Desenvolvimento pessoal
Oferecido por:

O que o seriado Friends tem a ensinar para sua carreira

Entregar um bom trabalho, mesmo quando a tarefa é secundária, foi a descoberta feita por Josh Levs com as personagens Monica e Phoebe

Compartilhar:

O que uma sitcom, aparentemente despretensiosa, tem a ensinar a você na gestão de sua carreira? Para o consultor Josh Levs, que já foi jornalista da rede CNN de televisão, o seriado Friends e, mais especificamente um episódio em particular, foi muito importante.

Em artigo na revista strategy+business, ele conta que uma história envolvendo duas das personagens de Friends, sucesso em todo o mundo, ajudou-o a entender plenamente que qualquer colaborador, independentemente da posição que ocupa na organização, se vê constantemente diante de oportunidades de provar sua capacidade. E que mesmo as tarefas e os projetos mais secundários podem levar a algo bem maior.

No episódio, Monica e Phoebe estão preparando uma festa de aniversário para Rachel. Monica, a personagem controladora do grupo de amigos, quer organizar tudo sozinha, mas Phoebe também quer participar. Como Monica não confia em Phoebe, sempre meio aérea, para nenhuma tarefa, acaba encarregando-a de providenciar os copos e o gelo. 

Para a maioria das pessoas, cuidar dos copos e do gelo seria a pior forma de ser colocada de lado, uma tarefa totalmente secundária. Afinal, destaca Levs, trata-se de um trabalho que não requer nenhuma criatividade, e muito pouca competência. 

Mas Phoebe, com seu jeito excêntrico, adota uma abordagem peculiar. Ela aproveita essa tarefa rotineira e usa a imaginação, uma de suas características principais. Prepara o gelo de todas as formas, incluindo baldes de gelo picado, cones de neve e gelo seco, e também usa os copos na decoração. “Para desgosto de Monica, os copos e o gelo viram a foco da festa”, lembra Levs. 

O consultor comenta, então, que, em qualquer organização, há sempre um conjunto de tarefas que são tratadas como menos importantes ou secundárias, das quais as pessoas geralmente fogem. São vistas como trabalhos a serem feitos o mais rapidamente possível, e ninguém lembra muito bem de quem as realizou. “No entanto, para funcionários ambiciosos, essas podem ser oportunidades significativas, que possibilitam criatividade e comprometimento. Algo aparentemente pequeno pode ser uma grande chance de mostrar do que você é capaz”, escreve Levs. 

Ele reconhece que amplificar o valor de tarefas secundárias requer um tanto de autopromoção. E sugere: garanta que seus colegas, assim como seu chefe, percebam o trabalho que você fez, peça feedback e, no próximo trabalho desse tipo que você pegar, demonstre que conseguiu melhorar ainda mais.

Compartilhar:

Artigos relacionados

Thought leadership: quando a ideia vale mais que a visibilidade

Palcos, entrevistas e redes sociais ampliam alcance, mas não constroem autoridade por si só. O artigo explora como empresas e executivos podem desenvolver influência genuína em um cenário em que a confiança se tornou mais pessoal, mais seletiva e cada vez mais vinculada à qualidade do pensamento que produzem e compartilham.

A IA não vai tornar o trabalho mais humano. Nós é que precisamos fazer isso.

A tecnologia está mudando a forma como criamos, trabalhamos e tomamos decisões. Mas existe uma diferença fundamental entre processar informação e acumular vivência. O artigo propõe uma reflexão sobre pensamento crítico, criatividade e o papel das chamadas “power skills” em um cenário onde a inteligência artificial amplia capacidades, mas não substitui experiências humanas.

Por que você deve reconsiderar a rota enquanto ela ainda funciona

Poucos elementos são tão perigosos quanto um sistema que parece funcionar bem o suficiente para não ser questionado. No universo das parcerias, resultados de curto prazo podem mascarar desalinhamentos estratégicos, limitações de escala e modelos que já não atendem às necessidades futuras da empresa.

Diversidade não é tendência. É teste de autenticidade.

Dados recentes mostram uma queda significativa na representação de grupos historicamente sub-representados na comunicação das empresas. Mais do que uma questão de imagem, a mudança reacende discussões sobre consistência, coragem institucional e a capacidade das marcas de sustentar seus valores quando eles deixam de ser consenso.

Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho, Cultura organizacional
14 de setembro de 2026 14H00
Um erro pesa mais do que dez acertos! A ciência mostra que experiências negativas exercem um impacto desproporcional sobre nosso comportamento. Nas organizações, essa tendência pode fazer com que líderes se tornem especialistas em apontar falhas e deixem invisíveis os comportamentos que fortalecem resultados, aprendizado e colaboração.

Valter Bahia Filho - Autor e consultor educacional de Neurociência e Comportamento, Psicologia Positiva, Comunicação, Artes e Gestão de Pessoas.

Oferecido por:
12 minutos min de leitura
Liderança
14 de setembro de 2026 08H00
Inspirada na filosofia dos mestres jardineiros japoneses, o autor analisa a trajetória centenária da Omron e questiona um dos pilares da gestão tradicional: e se o papel do líder não fosse controlar resultados, mas cultivar o ambiente onde inovação, autonomia e crescimento acontecem naturalmente?

Kei Izawa - 7º Dan de Aikikai e ex-presidente da Federação Internacional de Aikido

Oferecido por:
11 minutos min de leitura
Tecnologia & inteligencia artificial, Inovação & estratégia
13 de setembro de 2026 17H00
Modelos de inteligência artificial estão cada vez mais baratos, disponíveis e semelhantes em desempenho. O desafio das organizações não é apenas automatizar processos, mas definir onde a decisão deve continuar sendo humana e como transformar discernimento em vantagem competitiva.

Marcelo Murilo - Co-Fundador e VP de Inovação e Tecnologia do Grupo Benner, Embaixador e membro do Senior Advisory Board do Instituto Capitalismo Consciente Brasil. Embaixador e Membro da Comissão ESG da Board Academy BR.

Oferecido por:
10 minutos min de leitura
Estratégia e Execução
13 de setembro de 2026 14h00
Os movimentos recentes de Art’G e Belmont Emeralds revelam estratégias de geração e captura de valor

Adriana Salles Gomes

Oferecido por:
0 min de leitura
Inovação & estratégia
13 de setembro de 2026 08H00
Enquanto os ciclos tecnológicos se tornam cada vez mais curtos, organizações enfrentam um desafio permanente: transformar inovação em resultados concretos e que gere valor para o negócio no longo prazo.

Andréia Rengel - CEO e sócia da AMcom

Oferecido por:
3 minutos min de leitura
Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
12 de setembro de 2026 14H00
Em um ambiente empresarial cada vez mais orientado por dados, o people analytics permite que o RH amplie sua influência nas decisões corporativas.

Gabriela Resende - Diretora de Operações de Recursos Humanos da Propay

Oferecido por:
5 minutos min de leitura
User Experience, UX
12 de setembro de 2026 09H00
Uma experiência ruim não gera apenas insatisfação. Ela aumenta custos operacionais, compromete a reputação da marca, reduz receitas futuras e pode encerrar relacionamentos construídos ao longo de anos.

Tâmara Lira - CFO da Paschoalotto

Oferecido por:
4 minutos min de leitura
Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho, Cultura organizacional
11 de setembro de 2026 14H00
Rotular profissionais como tóxicos pode encerrar uma conversa, mas raramente resolve o problema. Ao investigar como comportamentos se formam e se repetem nas organizações, o artigo convida líderes a substituírem julgamentos rápidos por diagnósticos mais profundos e eficazes.

Marta Ferreira

Oferecido por:
7 minutos min de leitura
Liderança, Inovação & estratégia
11 de setembro de 2026 08H00
Mais do que dominar ferramentas, o desafio da liderança passou a ser tomar decisões, engajar pessoas e construir crescimento em um ambiente de incerteza permanente.

Eduardo Raffaini - Sócio-líder de Soluções de Strategy da Deloitte

Oferecido por:
3 minutos min de leitura
Cultura organizacional
10 de setembro de 2026 18H00
Discordâncias fazem parte de qualquer equipe diversa, mas nem sempre encontram espaço para serem expressas. O verdadeiro risco para as organizações não está no excesso de conflitos, mas na ausência deles.

Cecília Seabra e Thaís Giuliani - Consultoras HSM e autoras do livro "O 'E' da questão

Oferecido por:
2 minutos min de leitura

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #174

Mobilização é o novo segredo da execução

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #174

Mobilização é o novo segredo da execução