Liderança, Cultura organizacional, Liderança
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Vivemos a reinvenção do CEO?

Está na hora de entender como o papel de CEO deixou de ser sinônimo de comando isolado para se tornar o epicentro de uma liderança adaptativa, colaborativa e guiada por propósito. A era do “chefão” dá lugar ao maestro estratégico que rege talentos diversos em um cenário de mudanças constantes.
Fundador e CEO da B2B Match, a mais exclusiva e impactante comunidade de CEOs e C-Levels do Brasil. Com mais de duas décadas de experiência no mercado de eventos corporativos, ele já promoveu mais de 600 eventos voltados para líderes empresariais e é responsável por desenvolver experiências que conectam altos executivos e geram oportunidades de negócio em todo o país. Sob sua liderança, a B2B Match se consolidou como referência em conexões estratégicas para tomadores de decisão, reunindo mais de três mil profissionais de alto nível em eventos e iniciativas que unem conteúdo relevante, networking qualificado e impacto real para o ecossistema empresarial brasileiro.

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Um estrategista centralizador, guardião do lucro e responsável máximo pela direção da empresa. Esse era, até há alguns anos, à figura daquilo que representava ser um CEO de uma grande empresa. Porém, com as intensas mudanças mundiais em todos os âmbitos da sociedade, esse papel também sobre alterações.

Isso acontece porque em um cenário de disrupções constantes, sejam elas tecnológicas, sociais, econômicas e ambientais, a reinvenção da liderança no topo não é mais opcional: é vital. De ser aquele quem dita as regras, o CEO passou à atuar, cada vez mais, na escuta ativa do negócio.

O novo CEO é aquele que aprende com sua equipe e com o mercado. Esse recurso se tornou essencial, visto que vivemos em um mundo impulsionado por dados, IA generativa, ESG e diversidade. Nesse sentido, não basta saber onde se quer chegar – é preciso entender como conduzir o time em um cenário em que as rotas mudam o tempo todo.

Aquilo que podemos chamar de novo CEO contemporâneo deixa de lado o papel de ‘chefão’ e passa à ser encarado por seus liderados como um verdadeiro maestro, capaz de conduzir uma orquestra com diferentes talentos, tecnologias e estratégias de forma harmônica e ágil. 

Outra mudança importante é que o CEO deixou de ser focado apenas em números e passou a ser o guardião do propósito do negócio. Tudo isso impulsionado pelos consumidores, que exigem propósito, pelos investidores, que exigem responsabilidade e, claro, pelos colaboradores, que precisam de coerência.

Por fim, a reinvenção do CEO não é, em nível algum, apenas uma tendência. Ela é um reflexo inevitável das transformações profundas que atravessam os negócios e a sociedade. Portanto, nunca se esqueça: liderar é, acima de tudo, um ato contínuo de adaptação.

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