
Cumprir cotas não é inclusão: a nova pesquisa “Radar da Inclusão” revela barreiras invisíveis que bloqueiam carreiras e expõe a urgência de transformar diversidade em acessibilidade, protagonismo e segurança psicológica.

Remuneração variável não é um benefício extra: é um contrato psicológico que define confiança, engajamento e cultura. Quando mal estruturada, custa caro – e não apenas no caixa

Empresas que tratam sucessão como evento, e não como processo, vivem em campanha eleitoral permanente: discursos inflados, pouca estrutura e dependência de salvadores. Em 2026, sua organização vai escolher maturidade ou improviso?

Alta performance contínua é uma ilusão corporativa que custa caro: transforma excelência em exaustão e engajamento em sobrecarga. Está na hora de parar de romantizar quem nunca para.

Diversidade não é jogo de aparências nem disputa por cargos. Empresas que transformam discurso em prática – com inclusão real e estruturas consistentes – não apenas crescem mais, crescem melhor

E se o maior risco estratégico para 2026 não for uma decisão errada – mas uma boa decisão tomada com base em uma visão de mundo desatualizada?