliza executivo algum com frameworks indecifráveis, Data Owners sem autoridade ou discursos tecnicistas que não resolvem problema real. No fim, o que trava a agenda não são os dados, mas a incapacidade de traduzi-los em poder, decisão e resultado

Entenda como experiências simples, contextualizadas e humanas constroem marcas que duram.

Este artigo provoca uma pergunta incômoda: por que seguimos tratando o novo com lentes velhas? Estamos vivendo a maior revolução tecnológica desde a internet – e, ainda assim, as empresas estão tropeçando exatamente nos mesmos erros da transformação digital.