Uncategorized

4 lições sobre liberdade de expressão

À Stanford Magazine, professores contam como assegurar o diálogo franco.

Compartilhar:

Está cada vez mais difícil debater qualquer assunto. Essa é uma constatação que se faz quase diariamente nos mais diversos ambientes, incluindo o local de trabalho. 

A Stanford Magazine ouviu quatro professores da universidade sobre como assegurar o diálogo franco, a livre troca de ideias e a diversidade de pontos de vista no campus. Embora tenham como base o ambiente acadêmico, são lições sobre liberdade de expressão que valem para muitas situações atuais. 

Ralph Richard Banks, professor da Faculdade de Direito: Precisamos cultivar a paciência, sendo menos propensos a nos ofender e a atribuir intenções negativas aos outros. Precisamos ter em mente que estão criticando nossa posição, não a nossa pessoa. De maneira simples, é pegar leve com o outro, e esperar que façam o mesmo conosco. Assim podemos nos unir para entender este mundo complicado em que vivemos.

Michael McConnell, diretor de Centro de Direito Constitucional: Nestes tempos altamente polarizados, os moderados são os mais ameaçados, pois não encontram espaço seguro para se manifestarem. É preciso estimular ativamente a diversidade de opiniões. O pluralismo saudável de opiniões é uma necessidade pedagógica.

Hazel Rose Markus, professora de Ciências do Comportamento: A capacidade de ouvir não é algo natural. Requer um conjunto de valores e habilidades que têm como base o entendimento de que, para muitas questões, geralmente há mais de uma resposta correta. É importante ouvir para aprender e fazer as perguntas certas. 

Debra Satz, professora de Ética: Alguns estudantes acham que valores morais são subjetivos, uma mera questão de opinião. Isso não é verdade. Podemos sujeitar nossos valores à discussão, confrontando nossas ideias com outras formas de pensar e ver se elas sobrevivem às críticas.

Compartilhar:

Artigos relacionados

Empreendedorismo
Processos Inteligentes impulsionam eficiência, inovação e crescimento sustentável; descubra como empresas podem liderar na era da hiperautomação.

Tiago Amor

6 min de leitura
Empreendedorismo
Esse ponto sensível não atinge somente grandes corporações; com o surgimento de novas ferramentas de tecnologias, a falta de profissionais qualificados e preparados alcança também as pequenas e médias empresas, ou seja, o ecossistema de empreendedorismo no país

Hilton Menezes

5 min de leitura
Tecnologias exponenciais
A Inteligência Artificial Generativa (GenAI) redefine a experiência do cliente ao unir personalização em escala e empatia, transformando interações operacionais em conexões estratégicas, enquanto equilibra inovação, conformidade regulatória e humanização para gerar valor duradouro

Carla Melhado

5 min de leitura
Uncategorized
A inovação vai além das ideias: exige criatividade, execução disciplinada e captação de recursos. Com métodos estruturados, parcerias estratégicas e projetos bem elaborados, é possível transformar visões em impactos reais.

Eline Casasola

0 min de leitura
Tecnologias exponenciais
A IA é um espelho da humanidade: reflete nossos avanços, mas também nossos vieses e falhas. Enquanto otimiza processos, expõe dilemas éticos profundos, exigindo transparência, educação e responsabilidade para que a tecnologia sirva à sociedade, e não a domine.

Átila Persici

9 min de leitura
ESG

Luiza Caixe Metzner

4 min de leitura
Finanças
A inovação em rede é essencial para impulsionar P&D e enfrentar desafios globais, como a descarbonização, mas exige estratégias claras, governança robusta e integração entre atores para superar mitos e maximizar o impacto dos investimentos em ciência e tecnologia

Clarisse Gomes

8 min de leitura
Empreendedorismo
O empreendedorismo no Brasil avança com 90 milhões de aspirantes, enquanto a advocacia se moderniza com dados e estratégias inovadoras, mostrando que sucesso exige resiliência, visão de longo prazo e preparo para as oportunidades do futuro

André Coura e Antônio Silvério Neto

5 min de leitura
ESG
A atualização da NR-1, que inclui riscos psicossociais a partir de 2025, exige uma gestão de riscos mais estratégica e integrada, abrindo oportunidades para empresas que adotarem tecnologia e prevenção como vantagem competitiva, reduzindo custos e fortalecendo a saúde organizacional.

Rodrigo Tanus

8 min de leitura
ESG
O bem-estar dos colaboradores é prioridade nas empresas pós-pandemia, com benefícios flexíveis e saúde mental no centro das estratégias para reter talentos, aumentar produtividade e reduzir turnover, enquanto o mercado de benefícios cresce globalmente.

Charles Schweitzer

5 min de leitura