Uncategorized

Sim, você pode

já pensou em fazer um curso de escrita criativa? O aprendizado formal continua útil, Porém, para ser um “aprendiz da vida inteira”, é preciso conseguir ir além
Patrícia Badanais é executiva-chefe de operações da HSM e mãe da Sophia.

Compartilhar:

“Há 30 anos, aprender algo permitia que eu pudesse praticar aquilo por um bom tempo sem precisar modificar. Hoje não mais.” A frase é do filósofo e educador Mario Sergio Cortella e resume bem o momento vivido pela educação corporativa. Hoje, ninguém mais pode se dar ao luxo de acreditar que não precisa mais aprender nada.

A boa notícia é que também somos autorizados a dizer: “Não sei”. Desde, claro, que a frase venha seguida de: “Mas posso aprender”. Isso vale não só para as habilidades diretamente associadas ao escopo do trabalho, o conhecimento necessário para desempenhar tarefas específicas e técnicas, mas para habilidades “soft” – como a negociação, por exemplo. 

Uma pesquisa do Pew Research Center sobre aprendizado de longo prazo e tecnologia já em 2016 mostrava que 73% dos norte-americanos buscavam conhecimentos o tempo todo e se consideravam “aprendizes da vida inteira”. Do total de adultos, 74% podem ser chamados de “aprendizes pessoais”, pois, segundo a pesquisa, participaram de pelo menos uma de várias atividades possíveis nos 12 meses anteriores para melhorar seu conhecimento. Isso inclui leituras, cursos ou participação em cursos e eventos ligados aos temas de interesse. 

Nesse contexto, a internet – ainda segundo a pesquisa – se mostra uma ferramenta fundamental, que torna o aprendizado ainda mais disponível em qualquer lugar. A pesquisa aponta que a maioria das pessoas procura um lugar específico, físico, para estudar, mas cada vez mais as opções de ensino a distância se configuram em um espaço privilegiado de aprendizado. 

Essa nova forma de aprender exige do aprendiz uma postura de curiosidade constante e de autodisciplina, além de uma capacidade de relacionar habilidades que podem parecer díspares em um primeiro momento. Quem está interessado em se tornar um negociador melhor, por exemplo, faria que tipo de curso? Workshops com especialistas são uma forma, mas que tal um curso de escrita criativa?

Não consegue ver a relação? Os cursos de escrita criativa não só ensinam a escrever textos literários; geralmente, eles propõem exercícios que promovem associações de ideias capazes de gerar novas formas de pensar. 

A negociação, já que estamos falando desse assunto, é algo que se constrói no dia a dia. E quando você está estudando um tema, começa a prestar atenção em como isso funciona em casa, com os filhos, na relação entre colegas. 

Essa é a proposta do omni learning, o modelo de aprendizado organizacional da HSM Academy – orgânico, mobile, não linear e integrado. Um modelo que oferece todos os recursos disponíveis para que o aprender seja algo inserido na rotina, e também um momento especial de encontro e troca quando necessário. 

O que a pesquisa do Pew Research Center descobriu há alguns anos é o que vemos todos os dias nas nossas vidas: está surgindo uma nova mentalidade voltada para o aprendizado contínuo. Aprender, afinal, vai se tornando cada vez mais uma prática cotidiana – acessível a todos, ao menos àqueles que se dispõem a dizer: “Sim, eu posso aprender”.

Compartilhar:

Artigos relacionados

Quanto custa perder um cliente?

Uma experiência ruim não gera apenas insatisfação. Ela aumenta custos operacionais, compromete a reputação da marca, reduz receitas futuras e pode encerrar relacionamentos construídos ao longo de anos.

Se o colaborador tóxico sai, o problema vai embora com ele?

Rotular profissionais como tóxicos pode encerrar uma conversa, mas raramente resolve o problema. Ao investigar como comportamentos se formam e se repetem nas organizações, o artigo convida líderes a substituírem julgamentos rápidos por diagnósticos mais profundos e eficazes.

Todo fim de ano, o passado se reelege no seu orçamento

Sua estratégia está no PowerPoint ou no orçamento? No trimestre em que o plano de 2027 ganha aprovação, uma disputa invisível acontece dentro das empresas. De um lado, a estratégia que promete transformação. Do outro, o orçamento que preserva as prioridades de sempre. Quase sempre, é a planilha que decide o vencedor.

Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
12 de setembro de 2026 14H00
Em um ambiente empresarial cada vez mais orientado por dados, o people analytics permite que o RH amplie sua influência nas decisões corporativas.

Gabriela Resende - Diretora de Operações de Recursos Humanos da Propay

5 minutos min de leitura
User Experience, UX
12 de setembro de 2026 09H00
Uma experiência ruim não gera apenas insatisfação. Ela aumenta custos operacionais, compromete a reputação da marca, reduz receitas futuras e pode encerrar relacionamentos construídos ao longo de anos.

Tâmara Lira - CFO da Paschoalotto

4 minutos min de leitura
Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho, Cultura organizacional
11 de setembro de 2026 14H00
Rotular profissionais como tóxicos pode encerrar uma conversa, mas raramente resolve o problema. Ao investigar como comportamentos se formam e se repetem nas organizações, o artigo convida líderes a substituírem julgamentos rápidos por diagnósticos mais profundos e eficazes.

Marta Ferreira

7 minutos min de leitura
Liderança, Inovação & estratégia
11 de setembro de 2026 08H00
Mais do que dominar ferramentas, o desafio da liderança passou a ser tomar decisões, engajar pessoas e construir crescimento em um ambiente de incerteza permanente.

Eduardo Raffaini - Sócio-líder de Soluções de Strategy da Deloitte

3 minutos min de leitura
Cultura organizacional
10 de setembro de 2026 18H00
Discordâncias fazem parte de qualquer equipe diversa, mas nem sempre encontram espaço para serem expressas. O verdadeiro risco para as organizações não está no excesso de conflitos, mas na ausência deles.

Cecília Seabra e Thaís Giuliani - Consultoras HSM e autoras do livro "O 'E' da questão

2 minutos min de leitura
Finanças, Estratégia
10 de setembro de 2026 12H00
Sua estratégia está no PowerPoint ou no orçamento? No trimestre em que o plano de 2027 ganha aprovação, uma disputa invisível acontece dentro das empresas. De um lado, a estratégia que promete transformação. Do outro, o orçamento que preserva as prioridades de sempre. Quase sempre, é a planilha que decide o vencedor.

Átila Persici Filho - CINO, professor de MBA e Pós-Tech na FIAP e Conselheiro de Inovação.

10 minutos min de leitura
Tecnologia & inteligencia artificial
10 de setembro de 2026 08H00
As declarações recentes dos líderes da OpenAI e da NVIDIA reacenderam uma das discussões mais importantes da era digital: a Inteligência Artificial Geral já é uma realidade? Ao conectar os avanços mais recentes da IA às previsões feitas por Ray Kurzweil décadas atrás, o artigo explora não apenas a evolução da tecnologia, mas também o desafio humano, organizacional e social de acompanhar uma transformação que pode estar acontecendo mais rápido do que imaginávamos.

Leandro Mattos- Expert em neurociência da Singularity Brazil e CEO da CogniSigns

16 minutos min de leitura
Liderança, ESG, Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
9 de setembro de 2026 14H00
Ao relatar uma experiência marcante durante sua recuperação de uma cirurgia, o autor provoca uma reflexão sobre um erro recorrente nas organizações: confiar mais naquilo que é visível do que na experiência de quem vive o problema. Quando líderes ignoram relatos e se apoiam apenas em protocolos e percepções, perdem informação, confiança e capacidade de tomar melhores decisões.

Djalma Scartezini - CEO da REIS, Sócio da Egalite e Embaixador do Comitê Paralímpico Brasileiro

4 minutos min de leitura
Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
9 de setembro de 2026 09H00
Os agentes de IA não pedem aumento, não tiram férias e não podem ser administrados como funcionários tradicionais. Como gerir colaboradores digitais que não seguem as regras tradicionais de contratação, supervisão e desligamento?

Bruno Padredi - Fundador e CEO da B2B Match

4 minutos min de leitura
Estratégia
8 de setembro de 2026 18H00
Empresas expostas aos mesmos dados, cenários e tendências frequentemente chegam a decisões opostas. O que explica essa diferença não é a informação disponível, mas a forma como cada organização interpreta a realidade.

Angelina Bejgrowicz - Fundadora e CEO da AB - Global Connections

10 minutos min de leitura

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #174

Mobilização é o novo segredo da execução

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #174

Mobilização é o novo segredo da execução