Editorial

Que nosso 2023 seja doce como um abacaxi pérola

Planejar é a melhor forma de descascar os abacaxis e deixá-los mais doces
CEO da HSM e coCEO da SingularityU Brazil. Pós-graduado em finanças, possui MBA com extensão na China, na França e na Inglaterra. Tem mais de 12 anos de experiência no mercado financeiro. É casado com a Marcia e coleciona discos de vinil.
CEO da HSM e coCEO da SingularityU Brazil. Pós-graduado em finanças, possui MBA com extensão na China, na França e na Inglaterra. Tem mais de 12 anos de experiência no mercado financeiro. É casado com a Marcia e coleciona discos de vinil.

Compartilhar:

Toda vez que alguém diz “para que planejar? Tudo vai mudar mesmo”, um urso panda morre na China. O impacto é esse mesmo. Planejar continua muito importante na era das incertezas e complexidades. Nós na HSM temos certeza de que essa atividade de gestão fica mais importante ainda em momentos de pouca clareza, e não menos. O planejado vai ser executado à risca? Não, quase impossível. Mas se você só for reativo em relação ao que acontece, dificilmente vai chegar aonde gostaria. Mesmo para aproveitar uma oportunidade imprevista, a gente precisa de estar preparado.

Aqui na HSM nosso planejamento anda à toda. O ano de 2022 foi um tempo de expansão do nosso ecossistema de negócios, em escala e em escopo. Estamos muito orgulhosos disso – talvez você tenha visto nossa mais recente novidade, a Udemy no Brasil. Posso garantir, sem dar detalhes, claro *{risos}*, que estamos nos planejando muito para 2023 também, e cheios de energia para fazer tudo acontecer.

Esta edição é inteira sobre planejamento. (Nossos leitores nos pedem cada vez mais edições temáticas e estamos ouvindo.) A meu ver, companhia perfeita para virar de 2022 para 2023. Tem um papel diferente para você sublinhar, circular, escrever impressões e consultar isso o ano inteiro. É para ser a mais interativa possível. Aborda planejamento em seus quatro grandes blocos – estratégico (do negócio), tático-operacional (do negócio), de carreira e pessoal. São quatro pratos e nenhum pode cair. Quatro pratos com fatias de abacaxi, para manter a metáfora (veja o quadro abaixo), e acrescento que são fatias de abacaxi pérola, o mais doce de todos. Apesar de o grau de dificuldade para descascá-lo seja o mesmo rsrs.

Ainda destaco nesta edição o artigo sobre o planejamento de 50 anos dos suruís, que faz pensar, e os futuros trazidos por Amy Webb e Jacques Barcia, que fornecem base para os nossos planos. Quando chegar para você, no comecinho de 2023, esta revista vai levar nossos votos e vibrações de que 2023 lhe seja o melhor dos anos!

—-




Encerrando os festejos dos 25 anos, HSM Management apresenta seu mascote: é um abacaxi chamado Quradinho. Ele simboliza os bons desafios de gestão, porque é espinhoso, dá um trabalho danado para descascar, mas, se bem escolhido e trabalhado, nos recompensa com uma vida mais doce. Já havia aparecido por aqui na capa da revista nº 135, de agosto de 2019, sobre o desafio “saúde mental”. Agora volta para os desafios de ano-novo, que o bom planejamento aqui sugerido tornará muito mais fáceis de saborear

 


![capa abacaxi Quradinho ](//images.ctfassets.net/ucp6tw9r5u7d/4NFG7bL5FDDfzPTNTWWpOy/92adac29702848c800eaddb3be415cc7/capa_quradinho_abacaxi.jpg)

Parte de HSM Management nº 155

Compartilhar:

CEO da HSM e coCEO da SingularityU Brazil. Pós-graduado em finanças, possui MBA com extensão na China, na França e na Inglaterra. Tem mais de 12 anos de experiência no mercado financeiro. É casado com a Marcia e coleciona discos de vinil.

Artigos relacionados

ESG
Conheça as 8 habilidades necessárias para que o profissional sênior esteja em consonância com o conceito de trabalhabilidade

Cris Sabbag

6 min de leitura
ESG
No mundo corporativo, onde a transparência é imperativa, a Washingmania expõe a desconexão entre discurso e prática. Ser autêntico não é mais uma opção, mas uma necessidade estratégica para líderes que desejam prosperar e construir confiança real.

Marcelo Murilo

8 min de leitura
Empreendedorismo
Em um mundo onde as empresas têm mais ferramentas do que nunca para inovar, por que parecem tão frágeis diante da mudança? A resposta pode estar na desconexão entre estratégia, gestão, cultura e inovação — um erro que custa bilhões e mina a capacidade crítica das organizações

Átila Persici

0 min de leitura
Tecnologias exponenciais
A ascensão da DeepSeek desafia a supremacia dos modelos ocidentais de inteligência artificial, mas seu avanço não representa um triunfo da democratização tecnológica. Embora promova acessibilidade, a IA chinesa segue alinhada aos interesses estratégicos do governo de Pequim, ampliando o debate sobre viés e controle da informação. No cenário global, a disputa entre gigantes como OpenAI, Google e agora a DeepSeek não se trata de ética ou inclusão, mas sim de hegemonia tecnológica. Sem uma governança global eficaz, a IA continuará sendo um instrumento de poder nas mãos de poucos.

Carine Roos

5 min de leitura
Tecnologias exponenciais
A revolução da Inteligência Artificial está remodelando o mercado de trabalho, impulsionando a necessidade de upskilling e reskilling como estratégias essenciais para a competitividade profissional. Empresas como a SAP já investem pesadamente na requalificação de talentos, enquanto pesquisas indicam que a maioria dos trabalhadores enxerga a IA como uma aliada, não uma ameaça.

Daniel Campos Neto

6 min de leitura
Marketing
Empresas que compreendem essa transformação colhem benefícios significativos, pois os consumidores valorizam tanto a experiência quanto os produtos e serviços oferecidos. A Inteligência Artificial (IA) e a automação desempenham um papel fundamental nesse processo, permitindo a resolução ágil de demandas repetitivas por meio de chatbots e assistentes virtuais, enquanto profissionais se concentram em interações mais complexas e empáticas.

Gustavo Nascimento

4 min de leitura
Empreendedorismo
Pela primeira vez, o LinkedIn ultrapassa o Google e já é o segundo principal canal das empresas brasileiras. E o seu negócio, está pronto para essa nova era da comunicação?

Bruna Lopes de Barros

5 min de leitura
ESG
O etarismo continua sendo um desafio silencioso no ambiente corporativo, afetando tanto profissionais experientes quanto jovens talentos. Mais do que uma questão de idade, essa barreira limita a inovação e prejudica a cultura organizacional. Pesquisas indicam que equipes intergeracionais são mais criativas e produtivas, tornando essencial que empresas invistam na diversidade etária como um ativo estratégico.

Cleide Cavalcante

4 min de leitura
Empreendedorismo
A automação e a inteligência artificial aumentam a eficiência e reduzem a sobrecarga, permitindo que advogados se concentrem em estratégias e no atendimento personalizado. No entanto, competências humanas como julgamento crítico, empatia e ética seguem insubstituíveis.

Cesar Orlando

5 min de leitura
ESG
Em um mundo onde múltiplas gerações coexistem no mercado, a chave para a inovação está na troca entre experiência e renovação. O desafio não é apenas entender as diferenças, mas transformá-las em oportunidades. Ao acolher novas perspectivas e desaprender o que for necessário, criamos ambientes mais criativos, resilientes e preparados para o futuro. Afinal, o sucesso não pertence a uma única geração, mas à soma de todas elas.

Alain S. Levi

6 min de leitura