Direto ao ponto

A força da agenda ESG positiva

A brasileira Ione Anderson acredita na execução de agenda ESG positiva para gerar valor para as organizações e para o planeta

Compartilhar:

Adotar práticas ESG consistentes garante vantagens competitivas e melhores resultados de lucratividade e valuation. Essa premissa é crucial na estratégia da Grape ESG para transformar o panorama ambiental na América do Sul.

Ione Anderson, cofundadora e COO da consultoria, diz que é importante, também, envolver os indivíduos. “Temos que comunicar uma mensagem positiva para que as pessoas se sintam inspiradas e entendam que tratar essas grandes questões de sustentabilidade também pode melhorar suas vidas”, disse ela à [revista Think](https://www.grapeesg.com.br/post/ceo-e-coo-da-grape-esg-s%C3%A3o-destaque-na-revista-think-da-london-business-school), da London Business School (LBS).

Com formação em jornalismo e estudos ambientais, ela atuou em órgãos internacionais, como a ONU, por anos. Ao pesquisar o papel do setor privado em projetos de sustentabilidade, notou que as empresas atuavam onde o poder público não tinha recursos. Então conheceu Ioannis Ioannou, professor associado de estratégia e empreendedorismo na LBS e, ao fazer o programa de liderança em sustentabilidade criado por ele, conheceu seu sócio, Ricardo Assumpção. A sinergia entre eles – ela com background em ciência, ele um empreendedor serial – gerou uma metodologia que mostra como criar valor e impulsionar a inovação integrando a sustentabilidade nas estratégias corporativas.

## Sobre a Grape ESG
Fundada em 2020, a Grape ESG incentiva narrativas que estimulam a mentalidade positiva. A questão da floresta amazônica se tornou o documentário Amazonia 4.0: The Reset Begins, produzido pela empresa, que narra um futuro em que bioindústrias inovadoras não apenas protegerão comunidades e ecossistemas nativos, mas também gerarão oportunidades econômicas na região.

Fiel a princípios, a Grape ESG é seletiva ao escolher clientes. “Precisamos saber se a sustentabilidade está no DNA da empresa”, explica Anderson. Em menos de um ano, fazem parte da lista empresas como Braskem, Sabesp, Ambipar e Nestlé.

__Leia mais: [Jessica Tan, a mulher que furou o teto de vidro](https://www.revistahsm.com.br/post/jessica-tan-a-mulher-que-furou-o-teto-de-vidro)__

Compartilhar:

Artigos relacionados

ESG
Conheça as 8 habilidades necessárias para que o profissional sênior esteja em consonância com o conceito de trabalhabilidade

Cris Sabbag

6 min de leitura
ESG
No mundo corporativo, onde a transparência é imperativa, a Washingmania expõe a desconexão entre discurso e prática. Ser autêntico não é mais uma opção, mas uma necessidade estratégica para líderes que desejam prosperar e construir confiança real.

Marcelo Murilo

8 min de leitura
Empreendedorismo
Em um mundo onde as empresas têm mais ferramentas do que nunca para inovar, por que parecem tão frágeis diante da mudança? A resposta pode estar na desconexão entre estratégia, gestão, cultura e inovação — um erro que custa bilhões e mina a capacidade crítica das organizações

Átila Persici

0 min de leitura
Tecnologias exponenciais
A ascensão da DeepSeek desafia a supremacia dos modelos ocidentais de inteligência artificial, mas seu avanço não representa um triunfo da democratização tecnológica. Embora promova acessibilidade, a IA chinesa segue alinhada aos interesses estratégicos do governo de Pequim, ampliando o debate sobre viés e controle da informação. No cenário global, a disputa entre gigantes como OpenAI, Google e agora a DeepSeek não se trata de ética ou inclusão, mas sim de hegemonia tecnológica. Sem uma governança global eficaz, a IA continuará sendo um instrumento de poder nas mãos de poucos.

Carine Roos

5 min de leitura
Tecnologias exponenciais
A revolução da Inteligência Artificial está remodelando o mercado de trabalho, impulsionando a necessidade de upskilling e reskilling como estratégias essenciais para a competitividade profissional. Empresas como a SAP já investem pesadamente na requalificação de talentos, enquanto pesquisas indicam que a maioria dos trabalhadores enxerga a IA como uma aliada, não uma ameaça.

Daniel Campos Neto

6 min de leitura
Marketing
Empresas que compreendem essa transformação colhem benefícios significativos, pois os consumidores valorizam tanto a experiência quanto os produtos e serviços oferecidos. A Inteligência Artificial (IA) e a automação desempenham um papel fundamental nesse processo, permitindo a resolução ágil de demandas repetitivas por meio de chatbots e assistentes virtuais, enquanto profissionais se concentram em interações mais complexas e empáticas.

Gustavo Nascimento

4 min de leitura
Empreendedorismo
Pela primeira vez, o LinkedIn ultrapassa o Google e já é o segundo principal canal das empresas brasileiras. E o seu negócio, está pronto para essa nova era da comunicação?

Bruna Lopes de Barros

5 min de leitura
ESG
O etarismo continua sendo um desafio silencioso no ambiente corporativo, afetando tanto profissionais experientes quanto jovens talentos. Mais do que uma questão de idade, essa barreira limita a inovação e prejudica a cultura organizacional. Pesquisas indicam que equipes intergeracionais são mais criativas e produtivas, tornando essencial que empresas invistam na diversidade etária como um ativo estratégico.

Cleide Cavalcante

4 min de leitura
Empreendedorismo
A automação e a inteligência artificial aumentam a eficiência e reduzem a sobrecarga, permitindo que advogados se concentrem em estratégias e no atendimento personalizado. No entanto, competências humanas como julgamento crítico, empatia e ética seguem insubstituíveis.

Cesar Orlando

5 min de leitura
ESG
Em um mundo onde múltiplas gerações coexistem no mercado, a chave para a inovação está na troca entre experiência e renovação. O desafio não é apenas entender as diferenças, mas transformá-las em oportunidades. Ao acolher novas perspectivas e desaprender o que for necessário, criamos ambientes mais criativos, resilientes e preparados para o futuro. Afinal, o sucesso não pertence a uma única geração, mas à soma de todas elas.

Alain S. Levi

6 min de leitura