Uncategorized

#OlhoMágico: salto para o mundo

Se fosse executiva, ela seria CEO. Se praticasse esporte, medalhista olímpica. Mas ela escolheu a dança como carreira. E hoje ocupa o mais alto cargo de uma companhia de balé respeitada na Rússia. Conheça Amanda Gomes, bailarina brasileira que é motivo de orgulho nacional

Compartilhar:

![](https://revista-hsm-public.s3.amazonaws.com/uploads/ec7faa2a-c40b-42dd-bbf0-a82a465e3940.png)

Em busca de seu sonho, com apenas dez anos, ela conseguiu mobilizar a família para se mudar de Goiânia para Joinville. E da cidade da dança ela deu um salto para o mundo. Para  a Rússia, especificamente, um país reconhecido pela qualidade de seus bailarinos. Hoje Amanda Gomes ocupa a posição de primeira bailarina no Teatro Ópera de Kazan. 

Para atingir o mais alto cargo de uma companhia de dança respeitada, Gomes abriu mão da convivência com a família, encarou rotinas puxadas de ensaio e colocou à serviço de suas sapatilhas todo o seu amor pela dança. Deu certo. Gomes foi a mais nova aluna a se formar pela Escola de Ballet Bolshoi de Joinville aos 16 anos e ganhou importantes prêmios, como um considerado as olimpíadas do ballet na Bulgária em 2016. Também foi indicada ao “Oscar” do ballet em 2018 e segue representando o Brasil internacionalmente como referência em sua área. 

Neste novo episódio da nossa websérie #OlhoMágico você vai conhecer a história dessa jovem de 24 anos que, com força e determinação, chegou longe e continua acreditando que pode ir além. A conversa seria gravada presencialmente, pois Gomes estava com viagem marcada para o Brasil, mas, por conta da pandemia de Covid-19, a saída foi usar uma plataforma de videoconferência. 

![](https://revista-hsm-public.s3.amazonaws.com/uploads/998bc2aa-65c0-433f-bf12-3c9fff61d8b5.png)

Parte 1:

Parte 2:

Parte 3:

Compartilhar:

Artigos relacionados

Por que bons líderes fracassam quando cruzam fronteiras

Executivos não falham no cenário internacional por falta de competência, mas por aplicar decisões no código cultural errado. Este artigo mostra que no ambiente global, liderar deixa de ser comportamento e passa a ser tradução

Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho, Inovação & estratégia
24 de fevereiro de 2026
Estudos recentes indicam: a IA pode fragmentar equipes - mas, usada com propósito, pode ser exatamente o que reconecta pessoas e reduz ruídos organizacionais.

Miguel Nisembaum - Sócio da Mapa de Talentos, gestor da comunidade de aprendizagem Lider Academy e professor

9 minutos min de leitura
Inovação & estratégia
23 de fevereiro de 2026
Com bilhões em recursos não reembolsáveis na mesa, o diferencial não é ter projeto - é saber estruturá‑lo sem tropeçar no processo.

Eline Casasola - CEO da Atitude Inovação, Atitude Collab e sócia da Hub89

5 minutos min de leitura
ESG
22 de fevereiro de 2026
Depois do Carnaval, março nos convida a ir além das flores e mimos: o Dia Internacional da Mulher nos lembra que celebrar mulheres é importante, mas abrir portas é essencial - com coragem, escuta e propósito.

Viviane Mansi - Conselheira de empresas, mentora e professora

3 minutos min de leitura
Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
21 de fevereiro de 2026
A autêntica transformação cultural emerge quando intenção e espontaneidade deixam de ser opostas e passam a operar em tensão criativa

Daniela Cais – TEDx Speaker, Design de Relações Profissionais

6 minutos min de leitura
Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
20 de fevereiro de 2026
A verdadeira vantagem competitiva agora é a capacidade de realocar competências na velocidade das transformações

Cristiane Mendes - CEO da Chiefs.Group

4 minutos min de leitura
Liderança, Bem-estar & saúde, Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
19 de fevereiro de 2026
A crise silenciosa das organizações não é técnica, é emocional - e está nos cargos de poder.

Carlos Legal - Fundador da Legalas Aprendizagem e Educação Corporativa

4 minutos min de leitura
Bem-estar & saúde, Cultura organizacional
18 de fevereiro de 2026
Quando 80% não se sentem realizados, o problema não é individual - é sistêmico.

Tatiana Pimenta - CEO da Vittude

7 minutos min de leitura
ESG
17 de fevereiro de 2026
O ESG deixou de ser uma iniciativa reputacional ou opcional para se tornar uma condição de sobrevivência empresarial, especialmente a partir de 2026, quando exigências regulatórias, como os padrões IFRS S1 e S2, sanções da CVM e acordos internacionais passam a impactar diretamente a operação, o acesso a mercados e ao capital. A agenda ESG saiu do marketing e entrou no compliance - e isso redefine o que significa gerir um negócio

Paulo Josef Gouvêa da Gama - Coordenador do Comitê Administrativo e Financeiro da Sustentalli

4 minutos min de leitura
Lifelong learning
16 de fevereiro de 2026
Enquanto tratarmos aprendizagem como formato, continuaremos acumulando cursos sem mudar comportamentos. Aprender é processo e não se resume em um evento.

Isabela Corrêa - Cofundadora da People Strat

6 minutos min de leitura
Inovação & estratégia
13 de fevereiro de 2026
Entre previsões apocalípticas e modismos corporativos, o verdadeiro desafio é recuperar a lucidez estratégica.

Rubens Pimentel - CEO da Trajeto Desenvolvimento Empresarial

2 minutos min de leitura

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #171

A Face Executiva de 2026

Líderes de organizações brasileiras de todos os setores, portes e regiões desenham o ano empresarial do Brasil com suas prioridades em relação a negócios, pessoas e tecnologia...

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #171

A Face Executiva de 2026

Líderes de organizações brasileiras de todos os setores, portes e regiões desenham o ano empresarial do Brasil com suas prioridades em relação a negócios, pessoas e tecnologia...